Frases com ter
Existem certos tipos de situações que são detestáveis. Uma delas sem dúvida é você ter que trabalhar com quem não fala, isso é detestável.
Eu decidi me afastar daquilo que não me faz bem
Caramba, vou ter que me afastar de mim por um tempo.
O seu perfume combina mais na minha pele que na sua, será a fórmula exata para eu ter me apaixonado perdidamente por ti?
Se afastar de alguém é preciso mais do que orgulho.. é preciso ter coragem emocional, física e racional.
Nada pior do que ter a má sorte, de ser atendido por um médico arrogante, sensação de ter ido na clínica errada... ainda não me consulto com veterinário... ou não me consultava.
Mãe, eu gostaria de te dar aquele último abraço, aquele último olhar e dizer que eu gostaria de ter feito mais.
O pior sentimento de ter que trabalhar e conviver com alguém que não se gosta é ter que aturar essa pessoa como se desse para conviver normalmente
Posso julgar suas atitudes, mas não posso condenar um caminho que esta traçado pra ti. Por ego ter... E não altruísta ser.
Hoje eu pude observar o quão é importante o cotidiano em se ter "novelas" no dia a dia, que retratam o lado da vida real. Nós Brasileiros, infelizmente ainda temos a mente atrasada referente a diversos assuntos. Religião, sexualidade, cor, classe social, que prevaleça o amor, o amor pelo próximo, que prevaleça o respeito, independente da sua opinião, preserve-a para não machucar um amigo, um parente ou mesmo a você, por não acompanhar o mundo. O mundo mudou e nós temos o favor, e o direito de igualdade.
Ontem eu caminhei ao seu lado, senti sua necessidade em ter paz, paz é tudo o que eu sempre desejei para nós...
Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.
Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.
É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.
A advertência velada na frase de Léon Denis.
Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.
Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.
Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.
Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.
A displicência que abre feridas silenciosas.
Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:
_ Práticas ritualísticas,
_ Elementos mágicos,
_ Crenças fatalistas,
_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,
_ Sincretismos que obscurecem,
_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.
Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.
É exatamente o oposto do que Kardec legou.
E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.
O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.
Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.
Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?
O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.
E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.
Chamado à acuidade e ao compromisso moral.
A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”
O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.
Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.
Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Algumas memórias nos mostram que o passo que demos foi mais significativo do que ter permanecido parados.
O dia é como um prato de comida recém-feito: é preciso ter pressa para aproveitar, mas também saber apreciar. É necessário saber por onde começar, manter a constância, reconhecer quando parar e quando já não vale mais a pena continuar. O principal é saber que o prato é individual e que você tem o controle.
