Termino de um Amor Proibido
O amor não tem respeito por ninguém, ele não bate para entrar em nosso coração, chega na hora que quer, entra sem bater, e o pior de tudo, quando mandamos ele sair de dentro de nós ele não sai e vendo que estamos tentando tirá-lo a força, sabe o que ele faz? Ele nos machuca ainda mais e em alguns momentos nos faz chorar.
Não podemos deixar de acreditar naquilo que sentimos, pois o amor não é questão de acreditar ou não, o amor é questão de sentir.
Entregar-se ao amor que setimos por alguém é fácil, o difícil é entregar-se à tentativa de amar alguém que ainda não amamos.
Ajude seu próximo com tudo que Deus te deu, seja dinheiro, sabedoria, amor, paciência, inteligência, solidariedade, carinho, enfim, o dinheiro não é o objetivo, ajudar é o objetivo! Olhe ao redor! (PLDD)
Eu sei que nada vai mudar
Nada será capaz de mudar
O que estou sentindo neste momento,
O amor chegou e com ele a certeza
És eterno, és constante
Notável? Sim, perceba em meu olhar
Em meu jeito de falar
Neste mágico momento incapaz estou
És mais forte que minhas forças
Dominou-me, volto a dizer estou presa a liberdade de amar.
Não deveria ser diferente,
Você: A explicação lógica, a resposta e novas perguntas,
A essência da minh'alma!
MEL SUAVE EM MINHA BOCA,AMOR QUE ME TRAS SAUDADES E SONHOS DE DESEJOS,COMO EU QUERO OLHAR TUA FACE, SAUDADES DE TI...SAUDADES QUE DOI NA MINHA ALMA, QUERO ESTAR CONTIGO SEMPRE, TE AMO INESPLICAVELMENTE E O MEU AMOR E TODO TEU AMOR RENATO.
ADORAÇÃO DOENTIA
Como eu te adoro amor sagrado,
Se tu soubesses tanto tanto
Que por vezes eu garanto
O quanto no pranto,
O tenho abafado.
Como náufrago que vai a nado
Com um poema erguido
Na mão cansada, fremido,
Como se carregasse um fado
No fardo às costas sentido.
No destino de dor suprema
Num cântico de heresia
Pão, sopa e vinho, poema
Como eu te amo, minha pena,
Minha louca poesia!
(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 27-08-2022)
I N V E N Ç Ã O
Fui eu que inventei o amor,
Mesmo sem saber se era dor
Aquele ardor que se sente
Logo que se pronuncia
A palavra amor.
Senti-lo, é bem pior
Do que praticá-lo?
Eu sei lá!
Só sei que o amor
É uma coisa
Que quase deixaram
De pronunciar
Com medo do bicho amor.
Afinal, não fui eu
Que inventei o amor
E jamais
O inventarei.
(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 01-09-2022)
DIZ-ME NUM VÓMITO
Diz-me, porque estás triste ?
Amor rebelde, sem meu coração
Do sangue que pedias
Com a tua espada em riste,
Nessa mão,
Tremulando
Velhinha de emoção
Como a minha ficando
Apalpando o que não existe.
Diz-me, porque estás triste ?
Assombramento meu,
Sempre ao cimo da minha cama
De penas,
Tão apenas
Nas noites claras de breu,
Quando eu tinha medo de mim
Ao subir as escadas da cama musical
De bacanais infernal,
Que dizem ser ruim,
Até a do Orfeu.
Maldito seja eu
E quem me desafia
Em euforia,
Nesta noite tão só, tão fria,
Em que vou, sem vir
Mais que tempo de ir
Sem pena
Nem pensar
De voltar.
Diz-me, porque estás triste?...
(Carlos De Castro, " in Portugal Sem Censura, No Brasil, Sim", Em 06-09-2022)
CRUEL DESTINO
Pedem-me amor
E eu não sei o que isso é;
Porque nunca o tive ao pé
De mim.
Assim,
Não sei se ele é dor
Ou prazer do início ao fim.
Pedem-me poemas
E eu não sei o que isso é;
Porque, malditas as minhas penas:
Poemas, será gente de fé?
Não quero nada,
Porque nada sei dar
Desde menino,
A não ser meu cruel destino
De querer amar
No já,
A quem nada me dá.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 08-11-2022)
AMOR FUGIDIO
Luz que vieste do oculto
Luz que cega sem brilhar,
Que convida a mar de amar
Maré negra de outro vulto.
Por que andaste no ofusco
Do meu sol de companhia,
Quando eu somente te pedia,
Essa coisa do amor que busco.
Fugiste. Eu vi, eu sei,
Porque por ela me dei,
Na noite longa que dormia.
Um sono de olhos abertos,
Como que a fixar a luz,
A tua, dos olhos incertos.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 06-01-2023)
