Tenho uma Filha Maravilhosa

Cerca de 524 frases e pensamentos: Tenho uma Filha Maravilhosa

⁠ANA LIZ

Presente de Deus
Poesia divina
Amor sem explicação
Te amo minha filha

Inserida por samamba410_1097037

⁠ANA LIZ FILHA

Meu amor
Minha princesa
Minha alegria
Te amo minha filha
A flor mais bela do dia

Inserida por samamba410_1097037

Eu te amo negona !



⁠Quero agradecer a Deus,
pela sua ingratidão.
Filha da minha vida,
deusa do meu coração.

Eu te amo minha negona,
com muito amor e paixão.
Ingratidão foi uma rima,
pra iniciar esses versos
e me dar inspiração.

Eu te amo minha filha,
de todo meu coração,
Deus abençoe minha bisneta,
e alegre o seu coração.

Inserida por COMPOSITOR

Apenas uma frase muda uma história. Maria do Carmo Boaventura, minha avó, era filha de Pedro Camilo de Castro e Albina Gonçalves Boaventura, fruto de uma relação frustrante. José de Castro, tio de minha avó, deixou meu bisavô fazer uma bela casa nas terras dele. Com o voto de confiança que Pedro Camilo tinha pelo irmão, não desconfiava da inveja que o mesmo poderia ter. Ao conversar com o irmão José de Castro, houve informação falsa e enganosa e, logo após a conversa, brotou muita desconfiança de traição da parte de minha bisavó. Depois de uma fofoca sem provas concretas, o casal teve um destino difícil, traumatizante, principalmente para minha avó, que era um bebê e precisava dos pais juntos para ter uma história mais próxima da felicidade.
Maria do Carmo Boaventura nasceu em Capelinha do Chumbo. A parteira era vizinha da família. O método do parto era bem rude; não havia hospitais próximos, e tudo se resolvia com as parteiras amigas. Albina ficou morando lá na nova casa 1 ano e 6 meses; a partir daí, suas vidas tiveram um rumo muito triste.
Pedro Camilo de Castro separou-se de Albina Gonçalves Boaventura. Minha querida bisavó implorou para que isso não acontecesse. Houve gritos e desespero, mas não foi possível controlar a situação. A fofoca diabólica do irmão foi o início da mudança da história de um anjinho. O marido disse que se separariam, mas havia uma condição: sua filha iria junto. Afirmou, também, que a traição é inadmissível. Ela exclamava bem alto que ele tinha de acreditar nela, que o amava e só tinha olhos para ele, que era incapaz de traí-lo e só ficava em casa lavando roupas e cuidando da filha. Por fim, disse que até poderia morrer. Minha avó beijava sua mãe, chorava muito. A pouca vizinhança ouvia a discussão com pena da situação. Vovó grudava na minha bisavó, mas, mesmo assim, meu bisavô, um homem rude, seguiu em frente. Tomou minha avó pelos braços, entrou na casa, depois foi embora, tomando rumo ignorado. Entregou a chave da casa para o irmão, pegou minha avó e desapareceram daquele lugar. Sem saber o que fazer, os dois perambulavam no sol escaldante. Passaram perto de um casarão, entraram num portão. Havia um corredor de árvores, uma passagem muito fresca, com ventinho agradável. Avistou Palminda sentada no alpendre. Aproximaram-se, minha avó enrolada num pano branco. Ele pediu água e deu a minha avó um pouquinho do líquido. Palminda encantou-se com o bebê, e meu bisavô perguntou se poderiam ficar, tentando resolver a situação em que se encontravam. Palminda aceitou. Quando meu bisavô Pedro Camilo voltou para buscar a filha, esta já estava chamando Palminda de mãe. Admirado com os bons tratos, resolveu doar a filha para o casal de idosos Joaquim Sebastião Borges e Palminda da Fonseca. Joaquim é avô de José Leandro Borges. Maria do Carmo familiarizou-se muito rápido com a nova família, pois lá estavam a Dona Ana, sua irmã de criação, e meu avô morando no mesmo teto. Vovô e vovó, encantados, começaram a namorar e casaram-se bem jovens, ela com 14 anos, ele com 18 anos. Meus trisavós apoiaram o romance. Namoraram por 3 anos e ficaram noivos. O trisavô prometeu uma festa de arromba. Cumprindo o prometido, matou 1 boi, 1 porco, 8 galinhas, fez galinhada, tutu, pelotas, sucos de limão e laranja, pinga alambicada, contratou um sanfoneiro animado que tocava sanfona e cantava música raiz. Houve muito arrasta-pé. Foram convidadas muitas pessoas amigas da família e parentes. Na hora da festa, os padrinhos de casamento venderam a gravata e arrecadaram uma grana boa. Para ficar mais completa a colaboração, o trisavô deu uma fazenda para os jovens casados começarem a vida, na localidade de Peroba, município de Lagoa Formosa. Logo depois de um ano de casados, tiveram a primeira filha, que recebeu o nome de Maria Borges. Alguns anos depois, nasceram Eva Borges, Pedro Leandro de Castro e, por fim, Madalena Borges. Com o passar do tempo, morreram prematuramente seis filhos.
O ofício de costureira de minha avó ajudou seu esposo, José Leandro Borges, a criar a família. Nas décadas de 60, 70 e 80, ela decidiu trabalhar na área de costura. Havia muito trabalho em Patos de Minas, pois eram poucas as costureiras. Os clientes eram muito fiéis. Uns vinham de Lagoa Formosa para a feitura de ternos, vestidos, calças de brim, boinas, etc. Depois de 30 anos de trabalho, uma catarata afetou minha avó, e tiveram de reduzir os serviços. Madalena teve uma infância harmoniosa com os irmãos mais velhos. A diferença de idade da irmã mais velha, Maria Borges, é de 20 anos. Toda vez que os irmãos iam à casa de meus avós, encontravam as mulheres costurando e gostavam muito disso. Sebastião saía e comprava pães, balinhas e picolés para os sobrinhos; era uma festança. Pegava-se água da cisterna para fazer café. O bom de prosa Juca Sertório chamava todos os filhos para se sentarem à mesa que ficava na varanda no fundo da casa, em frente ao pomar de frutas, o galinheiro e o viveiro de mudas. Ali saíam assuntos maravilhosos do tempo da vida em Lagoa Formosa, do empreendimento do viveiro de mudas, da venda de muitos caminhões de café e eucalipto. Naquele dia, depois de vovó preparar o café, colocava na mesa pães de queijo, biscoitos, roscas caseiras. No momento da prosa, sugeriu-se que José Carrilho e o primo Itamar de Castro tomassem conta de uma mercearia que meu avô montaria para os dois netos. Antes do fim da proposta, os dois netos pulavam de alegria. José Carrilho, que tinha a doutrina cristã e pensava em ser frade, gritou: “O nome da mercearia será ‘São Pedro’, do qual vovó é devota”. Todos apoiaram a sugestão. Minha avó olhou para as netas Eni e Maria Luzia, que tinham desejo de morar com os avós. Elas receberam esse convite e o aceitaram. Para mostrar gratidão, todos os dias as netas lavavam a casa, arrumavam as camas dos avós, tratavam das galinhas. E não ficou só nisso. Outros dois netos, Netinho e Ernane, foram convidados a garimpar nos rios Abaeté e Paranaíba. Arnaldo contraiu reumatismo juvenil e ficou com sequelas nas articulações, por isso não podia participar dos convites junto com os irmãos; estava internado fazendo tratamento e todos orando por ele.
Minha mãe, Madalena, gosta de frisar com orgulho que nasceu em Lagoa Formosa, sua terra querida, cheia de natureza e pessoas simpáticas, hospitaleira, onde morou por onze anos e teve vários amigos, que faziam parte de seu cotidiano. A casa era feita de adobe grande e cheia de gente da família. Madalena, as amigas vizinhas e os primos iam para o quintal comer frutas, brincar de casinha, pique, esconder, amarelinha, elástico e criar bonecas de espiga de milho para brincar, aproveitando para aprender a fazer trancinhas nas espigas de milho.
E no quintal de 3 mil metros quadrados, no centro da cidade, com pomar de frutas, horta e muitos pássaros, minha avó fazia biscoitos em um forno feito de barro, pães de queijo, biscoitos de espremer, cultura esta que, com o tempo, foi ficando mais escassa e sendo substituída por moradias verticais, concretos e por tecnologia.
Em 1959, período em que o País vivia sob pressão da ditadura militar, Madalena estudou nas Escolas Normal e Professor Sílvio de Marcos; esta pertencia à Penha e hoje é o Colégio Tiradentes. Nas escolas havia regras; as alunas eram obrigadas a ir à escola de uniformes padronizados; tinham que usar boinas, meias brancas, sapatinhos e saia pretos, camisas brancas, gola marinheiro muito bem passada. A sala muito cheirosa, as meninas iam bem perfumadas. Durante a juventude, curtiu muito com os amigos. Gostava de frequentar a Recreativa e o Social, ir aos cinemas Garza e Riviera. Os jovens trajavam terno e gravatas, e as meninas, vestidos sociais, enfeitados de pérolas, os quais eram confeccionados por Madalena e pela mãe dela. Naquela época não se viam mulheres andando de calça feminina, comprida: era chamada de eslaque. Com 22 anos, Madalena conheceu o Lázaro, na Recreativa. Os bailes eram bem clássicos, com o som de umas bandas de Brasília, os Asteroides, banda patense que tocava Beatles, Elvis, Mutantes, Geraldo Vandré e outras músicas contemporâneas. Época do vaivém, em que os homens faziam um corredor no passeio, e as mulheres passavam de braços dados umas com as outras. O vaivém ia da General Osório à Olegário Maciel. Os postes de iluminação localizavam-se no meio das ruas. Os veículos tinham de desviar-se dos postes, pedestres e ciclistas. As motos mais sofisticadas eram as lambretas.
Lázaro andava de garupa com o amigo Dão, ambos de terno e gravata, curtindo a noite na pacata Patos de Minas.

O flagelo da perda de uma mãe é um pesadelo eterno, e o desprazer de nunca ter sentido o calor de uma mãe é estar em um Ártico Polar
Fábio Alves Borges

Inserida por FabioAlvesBorges

Para minha doce filha:
Há um ano
você nascia
o sonho de uma vida...
Doce menina
serena,calma...
transformou nossa existência
nos deu o prazer da vida
de sorrir para o mundo
de acreditar que vale a pena viver
Simplesmente porque você existe!

Inserida por MiMeneses

TÍTULOS? O melhor deles ja tenho. O de "FILHA". Minha verdadeira identidade.

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Amei intensamente duas supostas vezes.
Uma foi a mãe da minha filha, e outra foi um amor que por muito relutei, fui ao mais absoluto do consciente, e quase sempre ficava inconsciente, este amor provocante tem frequentemente abalado minhas estruturas.
Quase me colocou na lona!!!

Inserida por Boysdontcry

⁠Filha do norte

Sou o meu próprio Norte
Filha da Amazônia
E cria das lendas
que circundam a minha gente.

Cresci ouvindo muitas história
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez!
Freio para as crianças
Asas para imaginação.

Minha rede era a minha cama
Meu parque de diversão!
Nave que me levava
pra muito longe,
onde meus pés não tocavam o chão.

Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar.

Minha força vem da mãe natureza,
Das Amazonas,
Das caboclas ribeirinhas.

Nas minhas veias correm
sangue das guerreiras que,
como uma aranha em sua teia,
Prende o que a alimenta
e descarta o que lhe faz mal.

Inserida por FrancyAndrade

⁠Hoje, minha filha,
você completa mais um ano de vida
e agradeço muito a Deus,
pois desde que você nasceu,
a minha vida não foi a mesma,
vieram novos desafios
e posso dizer que valeram a pena
todos que enfrentei,
já que pra mim, é uma grande benção,
enfrentaria tudo de novo se fosse necessário,
a sua existência tem muito valor,
sei que a nossa relação nunca foi perfeita,
mas sempre estarei ao seu lado,
demonstrando a você,
o meu imenso amor.

Inserida por jefferson_freitas_1

Você é a Minha Dádiva, Minha Filha
Filha: a pessoa mais importante na vida de uma mãe. E você é a melhor filha que eu poderia ter, é um presente que Deus colocou em minhas mãos para eu cuidar, educar e fazer feliz.

Quando Ele te colocou no mundo, pensou muito em mim, pois você é uma pessoa que me faz cada dia mais feliz. Que entende meus motivos de querer te proteger e cuidar de você.

Você é uma filha que erra, que compreende, que me aconselha, que me ajuda o máximo que pode, que faz de tudo para me agradar, enfim, obrigada por tudo meu bebê. Eu te amo muito e, sou muito feliz por ter você como filha.

Espero que você nunca esqueça que é a pessoa mais importante para mim. Você é insubstituível!

Inserida por Luzmarcia

⁠Minha Filha, Minha Flor

Foi durante o inverno
Que nasceu minha flor de primavera
Mais uma alma que brotou na terra
Flor linda da minha vida

Pai de uma menina
Felicidade total
Amor paternal
Essa flor é minha filha

Desde o primeiro dia
Que a vi pela primeira vez
Senti que algo mudaria
E tudo seria mais doce, mais feliz

És meu sol em dias frios
Minha luz em momentos sombrios
És a razão do meu viver
E meu coração nunca vai te esquecer

Minha filha, minha flor
Que encanta a todos com teu amor
És minha vida, minha paixão
E nunca vou te abandonar, não

Que tu cresças forte e saudável
Com alegria em teu coração
E que nada te impeça de ser feliz
E realize todos teus sonhos de menina

Minha filha, minha flor
Que enche minha vida de amor
Eu te amo mais do que tudo
E para sempre serei teu pai protetor.

Inserida por francisco_dantas

Minha filha Lili, o futuro será melhor do que o passado ou o presente, para quem tem fé em Deus e acredita em si próprio, buscando sempre fazer o bem sem olhar a quem. Beijos.

Inserida por luizborgesdosreis

Minha filha sempre linda, simpática e inteligente, alegrando o coração da gente. Beijos.

Inserida por luizborgesdosreis

Você está muito linda! Ah, se eu tivesse uma filha assim! Ei, pera aí, essa é a minha filha caçula Lili? Graças a Deus essa é a minha caçulinha Lívia San. Beijos, gatinha.

Inserida por luizborgesdosreis

Minha filha Lívia San, você está de parabéns por vários motivos, não só pelo Diploma de Mestra em Artes suado e dedicadamente conseguido, mas também, pelo seu desempenho e luta por todos os seus objetivos alcançados até o presente momento, demonstrando que, além de ser uma moça muito guerreira e determinada, você também é um exemplo de vida para muitos jovens que almejam e buscam um futuro melhor. Deus te abençoe e proteja sempre. Te amamos loucamente. Beijos.

Inserida por luizborgesdosreis

Minha filha querida Lili do meu coração, acabei de ter uma ideia sensacional, se você topar, conte logo comigo. Desejo ardentemente ir para a Lua ou Júpiter, podendo passar de raspão em Marte, depois, quero um lugar bem tranquilo onde eu possa morar, de preferência sozinho e poder curtir por muito tempo a solidão e a possibilidade de me livrar de tantos pelas-sacos e percevejos que me acompanham e me perturbam sem parar durante 24 horas por dia, cujos nomes prefiro não descrever, mas que, com certeza você sabe muito bem quem são, e, pelo amor de Deus, já não suporto mais a vida em comum. Ah, já estava me esquecendo, somente um pequeno detalhe, vamos juntos comprar em suaves e doces parcelas, uma "Máquina de Voltar no Tempo", e, aí quem sabe, voltar a ter meus lindos idos há tempo meus 15 (quinze) anos de idade, quando à época minha mãe Luzia ainda estava viva, e aí, deitar-me em seu colo e sonhar os meus lindos sonhos de infância, os quais não esquecerei jamais. Beijos carinhosos do seu pai que te adora!

Inserida por luizborgesdosreis

⁠Filha de Oxum

Sempre que o chão me falta é para as águas que eu corro.
Para os braços da minha mãe.
Onde minhas lágrimas se misturam às suas e são levadas para o mar junto com a minha tristeza,
Tristeza que é transformada em força.
Porque filha de Oxum não abaixa a cabeça,
Filha de Oxum não nasceu para chorar,
Filha de Oxum não nasceu para sofrer.
Filha de Oxum nasceu para lutar,
Filha de Oxum nasceu para reinar.

Inserida por katiaruiva

⁠Meu Sonho é Que Minha Filha Seja Humilde

Inserida por KamillaMoreira

⁠Senhor, Não Deixe Minha Filha Aprender Fazer Oração Contrária.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Senhor, Transforma o Coração da Minha Filha.

Inserida por KamillaMoreira