Termino de um Amor Proibido
SONHOS!
Um dia dei asas a minha imaginação e voei , voei ;
E voando, voando, cheguei a Deus;
E chegando a Deus pedi a ele que me
Transforma-se em Sol.
Deus me transformou num Sol, e como Sol
Eu lhe acompanhava por todo o dia;
Você sentia minha presença em você ,
Não da forma que eu queria, mas sentia.
ENTÃO O DIA CAIA, A NOITE SUBIA,
E EU LHE PERDIA.
Então voltei a Deus e pedi a ele que me
Transformasse na Lua.
Deus me fez a Lua.
AH... Eu penetrava pela fresta da sua janela
E protegia o seu sono;
Eu lhe tocava nos seus momentos mais íntimos,
Não da forma que eu queria, mas tocava.
ENTÃO A NOITE CAIA, O DIA SUBIA
E NOVAMENTE EU LHE PERDIA.
Pois bem: mais uma vez voltei a Deus
E pedi a ele que me fizesse seu sangue;
Deus me fez seu sangue.
AH!! Era maravilhoso!
Eu percorria por todo o seu corpo;
Eu tocava por inteiro, todo o seu interior.
Não da forma que eu queria, mas tocava.
Até que um dia me fez correr tanto em suas veias,
Que eu não entendi.
Foi quando você se apaixonou;
Eu fiz seu coração pulsar mais forte,
Eu fiz a sua cabeça sonhar por um amor,
Por um amor que não era o meu, mas fiz.
Finalmente voltei a Deus e pedi a ele
Gostar, apaixonar-se e amar.
Deus me fez humano, para
Que você pudesse amar;
Porque todo esse tempo eu
Sempre quis ser tudo o que você sonhava.
Deus disse que eu seria uma pessoa feliz e alegre,
Que eu saberia rir e brincar com as palavras...
E hoje rio e brinco com as palavras
Que eu encontro aqui
sem saber se um dia você iria ler...
Somente vire a pagina de um livro quando tiver certeza de ter entendido o contexto e as entrelinhas, evitando correr o risco de perder algo precioso em sua vida ou não entender o final da historia...
Sobre críticas, conselhos, opiniões nas escolhas de cada um:
Não estou apta para cuidar da vida alheia. Estou ocupada aprendendo a cuidar minimamente da minha.
Um dos grandes segredos da vida é a determinação. Se você age com dedicação total e planejamento aos seus projetos, o sucesso é uma consequência.
Por que ter vergonha? Me diz. Nossa... Você é linda, tem um corpo bonito. Não precisa ficar assim. Se solte, fique a vontade, se não eu também vou começar a ficar sem graça.
Ei! Me olha! Você não precisa ter vergonha de mim, eu gosto de você. Vem cá, chega mais perto. Relaxe, fique a vontade. Não vou fazer nada que você não queira. Pode confiar em mim.
“Quando duas pessoas se querem de verdade, elas dão um jeito de ficarem juntas, seja onde for. Isto é, se não perderem tempo com besteiras.”
Eu sou assim mesmo, um poço de segredos. Uma carta gigantesca e tediosa que poucos querem ler. Tão complicada quando se diz há respeito do que sinto e ao meu jeitinho de ser. Ora feliz. Ora triste. Sou uma caixa fechada cheia de mistérios e surpresas. Sempre vou surpreender-te com alguma atitude inesperada. Sempre vou ser essa caixa difícil de abrir. Aprendi ser assim, difícil. Porque percebi que as pessoas gostam do difícil, gostam de querer ter o que não tem, e também dão mais valor ao que foi difícil de se conquistar. Gosto de inovar, o igual é cansativo demais. Não uso roupas de marca e nem a que está na moda. Uso apenas roupas e combinações que me agradam. Meu guarda-roupa contém mais shorts e calças jeans do que vestidos. Sei ser fria com quem merece, sei ser legal com quem me respeita, sei ser má com quem quer se fazer de espertinho perto de mim. Quando é para falar, eu falo mesmo e algumas vezes falo até o que não devia. Mas quando é para falar sobre o que sinto, sou um túmulo. Deixo tudo guardadinho bem no fundo para que ninguém veja, e se perguntarem, vão ter o meu silêncio como resposta. Não porque eu não quero dizer, - mesmo que em algumas vezes eu não queira - é que às vezes não sei como, me faltam palavras para descrever tanto sentimento acumulado, provocando tanta desordem neste meu coração mais que bagunçado e teimoso. Sim, teimoso. Quantas vezes avisei para não se apaixonar? Quantas e quantas vezes te disse para não se iludir? Várias, várias e várias vezes. Mas é como eu sempre digo, ninguém me ouve, nem mesmo meu próprio coração. Todos fingem serem surdos para não ouvir o que tenho à dizer. Já me acostumei com esse fato. Mas só porque eu não digo, não quer dizer que eu não sinta. Eu sinto, sinto mais do que deveria. Sinto pena, sinto vontade, sinto raiva, dor, saudade e sinto um amor enorme por uma certa pessoa que não posso ter por perto. Levo minha vida fazendo minhas maiores obrigações, respirando, sobrevivendo. E principalmente, fazendo todos a minha volta rirem. Porque isso é o que eu sei fazer de melhor, fazer quem amo feliz. Meu jeito sempre foi assim desde pequena, sempre tive esse jeito engraçado que fazia todos felizes. Quem me vê em alguma rodinha de amigos conversando, nunca irá imaginar que escondo um coração quebrado. E mesmo tendo esse coração quebrado nunca deixei de sorrir. Nunca deixei de sair para festas e me divertir. Gosto de diversão e bagunça, menos a bagunça dos meus sentimentos.
Muitos pensam que eu me pareço a um ladrão. Mas eu conheço a muitos, que sem parecerem o que são, são aquilo que pensam com o que eu me pareço.
Criança periférica rejeitada...
Teu mundo é um submundo.
Nota: Trecho do poema Menor abandonado.
...MaisQuando é negado a um homem o direito de viver a vida que acredita, ele não tem escolha,a não ser se tornar um fora da lei.
Encaro a vida como um Tabuleiro de Xadrez, assuntos são peças, problemas são jogadas e a vida é uma estratégia... no tabuleiro existe o contexto, sei o que é preciso para ganhar o jogo e caminho passo a passo até o cumprimento do meu foco.
Parábola da vaquinha no precipício
Um mestre passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer-lhe uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também, com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores – um casal e três filhos – vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então, aproximou-se do senhor e perguntou-lhe:
– Neste lugar, não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como a sua família sobrevive aqui?
O senhor respondeu:
– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite. Uma parte do produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por comida e a outra produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu, se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou ao seu discípulo e ordenou-lhe:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e jogue-a.
O jovem arregalou os olhos e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família; mas, como percebeu o silêncio do seu mestre, cumpriu a ordem: empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Anos depois, ele resolveu largar tudo e voltar àquele lugar, pedir perdão e ajudar a família. Quando se aproximou, do local avistou um sítio bonito, com árvores floridas, carro na garagem e crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a família tivera de vender o sítio para sobreviver. Chegando lá, foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre as pessoas que ali moravam.
Ele respondeu:
– Continuam aqui.
Espantado, entrou correndo casa adentro e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
– Como o senhor melhorou o lugar e agora está bem?
O senhor, entusiasmado, respondeu: – Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e, assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.
Muitas vezes temos que nos desvencilhar do que estamos habituados para podermos conhecer nossas verdadeiras habilidades. Cada dia, é uma oportunidade de refletirmos sobre a “nossa” vaquinha e empurrá-la morro abaixo...
MORAL DA HISTÓRIA
A história da vaquinha no precipício nos ensina que as dificuldades e os desafios podem ser oportunidades para o crescimento. Quando enfrentamos obstáculos, somos forçados a pensar criativamente e a descobrir novas habilidades que podem nos ajudar a superar as dificuldades.
Além disso, a história também nos lembra que devemos ter cuidado com as decisões que tomamos, pois elas podem ter consequências imprevisíveis e duradouras.
Como diz um amigo meu: "o que é verdadeiro, fica!"
E o que é verdadeiro? Vivemos num mundo onde tudo é permitido, enganar, fingir, forjar carateres, trapacear, encobrir fatos, negar passados, mascarar defeitos, omitir culpas.
Somos fruto de uma geração Rede Globo, aprendemos a interpretar papéis de acordo com cada situação, somos máquinas humanas treinadas para a arte da encenação, somos atores natos e muitos possuidores de um incrível talento, mas ao invés de ostentarmos uma premiação pela nossa atuação, colecionamos impunidades como troféus, expostos dentro do nosso próprio ego.
Num mundo como o de hoje valores como a verdade e a honestidade são menosprezados e até discriminados.
O ser humano foi programado para mentir, para esconder sua culpa, seu erro. Desde o Éden onde Adão tentou esconder sua culpa e colocá-la em Eva. Desde então temos a alma feita para trapacear e para levar a melhor, seja como for.
Só um ser humano até hoje foi verdadeiro desde sua existência, até a morte: Jesus. Somente um em toda a humanidade. Isso prova que a mentira faz mesmo parte da nossa natureza.
Nem tudo pode ser fingido, sensações como a de dor e prazer não podem ser contidas nem oprimidas, não podemos ser torturados e fingir não estarmos sentindo dor alguma. Mas será que somente as reações involuntárias são genuinamente verdadeiras?
Sabemos que só as crianças (e as bem novinhas!) não mentem, mas e os adultos? Como sabemos se estamos diante de algo verdadeiro ou de uma “atuação Global”?
Somente o tempo dirá, a amizade verdadeira dura anos, o amor verdadeiro não acaba, um gesto verdadeiro marca a vida inteira, pois o que é verdadeiro...fica!
Não precisas se esconder. Ou és ou não. Não seja teleguiado por vontades alheias. Cada um é responsável por seus atos.
