Termino de um Amor Proibido
Seja você mesma em qualquer lugar ou ocasião, mas se um dia precisar disfarçar, que se disfarce de palhaço.
A cultura tem o poder de manipular as pessoas, portanto seja um tijolo frouxo nesse muro. Absorva o que te agrada genuinamente e descarte o que é imposto com segundas intenções.
O poder de um sorriso é avassalador! Ele quebra amarras, une inimigos, fortalece a alma, passa segurança, contagia como vírus e uma das formas mais divertidas, criativa e nobre da alma avisar que o coração está em casa!
Perdoe Minha Fúria...
Sou um homem calmo,
Tranquilo, ponderado.
Porém, eventualmente,
Tenho meus arroubos.
Não êxtase, mas fúria.
O animal sem controle
Me domina, aos gritos.
A razão, enfim, some...
E sob mercê da besta,
Ajo como tal, um tolo.
Faço tantas besteiras...
E quando a verve baixa,
Lamento... E tal criança
Arteira, murmuro: perdão?
O ser humano tem apenas um vislumbre do que é bom e ruim, do que é um bem ou um mal, mas não consegue compreender a realidade plena, como Deus a percebe. Muitas vezes, o que consideramos mal é, na verdade, um bem, e o que julgamos ser bem pode, na realidade, ser um mal. Por isso, é essencial buscar aprender com Deus, que detém a visão completa e verdadeira de todas as coisas.
Aprender a gostar de nós mesmas é um grande passo para deixar de querer entender a cabeça dos homens.
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Quando você atinge um certo ponto da sua vida, há pessoas esperando que você caia. Ao invés de deixar que a gravidade te puxe para baixo, às vezes é preciso resolver as coisas com as próprias mãos e voar
“Quando eu tô me livrando de tudo aquilo, você sempre da um jeito de parecer e bagunçar minha vida mais uma vez”.
Não tenho rótulo e nem descrição. Estou, em tudo e em mais um pouco;
triste
feliz
bonita
feia
carente
cansada
Sou tudo, ou melhor, estou em tudo. 'Estou' no sentido de somente estar e não ser,
não se prender, nem se permitir, ser somente uma.
As vezes quero tanto que não tenho nada, às vezes quero nada e tenho tanto.
Quando quero nada vem tanto, e quando quero tanto já não tenho mais nada.
São tantos ir e vir, e eu sempre fico aqui...
As coisas deveriam mudar, é complicado mudar o que você sempre foi.
Porque, na verdade, a gente não sabe como.
Acredito que há um herói dentro de todos nós... Que nos mantém íntegros. Que nos dá força. Nos enobrece. E, por fim, nos deixa morrer com dignidade. Mesmo que, às vezes, seja preciso ser firme e desistir daquilo que mais queremos. Até dos nossos sonhos...
Pai de bailarina
Na porta das escolas de dança, chegam eles um pouco tímidos, às vezes desajeitados... enrolam e desenrolam o coque com pouca habilidade... chegam com suas pequenas nos ombros, na garupa da bicicleta, de mãos dadas... talvez não sejam tão bons em colocar as sapatilhas ou vesti-las com meia-calça, mas são realmente grandes em amor e proteção...
Ser pai de bailarina é trocar o futebol pela apresentação, é se tornar motorista profissional para chegar a tempo nos incontáveis ensaios, ser pai de bailarina é ser patrocinador de uma artista com qualidades únicas... Ser pai de bailarina é dividir com sua menina todos os seus sonhos cor-de-rosa!
E vou vivendo os meus dias. Um dia de cada vez. Pois cada dia é assim, cada qual com surpresas sem fim. Em cada lugar uma emoção. Na minha cama tem sonho bom, tem alegria em algum lugar do armário, tem saudade em meu diário, algumas lágrimas em meu baú, embaixo da cama tem bicho-papão, na sala tem meditação, mas o melhor é a cozinha e quando sinto ela só minha, ataco a geladeira. Lá tem fome de viver. E devoro ela inteira. E vou vivendo os meus dia. Um dia de cada vez.
Impaciência
Eu queria dormir
longamente…
(um sono só…)
Para esperar assim
o divino momento que eu pressinto,
em que hás de ser minha…
Mas…
e se essa hora
não devesse chegar nunca?…
Se o tempo,
como as outras cousas todas,
te separa de mim?!…
Então…
ah!, então eu gostaria
que o meu sono,
friíssimo e sem sonhos
(um sono só…)
não tivesse mais fim…
Se eu pudesse correr pelo tempo afora,
vertiginosamente,
futuro adiante,
saltando tantas horas tediosas,
vazias de ti,
e voar assim até o momento de todos os momentos,
em que hás de ser minha!…
Mas…
e se esse minuto faltar
nas areias de todas as ampulhetas?…
E se tudo fosse inútil:
a máquina de Wells,
as botas de sete léguas do Gigante?!…
Então…
ah!, então eu gostaria
de desviver para trás, dia por dia,
para parar só naquele instante,
e ele ficar, eternamente, prisioneiro…
(Tu sabes, aquele instante em que sorrias
e me fizeste chorar…)”
