Termino de um Amor Proibido
Quando é conivente para com o amor, as pessoas trocam afetos votos promessas Juras e fidelidade, se esquecem que tem um prazo para quitar a promissora.
Quero te falar do meu amor: é para você o meu melhor, por ti os meus sentimentos viajam em pensamentos, feliz na sintonia do amor.
O teu amor não está escrito em cordel, repentes, livros, poemas nem em histórias. Está tatuado, gravado em minha vida vivida.
Quando a paz está em guerra, o amor em conflitos, a vida sem direção, está na hora de parar respirar entender que nada se resolve por resolver, tudo é um controle que não temos a direção, resumindo, tudo é programado nós somos os figurantes na plateia acenando numa mesma direção.
As dádivas são presentes do criador para equilibrar nossas imperfeições, a vida, o amor, o livramento, são os pilares que edificam as vidas vividas diante do criador.
Quando a fé estiver abalada a dúvida superar a força, o amor escolhe a simplicidade por não desistir de ir a frente.
Se você não tem a capacidade pare ser uma dimensão de felicidade de amor e paz, então vá te encontrar no subúrbio em decomposição na mente vazia.
'O amor é meio louco, meio lúcido. Nós o carregamos na intensidade que podemos compartilhar. Cada qual com seu peso, mas sem medida exata.'
'AMOR MACRÓBIO'
Sinto o amor de uma forma
tão errônea, tão moldada,
tão sonhada, tão tristonha.
O amor que outrora voou.
Outros estão florescendo.
Não cabem no peito da dor!
Mas sinto-o das formas tão
variadas. Redondo, quadrado,
túmido, medonho. Ah amor!
Sinto-te ainda sepultado.
Fulgente nas estrelas!
Antiquado nos enamorados.
Quero-te amigo, opoente,
dormindo, acordado! Tônico
e dormente. Hesitando as
tantas moradas em mim...
'SOBRE O AMOR...'
Estava falando sobre o 'amor' dias atrás. As pessoas falam tanto de amor, mas um amor no campo das abstrações. Disse que, o que vejo desmedido é o puro desamor entre as pessoas...
Falta concretude ao se falar de amor e tantos outros temas, como a ética, por exemplo. Passe um troco errado (para mais) e veja quantas pessoas devolvem? Ou peça um dinheiro para comprar um prato de comida...
Sempre tive minhas reflexões sobre o amor, mas de repente resolvi não mais fazê-lo. Há coisas que se explicada, perdem seu verdadeiro sentido.
'PONTO PARÁGRAFO'
O amor perde-se no vento e
as vicissitudes da alma afaga o coração.
A releitura da arte que criamos
vai desmaterializando às minguas até o ponto fulminante.
Identidade sem labirinto.
Período de sobejos,
sem beijos.
E as novas formas abrem uma cortina
dilacerada em preto e branco.
Época dos grandes sismos em
que gigantes descobertas chegam de rotina,
afunilando a luxúria,
a soberba, a arrogância.
Tempestades gritam ao ouvido
verdades rejeitadas.
A apreensão silencia a voz.
As noites ficam inquietas
falando dos desejos já amaldiçoados.
É a nova 'lei dos contrários' que chega de supetão,
águia sem visão,
indagando-nos dos zigue-zagues traçados.
Tudo passageiro!
O grande livro tornar-se inautêntico
com suas páginas rabiscadas.
E o tremor das mãos que não para,
interrompe as novas páginas que estão no porvir.
E o 'tudo' totaliza-se no utópico
com seus amores e injúrias, poemas mórbidos,
fragrâncias esquecidas: penúrias!
'INACABADO'
O amor passou.
Vertiginoso.
Modesto nas suas facetas.
Com ele,
Fomos juntos.
Escalamos montanhas.
Desafiamos o poder da admiração.
Olhamos nos olhos,
Recitamos palavras expressivas.
As lembranças
Que [ele] nos esculpiu,
Perpetuam um passado presente.
Falou tanto e,
Como um raio,
Partiu sem direção.
Construiu o impossível
E disse adeus,
Deixando nossas almas inacabadas,
Soltas aos ventos...
As montanhas movem o amor. As montanhas derrubam o amor. As montanhas criam o amor. Resumindo: a essência está nas montanhas.
