Termino de um Amor Proibido
Oxalá, Alá, Jeová, Buda, Deus, Vários nomes e um só Deus. Respeite a minha religião e eu respeitarei a sua, desrespeite a minha religião e eu respeitarei a sua, o seu preconceito é falta de conhecimento, o meu respeito é puro conhecimento.
“Saio pra caminhar um pouco. Dou duas voltas no quarteirão, encontro duzentas pessoas e não vejo nenhuma criatura humana.”
Tratar o outro como uma pilha de cristais finos. Pois o ser humano é um amontoado de traumas. E cada um desses traumas merece atenção e tato, quase tratamento especial. Daí se faz a intimidade máxima: um conhece os problemas emocionais do outro, muito mais do que as suas mães ou os seus analistas jamais conheceram. É, no fnal das contas, essa sabedoria que sustenta os alicerces de um casamento. Mas mantê-los é tão cansativo que, às vezes, os casais duvidam se aquilo vale a pena. Senão seria melhor viver sozinho, do que ter que estar atento a tudo o tempo todo. Estar ligado às variações de humor do outro, às faltas de interesse físico, ao desânimo com a própria higiene. Estar acompanhando é um trabalho árduo, disfarçado de aconchego.
as fotografias que tiro de objetos e paisagens são um meio direto de conhecer o mundo aos meus olhos; portanto cuidado.
Menina Mulher...
Sorriso de menina, um olhar de mulher
Tão linda é a menina, que já sabe o que quer.
O Amor te ensina, a ser a inocente menina
Ou a experiente mulher.
A música obriga a esquecermo-nos da nossa verdadeira personalidade, transporta-nos a um estado que não é o nosso. Sob a influência da música temos a impressão de que sentimos o que não sentimos; que compreendemos o que na realidade não compreendemos; que podemos o que não podemos. É como o bocejo ou o riso. Não temos sono mas bocejamos quando vimos alguém bocejar. Não temos vontade de rir, mas rimo-nos, ouvindo rir. A música transporta-nos, de surpresa e imediatamente, ao estado de alma em que se encontrava o artista no momento da criação, confundimos a nossa alma com a dele e passamos de um estado a outro sem saber por que o fazemos.
(Sonata a Kreutzer)
É fácil provocar a raiva em outra pessoa, um olhar de pouco caso, um desrespeito, um insulto. Mas o grande guerreiro consegue vencer essa batalha. Não pelo soco, pelas técnicas de luta física, mas pelo controle de si mesmo.
Creio que as pessoas que vivem para as outras chegarão um dia a reconstruir o que as egoístas destruíram.
Um pequeno problema não um problema, mas um grande somatório de pequenos problemas é um problema muito grande
Sabe? Eu não te entendo, mas anota aí, vai ter um dia que você vai correr atrás de mim, você que vai puxar assunto, e sabe oque eu vou fazer? O mesmo que você faz, eu vou me fechar eu vou te ignorar, porque minha paciência é muito pouca pra pessoas ignorantes, um dia eu vou cansar de correr atrás de você, um dia eu te esqueço, e você não passará de uma lembrança ruim, ou apenas um pesadelo
Cada um é filho das suas obras.
A saudade é um buraco dolorido na alma. A presença de uma ausência. A gente sabe que alguma coisa está faltando. Um pedaço nos foi arrancado. Tudo fica ruim. A saudade fica uma aura que nos rodeia. Por onde quer que a gente vá, ela vai também. Tudo nos faz lembrar a pessoa querida. Tudo que é bonito fica triste, pois o bonito sem a pessoa amada é sempre triste. Aí, então, a gente aprende o que significa amar: esse desejo pelo reencontro que trará a alegria de volta. A saudade se parece muito com a fome. A fome também é um vazio. O corpo sabe que alguma coisa está faltando. A fome é saudade do corpo. A saudade é a fome da alma.
