Frases com ter

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Se seu parceiro tem senha no celular, e não te dá acesso, pode ter certeza, ele está te traindo sim.

Há um dia na vida, que a vida vai te pregar peças.... E, você vai precisar ter muita resiliência para não desistir. Por isso, é importante sempre trabalhar a paz mental!! Ela nos salva de coisas absurdas da existência, nos piores momentos dela. Eu sou prova disso!


Morri, e renasci.


Sofrer um colapso séptico e sobreviver, é um milagre.


Passar por uma cirurgia de emergência, e depois mais outra, com sequelas terríveis no corpo, e estar de pé, me faz sentir que sou como um soldado na guerra, lutando até o último homem, mas nunca desistindo.


Restam as dores, mas cá estou eu.


Minha paz interior, está nas alturas!


Obrigada universo por tudo isso. Descobri que sou forte, sem nunca querer ter sido.

04:48 da manhã de 20 de setembro de 2024... Tive uma crise de ansiedade severa, após ter dois sonhos e acordar com dor no meu tórax...


Eu sonhei que estava passando por um terreno onde estava minha mãe, imóvel, olhando para o meu irmão Alcadones, ele estava fazendo alguma peripécia, e eu passei observando e ele veio ao meu encontro com uma foto, eu não lembro se a foto tinha eu e ele e outra pessoa ou era somente eu e ele, sei que indaguei do por que ela está parecendo que estava bem envelhecida e embaçada, era algo assim. Depois, ela se tornou como um pedaço de gesso, tanto que consegui quebrar a parte em que estava eu e ele, ela caiu das minhas mãos, e fez um barulho como de gesso quebrado.


Logo depois tive um outro sonho, onde eu estava abraçando minha amiga da adolescência, a Mayla! Eu estava muito feliz em estar perto dela e por ter dado um forte abraço nela, eu estava muito sorridente e plena.
Então, acordei com uma dor aguda em meu tórax e minhas mãos começaram a gelar, ficar amarelada e sem vida.
Senti meus órgãos parar tudo!
Eu não sentia meu pulso e nem o coração, eu me sentei, orei o PAI NOSSO por várias vezes e resolvi acordar meu esposo, por sentir que estava morrendo.
Meus lábios começaram a tremer muito, junto ao meu corpo e vesti logo um vestido vermelho que tenho e coloquei o soutien, para que se caso eu viesse á morrer, estaria pelo menos decente, porque até então, eu estava com um vestidinho de alça bem velho, que a minha cunhada me deu para vestir, enquanto chegasse os meus, após a cirurgia.
Ele não é muito apresentável! (Risos)
Eu levantei e fiquei em pé, estava trêmula demais!
Peguei álcool e cheirei bastante, por um tempo de uns 15 minutos cheirando o álcool, orando e mantendo a fé, comecei a sentir o corpo esquentar e senti que tive vida novamente.
Agora, estou aqui escrevendo, após ter ido ao banheiro.




Ontem, sonhei que era casada com um padre barbudo e barrigudo, a gente era muito feliz!! Sonho mais aleatório (risos)

05:55 da manhã 18 de setembro de 2024


Sonhei pegando um ônibus em uma rodoviária, fui em Teresina, comprei vários vestidos e algumas bolsas pretas que estavam na promoção, eu não gostei muito das bolsas depois, comprei, mas depois estava em dúvida se realmente era para ter comprado, eu pensei em vender elas, mas não sabia como, porque tinha que alugar um ponto e no marketplace do Facebook, já não dava mais, porque estava restrito pra mim.
Depois parei em uma casa, onde eu estava apressada para ir há algum lugar, porém eu tinha que preparar o almoço para meus irmãos, eu estava cozinhando uma carne muito macia, para guardar e preparar depois, resolvi adiar a ida e preparar logo a comida, que não levaria muito tempo, então acordei enquanto despedaçava a carne para preparar o almoço.

Pensei ter perdido a minha inspiração, após revelar meus mais sublimes segredos.


Passei um tempo para entender que fui corajosa o bastante.


Foi por causa disso, que eu agora renasci.

Ter um porto seguro muda tudo. É saber que, depois de qualquer tempestade, existe um lugar onde a gente pode respirar fundo, descansar o coração e recuperar as forças. Não precisa ser perfeito nem grandioso; basta ser verdadeiro. Um porto seguro é presença, é cuidado, é aquele espaço onde a gente se reconhece e entende que, apesar de tudo, nunca está sozinha.

Mas olha que curioso, e aqui entra aquele tipo de reflexão que a gente só consegue ter depois que sobrevive ao próprio passado. Aquela menina que foi deixada do lado de fora da festa… ela não ficou pequena. Ela cresceu. Ela virou alguém que teve voz, que teve público, que teve coragem de se expressar num blog quando muita gente nem sabia o que era isso direito. E isso incomodou. Porque tem gente que só gosta da gente quando a gente cabe no lugar que elas determinaram. Quando a gente cresce, quando a gente brilha, vira ameaça.

Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.

Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.

E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.

Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.

Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.

E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.

O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.

E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.

Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.

Tem dias em que eu acordo com a sensação estranha de que fui colocada aqui sem nem ter concordado com os termos de uso. Tipo aqueles aplicativos que a gente aceita tudo sem ler, só que nesse caso… não tem como desinstalar, nem voltar pra versão anterior, nem reclamar no suporte. E aí eu fico nesse meio-termo curioso, quase filosófico, quase dramático, meio cômico também, porque olha a situação: eu não queria ter nascido, mas também não quero morrer. Eu só queria… sei lá… um intervalo. Um botão de “pausar existência” pra respirar sem ter que existir tanto.

E é engraçado perceber como essa ideia desmonta aquele discurso bonitinho de que viver é sempre um presente. Presente pra quem exatamente? Porque tem dias que parece mais uma entrega surpresa que ninguém pediu, embrulhada com expectativa, boleto e uma leve crise existencial de brinde. E ainda assim, eu fico. Eu continuo. Eu escovo os dentes, tomo café, respondo mensagem, faço planos, reclamo do calor, rio de meme. Uma rotina inteira construída em cima de alguém que nunca pediu pra estar aqui, mas também não tem coragem de ir embora. Olha que ironia elegante.

E aí vem a outra parte, aquela que pesa mais do que parece. Eu nunca quis dar essa experiência pra ninguém. Não por falta de amor, não por falta de vontade de cuidar, mas por uma lucidez meio incômoda: existir é bonito, mas também é cansativo. É um pacote completo, com alegria e angústia no mesmo combo, e eu fico pensando se é justo colocar alguém nisso só porque eu quis. Tem gente que chama de egoísmo não ter filhos, mas, sinceramente, às vezes me parece mais egoísmo trazer alguém sem garantir que o mundo vai ser gentil com ela. E o mundo… bom, o mundo acorda de mau humor com uma frequência preocupante.

Só que no meio desse pensamento todo, existe uma coisa que me segura, quase silenciosa. Uma curiosidade. Um “já que estou aqui…” meio despretensioso. Já que estou aqui, deixa eu ver o que acontece amanhã. Já que estou aqui, deixa eu sentir mais um pouco, rir de novo, me decepcionar de novo, amar de novo, reclamar de novo, porque reclamar também é uma forma de continuar. Eu não pedi pra nascer, mas já que nasci, eu vou observar essa bagunça toda como quem assiste uma série longa demais e pensa “agora eu quero saber como termina”.

No fundo, talvez não seja sobre querer ou não querer. Talvez seja só sobre estar. E ir lidando com esse estar do jeito que dá, com humor quando possível, com paciência quando necessário, e com aquela sinceridade crua de quem não romantiza tudo, mas também não desiste de tudo.

Agora me conta, você também já se sentiu assim?

Existe uma dor muito particular quando os nossos algozes são justamente aqueles que deveriam ter sido os nossos protetores.

Quando o sofrimento vem de estranhos, a ferida machuca. Mas quando vem daqueles que nos deram a vida, a dor atravessa camadas mais profundas da alma. Porque uma criança nasce acreditando que seus pais são um abrigo. Ela não nasce preparada para enxergá-los como ameaça.

Por isso, durante anos, muitos filhos carregam culpas que nunca foram suas. Crescem acreditando que mereceram os gritos, os castigos, a humilhação, a rejeição e a violência. Aprendem a duvidar de si mesmos antes mesmo de aprenderem a confiar em quem são.

Os verdadeiros algozes não deixam apenas marcas visíveis. Eles constroem prisões invisíveis dentro da mente. Fazem a vítima questionar o próprio valor, a própria capacidade e até mesmo o próprio direito de existir em paz.

E talvez seja essa a parte mais cruel de todas.

Porque os abusos terminam em um determinado momento, mas os ecos deles podem continuar vivendo dentro da pessoa por décadas.

Entretanto, existe algo que os algozes jamais conseguem controlar completamente: a capacidade humana de reconstrução.

Eles podem ferir uma infância, mas não conseguem determinar um destino.

Podem espalhar medo, mas não conseguem impedir o nascimento da coragem.

Podem tentar destruir a autoestima, mas não conseguem apagar para sempre a luz que existe dentro de alguém.

Chega um momento em que a vítima olha para trás e compreende uma verdade libertadora: sobreviver já foi uma vitória. Mas reconstruir-se é uma revolução.

Foi nesse instante que os algozes perderam.

Perderam quando a criança assustada se transformou em uma adulta consciente.

Perderam quando o medo deixou de comandar as decisões.

Perderam quando os ciclos de violência não foram passados adiante.

Perderam quando a pessoa escolheu a paz em vez do ódio.

Porque a maior derrota de um algoz não acontece quando sua vítima o enfrenta.

Acontece quando sua vítima deixa de pertencer ao sofrimento que ele criou.

Existem pessoas que passam a vida inteira tentando destruir outras. Mas a verdade é que ninguém consegue destruir uma alma que decidiu renascer.

E talvez a maior prova de força não seja sobreviver ao inferno que nos deram.

Talvez seja construir um lar dentro de nós mesmos depois de ter passado a vida inteira sem ter tido um.

“Deus pode muito bem ter feito todos nós para viver determinado tempo e depois ir embora, desintegrando-nos para sempre.”

Um Deus criador não precisaria necessariamente ter criado seres humanos eternos. Poderia ter criado organismos temporários, conscientes durante determinado período, destinados simplesmente a existir, experimentar, amar, criar, sofrer, aprender e depois deixar de existir.
E, curiosamente, isso não necessariamente destruiria o significado da vida.
Talvez até o aumentasse.
Se eu soubesse que uma música terminaria depois de cinco minutos, isso não faria os cinco minutos deixarem de ser música.
Se uma flor dura alguns dias, isso não significa que sua existência foi inútil.
Se uma vida dura algumas décadas, talvez seu valor não esteja em durar para sempre, mas em ter acontecido.

Você ter se afastado de uma igreja porque se sentiu julgado e excluído não significa que você tenha se afastado necessariamente de Deus.
Uma instituição religiosa pode decepcionar você.
Um líder religioso pode agir mal.
Uma comunidade pode ser hipócrita.
Uma pessoa pode usar a religião para controlar, humilhar ou excluir.
Nada disso prova que Deus não exista.
Da mesma forma, uma pessoa pode encontrar acolhimento, amizade e crescimento em uma comunidade religiosa. Isso também não prova automaticamente que aquela comunidade esteja certa em todas as suas doutrinas.
Deus e instituição religiosa não são sinônimos.

Me afastei de uma igreja depois de ter me sentido julgada e excluída. Então, esse tipo de cobrança que minha sogra faz constantemente toca numa ferida antiga.
E, ela nem entende os motivos...
“você está no caminho errado”, não é um convite. É uma repetição daquele mesmo julgamento que faziam antes!
Eu nem saio de casa com meu marido, estamos o tempo todo aqui...

"Agradeço por ter vindo falar. Mas hoje eu aprendi que não posso contar com você quando preciso. Espero que compreenda que eu vou saber me cuidar daqui pra frente. Que fique tudo bem entre nós, mas cada um no seu caminho."

Poderia ter-te oferecido um jardim de flores, meu amor, mas te dei o meu coração em atos silenciosos. Quantas vezes tropecei na escuridão da minha imperfeição? Contudo, fui redimido por tuas palavras, que ecoavam como cânticos eternos que diziam: "Eu te amo para sempre".

Não precisar corresponder à aprovação alheia nunca é simples, mas ter personalidade é entender que viver para agradar aos outros é deixar de existir para si.

Atiças-me com sorrisos, desnudas minhas vontades, para ter-te cativa em vossos desejos íntimos e em vossas fantasias que, em silêncio, desabrocham ardentes.

Crentes com mentes fechadas, surdas e cegas ao questionamento tendem a ter dificuldades para exercitar a lógica, a razão e o discernimento, agindo com bom senso, senso crítico, humildade e honestidade intelectual.
O óbvio também nos leva a refletir sobre a necessidade humana de pertencimento: muitas pessoas procuram ambientes nos quais encontram indivíduos que compartilham suas crenças e formas de pensar. Afinal, se estivessem dispostas a questionar suas próprias convicções, filosofar e racionalizar com mentes abertas, talvez percebessem que o conhecimento não exige submissão, mas liberdade para pensar, duvidar e rever as próprias ideias.
Uma mente aberta não teme o questionamento; teme apenas permanecer na ignorância por falta de disposição para aprender.

De nada adianta ter a palavra se não sabemos conjugar o verbo e usar o adjetivo.