Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos

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⁠Se Você Focar nos Defeitos...Você Vai Perder a Fé, a Esperança, a Alegria...

⁠⁠Ensina-me a sentir Teu coração
Jesus, quero ouvir Teu respirar
Tirar Teu fôlego com minha Fé
E Te adorar Jesus Tu és o Pão que me alimenta O Verbo Vivo que desceu do céu... Abraça-me Cura-me Unge-me Toca-me...

Deus Vai Acalmar e Alegrar Seu Coração e Aumentar Sua Fé. Bom dia!

A Fé Não Depende do Cargo, Título, Idade...

A Fé como Força: A Fé em Jesus Cristo é vista como a Fonte de força para superar tentações e viver uma vida que busca evitar o pecado.P.G

Revisitar a fé em Deus,
Sem esquecer seus princípios,
Colorir a visão com arte,
Entender que não fazer Sol
também faz parte,
Adoçar a palavra
com poesia e serenidade,
Cultivando o jardiminterior da liberdade.

Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.


Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.


Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.


No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.

Fé como alicerce da sua vida,


e o respeito a quem tem


fé como você mesmo sendo


de religião diferente,


Seguir o Rukun Negara é


a orientação para seguir


em união com a sua gente,


O quanto você é capaz


de colocar em prática,


fala profundamente


sobre você e do encontro


com a segurança em Deus


para se proteger e proteger os seus.

A paz da flores da Sucuuba
é o quê desejo para que a fé
e nem mesmo a inspiração
se percam do teu coração;
E que toda a escuridão
proporcione enxergar
mais de uma constelação.

Algo de fé Chavín
ofertado diante
Lanzón Monolítico,
Entrego e prossigo
reunindo a Natureza
e o infinito ordenado
do desígnio aceito,
Para que se embale
e floresça a pacificação
trazendo transformação.

O sucesso é inevitável para quem está em paz antes de vencer e tem fé na vitória antes de conquistar.

Sob a fé como escudo austral
e a florada da Caroba branca,
Não desisti de ensinar a olhar
para o céu a qualquer hora,
Pois a tranquilidade de outrora
faz muito tempo que escorreu
entre os meus e o seus dedos,
sei quem desejam que colapsemos,
-- e nem amanhã acordemos.


Promessas e superioridade
alheia não salvam ninguém,
Não cultive o amor ao nosso
chão só quando convém,
Porque eles só fazem algo
somente vendo a quem,
Alguns precisam entender
que eles ignoram o nosso bem.


A asfixia da cápsula do tempo
se repete implacavelmente,
estamos no revival do século XIX
por quem prega que pertence
o Hemisfério Ocidental,
sem pudor de repetir a fórmula
atroz em Fort Snelling,
não sei o que se passa com
os três presos da Oglala Sioux.


Mesmo que tentem apagar
a graça de olhar a Via Láctea,
nada me impede de ler
a progressão que me leva
do visível ao invisível,
e do tátil ao espiritual - enleva,
o amor divinal que pode ser
dito em letras, verbos e silêncios.

Muitos crentes se orgulham da fé que dizem possuir, comparando quem crê mais como membros vaidosos dum mesmo culto ao ego.

Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠Um dos propósitos mais belos da fé é constranger o impossível.

⁠Um dos maiores e mais belos propósitos da fé é constranger o impossível.

Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.






Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.


Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.


É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.


A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.


Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.


E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.⁠


Quando o Sagrado vira instrumento, ele deixa de elevar e passa a encobrir.


Palavras que deveriam consolar, orientar e transformar, tornam-se escudos retóricos, usados para blindar interesses ocultos, justificar excessos e maquiar as más intenções.


Não é a fé que se esvazia por si só — é o uso indevido dela que corrói sua credibilidade diante dos olhos atentos e, sobretudo, dos decepcionados.


A repetição desse gesto — invocar Deus em vão, em discursos vazios de prática — cria um ruído muito perigoso: quanto mais se fala em nome d’Ele, menos se percebe Sua presença nas atitudes.


E então nasce a dúvida…


Não a dúvida honesta, que busca compreender, mas a desconfiança cansada, aquela que já não acredita.


A fé, que deveria ser ponte, passa a parecer palco.


E quem assiste, pouco a pouco, se afasta.


E se continuarmos dando palco aos que usam o nome d’Ele e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados por um fenômeno ainda mais grave: transformar o Livro mais lido e menos vivido no mais evitado do mundo.


Porque não há nada mais contraditório do que uma mensagem de amor sendo transmitida por atitudes de vaidade, exclusão ou manipulação.


A incoerência não apenas enfraquece o discurso — ela o invalida.


E quando isso se repete o suficiente, o problema deixa de ser quem distorce e passa a ser também quem assiste, aplaude ou silencia.


Talvez o maior risco não seja a perda da fé, mas a banalização dela.


Quando tudo se diz em nome de Deus, nada mais parece vir verdadeiramente d’Ele.


E nesse excesso de vozes, a essência — silenciosa, exigente, transformadora — vai sendo soterrada.


Resgatar o sentido do sagrado talvez exija menos declarações públicas e mais coerência privada.


Menos exposição, mais vivência.


Porque a fé que resiste não é a que se impõe em vozes estridentes, mas a que se revela, discretamente, naquilo que se faz quando ninguém está olhando.

⁠Em meio a tanto ruído, já não se sabe se a fé da humanidade está sendo provada ou se é só para descobrir as cabeças alugadas.


Talvez o maior drama do nosso tempo não seja a ausência de informação, mas o excesso dela atravessando consciências cansadas.


Nunca se falou tanto sobre liberdade de pensamento e, paradoxalmente, nunca foi tão fácil encontrar pessoas repetindo discursos prontos como se fossem conclusões próprias.


A avalanche de opiniões instantâneas transformou convicções em mercadorias emocionais: compra-se uma narrativa, veste-se uma indignação e aluga-se a própria percepção em suaves parcelas ideológicas.


A fé — não apenas a teologal, mas também a humana — parece encurralada entre o barulho das certezas fabricadas e o medo de pensar por conta própria.


Porque pensar exige muita coragem…


Exige o desconforto de admitir dúvidas, rever posições, contrariar o próprio grupo e suportar o silêncio antes de formular uma opinião.


Mas o ruído moderno não tolera pausas; ele exige posicionamentos imediatos, reações inflamadas e fidelidades cegas.


Nesse cenário, muita gente já não busca compreender o mundo, apenas encontrar um coro que confirme aquilo que deseja sentir.


E quando a emoção substitui completamente o discernimento, a consciência deixa de ser território de reflexão para virar palanque de repetição.


É aí que surgem as “cabeças alugadas”: pessoas que terceirizam a própria capacidade crítica em troca do conforto de pertencer a algum rebanho político, religioso, cultural ou digital.


O mais curioso e inquietante é que os manipuladores nem sempre precisam mentir.


Basta alimentar medos, vaidades e ressentimentos pré-existentes.


Uma população emocionalmente exausta se torna vulnerável não apenas à desinformação, mas também à sedução das respostas simples para problemas complexos.


E toda resposta simples demais costuma cobrar um preço muito alto da lucidez.


Ainda assim, talvez exista alguma esperança justamente naqueles que continuam desconfiando do excesso de unanimidade.


Os que ainda conseguem ouvir, ponderar e mudar de ideia sem sentir que traíram a própria identidade.


Porque a verdadeira fé, sobretudo na humanidade, talvez não esteja em quem grita convicções, mas em quem preserva a honestidade — espiritual e intelectual — mesmo quando o ruído coletivo tenta sufocá-la.


No fim, a grande prova pode não ser descobrir quem está certo ou errado, mas quem ainda consegue pensar sem precisar entregar a própria mente para terceiros.