Tentando Entender
Ser , humano .
Tentando entender, e não me arrepender,
Pois vejo crueldade, tanta falsidade.
Se dizem “humanos” — não me engano —
São seres terríveis, incompreensíveis.
Venha você conferir: um jovem ali,
Sem tolerância, só arrogância.
Agride o irmão, não tem compaixão.
Vamos tentar melhorar?
Para aqui poder ficar...
Cansado de ver tanta maldade,
Maltratam animais — os “irracionais”.
Mas e os humanos, de onde vêm?
Olho pela janela: é tanta guerra!
Observa aqui, nem sei por que rir...
Levam tudo na brincadeira, tudo é zoeira.
Sejamos seres para evoluir — e não ferir.
“Ser humano”...
Algumas palavras precisam morar em você:
Respeito, amor, compaixão, fé...
Só assim poderemos vencer
Todo o mal — e ser racional.
Não quero seguir, longe daqui.
Venha me compreender —
E não mais fazer o povo sofrer.
Esse poema eu fiz, tentando entender
Por que o ser humano é tão cruel,
E mesmo sabendo que pode ir pro céu,
Não vive fiel...
O ser humano precisa de paz e amor.
Então, por favor: não me causa dor.
É uma mistura estranha, sabe? Eu olho em volta e fico tentando entender por que a gente muda tanto de uma hora pra outra. Por que tem gente que parece tão boa num dia, e no outro tá agindo como se nunca tivesse conhecido a gentileza. É gritante isso, essa confusão toda. Parece que o mundo perdeu o compasso, e ninguém mais tem tempo de olhar pro outro com calma.
Todos os dias acordo com vontade de entender o mundo. Mesmo de perto, olho para longe, tentando compreender algumas loucuras. Se somos tão racionais, por que só lembramos de cuidar da gente quando estamos doentes, às vezes tarde demais? Fingimos ser inquebráveis, mas por dentro somos feitos de sentimento. Temos um coração e uma pele sensível, revestida de coragem, e só precisamos ter mais cuidado com a gente mesmo.
A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.
Sou apenas uma consciência individual tentando se entender enquanto observa uma humanidade que ainda não se entendeu.
Sabe eu ainda tô tentando entender como você chegou na minha vida tão de repente e me transformou no que sou hoje e desapareceu sem deixar rastro e o pior é que já te procurei em todos os lugares e não te encontrei talvez você seja um anjo enviado por Deus para mim, reconstruir.
Pra Hoje!
Não perca seu precioso tempo tentando entender o coração maldoso de uma pessoa, apenas ore por ela.
Já chorei tentando entender os porquês da vida, até descobrir que a paz mora em confiar nos pra quês de Deus.
Às vezes, a gente se pega olhando para as paredes e tentando entender como o amor se perdeu nos labirintos de uma teimosia boba, de uma palavra dita sem pensar na hora da raiva. É devastador perceber que o que levou dias, meses ou anos para ser construído com tanto carinho ruiu por causa de um detalhe insignificante, uma brisa que virou tempestade só porque nenhum dos dois quis baixar a guarda e dar aquele abraço capaz de desarmar qualquer orgulho.
Mas, antes de deixar que a culpa consuma o seu peito e transforme os dias em um eterno inverno de arrependimentos, por favor, respire fundo e se dê o direito ao acolhimento. A fragilidade humana é complexa; nós erramos justamente quando mais queremos acertar e, na tentativa de nos protegermos de feridas imaginárias, acabamos afastando quem representava o nosso porto seguro, o nosso lugar favorito no mundo inteiro.
Se o laço se desfez por uma tolice, isso não anula a beleza do que foi vivido, nem apaga a cumplicidade das madrugadas divididas, dos sorrisos cúmplices e daquele cafuné que curava qualquer dia ruim. Olhe para a sua história com doçura e perceba que sentir essa dor bonita é a maior prova de que o seu coração continua pulsando cheio de vida, pronto para transbordar afeto, cicatrizar os arranhões e, quem sabe, aprender a perdoar a si mesmo e ao outro por não sermos perfeitos, mas apenas duas almas tentando acertar o passo na mesma dança.
Fica aqui a grande lição: o amor nunca falha por falta de sentimento, mas sim pela ilusão de que o orgulho protege a alma. Proteger a razão quase sempre significa perder o outro, e o preço de vencer uma discussão boba é caro demais quando o prêmio é a solidão. Descobrimos, da forma mais dura, que feridas pequenas exigem curativos rápidos e que estender a mão primeiro nunca será um sinal de fraqueza, mas o maior ato de coragem de quem escolhe cuidar do vínculo em vez de alimentar o próprio ego.
Vai entender o ser humano. Uns choram, mas continuam tentando mesmo que o mundo ou até mesmo as piores circunstâncias passem em sua frente. Outros, tem os seus melhores sonhos em uma bandeja de ouro e oferecem tudo isso ao nada.
Parece que quem mais merece, menos tem o que mais sonha. Mas cheguei a compreender que aqueles que hoje menos tem, amanhã terão para sempre e aqueles que possuem tudo com
facilidade hoje e logo jogam fora, vão bater em sua porta amanhã para pedir o segredo de não perder as coisas. E minha única resposta será: Eu dei valor no simples, nunca desacreditei do impossível, permaneci com fé e sempre acreditei que os meus sonhos seriam realizados. Hoje eu tenho tudo, tudo o que Deus me prometeu, eu lutei, eu chorei, mas consegui.
E eu venho tentando entender. Tentando entender algo que eu deveria conhecer mais do que ninguém. Venho tentando entender meu coração que parece nunca querer sossego.
Você partiu e eu permaneci. Eu cai ali mesmo, e fiquei me debrulhando nas lágrimas tentando entender o porque dá saudade, ilusão decepção. Depois de tanto chorar e nada entender, eu levantei e aprendi. Aprendi que pouco importa ter sentido, quando o final se limita nas feridas.
Ele parece estar tentando entender que tipo de pessoa eu sou, rezo para que ele nunca descubra, é bem capaz de ele se afastar de mim depois disso. É o que as pessoas normalmente fazem.
