Termino de um Amor Proibido

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O que salvaria a alma do eterno sofrimento?
A salvação seria a sinceridade para consigo mesmo quanto as experiências terrenas,
independentemente se certas/boas ou erradas/más.
Ainda que fossem ruins, elas valeriam a pena porque carregavam a verdade!
A verdade é leve... a verdade liberta!

Me comparar com outra pessoa, para mim é a mesma coisa que dizer que eu não tenho, rosto nome nem personalidade

Alegria!
Alegria!
Volúpia de sentir-me em cada dia
mais cansada, mais triste, mais dorida
mas cada vez mais agarrada à Vida!

DE NOVO...
Ednaide Gomes de Paiva

Mais uma vez estou no meu deserto,
Mais uma vez estou perdida,
Volta e meia entro nessa escuridão,
Qual razão? O que me atrai?
Estou falecendo,
Aos poucos não restará nada,
Vou ter que ficar em vão.
Não quero mais a beleza,
Não quero a juventude,
Não quero ser independente,
Inteligente... Quero só ser gente.
Grito e ninguém escuta,
Não consigo fazer ler meu ser,
Algo forte demais abate-me,
O que há de errado? O que fiz?
O ar que respiro falte-me,
A dor persiste.
E como pequenas gotas de água,
Vai secando o meu mar...
Estou a me afogar,
Asfixiando-me na profunda tristeza.
Pedir socorro, levantar do chão,
Sorrir, recomeçar...
Tudo de novo... Não dar!
Assim... Só me resta chorar.

Todos são peças fundamentais em uma família! ❤️ Cada contribuição é valiosa e única. 🙌 Quando alguém enfrenta dificuldades, a família se une para apoiar e encontrar soluções juntos, 💪 garantindo que todos sejam bem-sucedidos e o sucesso coletivo seja alcançado. 🌟 Somos mais fortes do que pensamos e mais capazes do que acreditamos. 😊

Ninguém fala mal de alguém, apenas fala a verdade ou fala mentiras.

Se você não daria a vida pelo seu amigo, é melhor deixá-lo.

Com a mente aberta para aprender e o coração preparado para cuidar.

Sofremos por muitas razões:
Por nossos próprios erros , ás vezes pelos erros dos outros , ou pela injustiça

(…) era tão diversa de si mesma, ora isto, ora aquilo, que os dias iam passando sem acordo fixo, nem desengano perpétuo.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

Não é prudente seguir o coração, pois quase sempre ele está onde não deveria estar, olhemos para o alto.


Permaneceu fiel a Deus e foi restaurado

"Não somos irmãs de sangue nós mas somos irmãs de alma, isso é que vale mais para Deus "

Não importa o quanto tente levantar uma arvore caída, ela nunca vai continuar de pé e crescer enquanto não querer fixar suas raízes no chão.

“Escrever sobre saúde é mais que informar: é lembrar que todo ser humano tem o direito de compreender o que vive — e de viver com dignidade.”

⁠⁠⁠Eu sinto uma profunda dor silenciosa...
Gosto do som da música, do percurso
da minha casa até o trabalho;
estou sempre ouvindo música.
Em casa e no trabalho, ouço o barulho
dos carros, dos comboios e de toda a gente.
Chego em casa, ligo a televisão e ouço o noticiário:
outra vítima do silêncio se atirou
nos ruidosos trilhos do trem.
No trabalho, ouço o rádio, que toca uma música ridícula, e
minh'alma sofrida dança desolada.
Gosto do som da chuva, lágrimas do céu;
até os homens choram, silenciosamente.
E o choro da terra é abafado
pelos nossos gritos ambiciosos;
ouço o barulho das fábricas, corro para o campo,
e a chuva, tempestuosamente,
em seu suave cair, encharca meu coração ressecado.
Gosto do canto dos pássaros;
da minha cama me levanto,
e nela me deito, ouvindo os tordos ao amanhecer
e os urutaus ao anoitecer que, calmamente,
levam distante meu espírito atormentado.
Gosto de deitar-me e dormir
com o barulho do ventilador;
porque gosto de barulho,
assim silencio os gritos sussurrados
em minha cabeça. E eu, que tenho sido tão quieto,
se os ouço e me falam, descanso resignado.

⁠⁠Eu acredito em Deus, mas me pergunto se Ele crê em mim,
assim como cremos na Sua chuva, e no seu Sol.
O que é real? As paredes sólidas e frias de concreto,
concreto, a realidade concreta. Ou a memória fugaz
de um abraço quente e terno, terno, visto o terno,
chego ao trabalho, olho-me no espelho, e não vejo nada.
Cego, vejo além do espelho e enxergo através da realidade sensível,
sensível, atravesso as aparências em busca de algo que transcenda o tangível.
Mas então o espelho despedaça-se diante dos meus olhos,
como coisa real, um mosaico de sentimentos e lembranças,
desfaz-se e reconstrói-se a cada instante. Cada caco reflete uma versão minha,
mas, entre tantos, quem realmente sou eu?
Há tantos de mim que não podem tantos estarem certos, e entre tantos, perdi-me.

⁠Vizinhanças


Na casa do perfeccionista João - de - barro o vizinho é o invejoso do Pica - pau e sua revolta é tão grande ao ponto dele descontar a sua irá diária macetando as árvores ao lado.

Os corvos não dividem sua soneca com as corujas e muito menos o seu espaço aéreo , pois a torre de controle não aceita ancestralmente tal interação.

No sol de girassóis as borboletas pousam em meio aos insetos e abelhas em abundância e nesta pequena sociedade existencial os Beija - flores coexistem sem maiores problemas com os cantarolantes Bem - ti- vis.

⁠Clube dos Menores Homens que Existem no Mundo

No clube dos menores homens que existem no mundo,
eles se reúnem aos sábados,
e planejam como podem destruir
o coração de mulheres que são mais mulheres do que eles são homens.
Mulheres que são melhores que eles.
Financeiramente, educacionalmente, emocionalmente.
Mulheres que são capazes de amar e se doar por eles.
Mulheres que morreriam por seus pecados.
Mulheres que cruzariam o país por eles.

No clube dos menores homens que existem no mundo,
eles não conseguem cumprir promessas,
não conseguem acordar antes das 10h,
não conseguem ser financeiramente responsáveis,
não conseguem cozinhar, nem comer bem.
Não conseguem.
Não conseguem sequer ter uma ereção.

Eles planejam e vivem crimes após picotar corações de mulheres.
Mas eles não serão condenados por isso.
Eles são tão pequeninos
que, ao serem pegos,
conseguem se esgueirar e sair pelas grades.

São tão pequenos que se escondem nos bueiros.
E as mulheres que matam precisam usar lupas para enxergar suas qualidades.
Precisam se diminuir para caber.
Mas eles são tão pequenos que não aguentam o peso.

Mas as mulheres que eles matam se culpam pelas suas mortes.
Porque elas são tão benevolentes que pensam:
“É só um pequeno homem aprendendo a amar.”
E a partir disso, todos os erros são justificáveis.

Mas as mulheres que eles matam conseguem esquecê-los,
mas nunca perdoá-los.
Porque são tão pequenos,
que cabem em notas de rodapé nas histórias que contaram.
Cabem em caixas de fósforo junto com promessas quebradas.
Cabem em silêncios constrangidos nas rodas de conversa.
Cabem em apelidos ridículos e piadas internas que ninguém mais ousa repetir.

Tão pequenos que, no final,
Só há um aviso velado:
“Cuidado, ali já houve um homem menor que o mínimo aceitável.”

O facto de respirar não comprova a minha existência.
Corro atrás do meu destino sem nunca encurtar a distância.
Sinto me cada vez mais longe e contudo tão perto do fim.
Sem um propósito na vida, perdida por tudo, perdida por nada.
Procuro me por caminhos por onde não passei.
Vislumbro sitios onde não estive.
Estou enclausurada no meu mundo.
Quero gritar para dizer que estou aqui
Abro a boca e não escuto nenhum som.
Mas a voz percorre todo o meu corpo e fica confinada dentro de mim.
Escuto a grande revelação.
Não sou ninguém.
Não passo de uma sombra.
Um dia não vou encontrar a luz que faz a minha sombra.
E na escuridão da noite, apaga se a luz,
Assim se extingue a existência de ninguém.
Porque ninguém não existe.