Termino de um Amor Proibido
Esquece um pouco dos problemas, da vida difícil que é
de amargar
Quem canta seus males espanta, e eu tenho a esperança
que vou conseguir
O pouco que tenho foi dado, mas sou solidário e vou
dividir
Saber calar,
Às vezes, se faz bem mais necessário que falar,
E é um ato grandioso;
Quando o momento não é propício para palavras,
Principalmente, quando estas são frias,
E não propagam o contexto
Que se encaixa no preciso instante;
Ou, quando o silêncio se faz elegante,
Definindo que nem sempre,
O discurso é propício.
Existem três gêneros de plenitude: a de um vaso que retém e não dá; a do canal que dá e não retém; a da fonte que cria, retém e dá.
Um dia você usa de tanta indiferença com alguém
que consegue exatamente o que deseja:
ser esquecido.
A indiferença não é uma palavra, mas sim um acto de frieza.
Mulher gordinha no teu, colo quero deitar! Envolver meus braços no seu corpo e um beijo ardente na sua boca eu quero dar.
Estava ansiosa para reencontrar o meu amado, cada segundo era uma tortura, ele tardara um pouco, e isso já era suficiente para que minhas mãos começassem a tremer, meu coração palpitava forte, sentia um frio na barriga como se borboletas se mexessem em meu ser.
Quando enfim, o telefone toca, era ele avisando que estava no portão, ah! Pude suspirar por alguns segundos, fui recebê-lo, dei um sorriso ao deparar com o grande amor da minha vida, ele era tão belo, seus olhos brilhavam, pude notar. Nos abraçamos como se não tivéssemos nos visto há décadas, como era bom tê-lo em meus braços, sentia-me como em um porto seguro no qual o medo não fazia morada.
Eu gosto tanto de você
Você diz gostar de mim
Que às vezes me pergunto
Será que isso um dia vai ter fim?
Pois sem um fim, a vida não teria propósito
Ou seria o propósito, o próprio caminho?
De viver um sonho tão querido
Não sei, talvez não houvesse propósito
Apenas gratidão por te-lo vivido
Querer as coisas que não podemos ter
De tentar alcançar o impossível
Para vivenciar apenas um momento
Uma fração daquilo
Que enquanto vivi, sei que foi infinito
E contra maré a gente continua
Competindo contra os nossos erros
Tentando consertar aqueles que cometemos
Comemorando as vitórias
Que devemos a nós mesmos
Me diz minha querida amiga
Quando tudo o que restar de nós
Forem as memórias empoeiradas nos móveis da sala
E os pequenos sonhos colados nas paredes
Promessas e teu nome rabiscado com gizes
Será que você ainda se lembrará,
Do quanto éramos felizes?
E quando ouvires notas erradas
num qualquer violão
Você ainda se lembrará de mim cantando,
Aquela nossa favorita canção?
E se um dia eu não estiver mais aqui
Por alguma infelicidade da vida
Quero que me prometa menina
Que só não se esqueça que, para mim
Você sempre foi a minha melhor amiga
Eu poderia escrever um texto gigante cheio de palavras clichês falando o quanto eu gosto de ti e o quanto tu significa pra mim, mas sei que não preciso disso pra demonstrar todos os meus sentimentos por ti. Eu só preciso te agradecer por tudo o que tu fez e ainda faz por mim. Obrigada por estar ao meu lado nos momentos difíceis, sempre me apoiando e me mostrando o caminho mais correto a ser seguido, e principalmente por estar ao meu lado nos momentos mais felizes, que nesse ano foram todos ao teu lado. Enfim, obrigada por ter feito meu ano valer a pena. Te amo lindo!
Aquilo que sinto
Aquilo que sinto
É um dos sentimentos
Mais sentidos
(Não minto!)
Tem “a” na primeira sílaba
Queima por dentro
E pesa no peito
Se verbalizar
Pode até rimar com mar
Mas parece mais um rio
Pois é um sentimento frio
(Até doentio)
Viver e sentir este vazio
Seja você mesma em qualquer lugar ou ocasião, mas se um dia precisar disfarçar, que se disfarce de palhaço.
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
