Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Não sou uma pessoa fria, apenas não saio por ai dizendo "Eu te amo" a qualquer um.

Se eu um dia eu desistir, largar tudo e resolver ir embora, faça o que você faz de melhor: não se importe. Soube que essa é sua maior especialidade.

Não é um pouco mais que fantasia?
Que nos diz, agora?

Só mais algumas horas e estaremos em janeiro, no primeiro mês de um novo ano... onde tudo é recomeço.

E a gente inicia uma corrida para que os planos e sonhos se tornem reais.

Na alma o anseio por tempos melhores.
No coração a esperança de sentimentos mais puros.

Saúde, dinheiro, amor, paz, novo emprego, bens materiais... são vários os desejos.

É um tempo novo pra se viver.

Tempo de rever o que precisa ser melhorado dentro e fora de nós.
Tempo de pensar mais no outro.
Tempo de valorizar a família.
Tempo de fazer bem aos animais e a natureza.
Tempo de se amar mais.
Tempo de plantar novos sonhos.
Tempo de buscar mais a Deus.
Tempo de agradecer.
Tempo de viver tudo que se teve vontade, mas não se viveu.

Para mim, peço saúde, proteção e coragem, pois o meu novo ano já iniciará com um desafio.
Para você, desejo um ano repleto daquilo que lhe faz bem, faz sorrir e ser feliz.

Um feliz ano-novo!

Um osso para o cão não é caridade. A caridade é o osso compartilhado com o cão, quando você está tão faminto como o cão.

Mais fácil cuidar de um coração de gelo do que quebrá-lo.

A Vida

Ao ler esse cordel
Eu quero lhe contar
A história de um jovem
Que gosta de estudar.

Todo dia vai a escola
E faz sua lição
Ao terminar o dia
Vai para casa no busão. ( ônibus )

Ele tem objetivos
E deseja conquistar
Um dia no futuro
Quem sabe ele chega lá.

De muita gente na escola
Uma pessoa ele marcou
Para dar confiança
E todo seu amor.

E no fim desse cordel
Eu quero agradecer
A todos que leram
E puderam compreender.

( Me desculpem pelos erros )

Fazer exercícios físicos não fortalece somente o corpo, mas também a mente e a alma. É um momento só seu de investimento exclusivo em você!

Quando você descobre o que um homem ama, você fica sabendo o que o pode matar.

- Eu? - exclamou Tompkins. - Você me chama de vadio porque levo uma vida um tanto equilibrada e encontro tempo para fazer coisas interessantes? Porque me divirto tanto quanto trabalho e me recuso a transformar-me num escravo monótono, enfadonho?

E, então, com um tremor, o elfo ficou muito quieto e seus olhos eram apenas globos vítreos salpicados com a luz das estrelas que eles já não podiam ver.

(Harry Potter e as Relíquias da Morte)

Quem tem sorte ganha no genro um filho, quem não tem, perde uma filha.

Hoje não


Eu luto contra esse dia todos os dias, exaustivamente.
Antes era um dia de cada vez, um dia por vez.
Hoje é uma frase que me acompanha todos os dias.
Hoje não. Não será hoje.


Mas, de forma consciente, venho me fragmentando.
Deixando pedacinhos de mim soltos.
Em tudo que faço, silencio, ouço ou digo.
Onde escrevo, onde publico.
Pedacinhos.


Talvez parte de um quebra-cabeça que não faça sentido
para quem olha hoje...


Caso, em algum momento, essa exaustão me vença,
tudo isso ganhará uma clareza e deixará de ser invisível a olhos nus.


Tudo que é invisível hoje fará sentido na minha ausência,
no momento em que todos aprenderem a ver com o coração
cada pedacinho solto de mim deixado por aí.


E isso só será possível na minha ausência.


Hoje não.
Hoje só me fragmento mais um tiquinho...

Mais um Halloween e eu com a mesma fantasia desde quando nasci.

A morte é um breve instante de dor. Nada mais que isso. Então é impossível cumprir a minha vingança com uma coisa tão pequena como a morte.

Desejo a você
um sorriso em forma de sol
um carinho em forma de vento
um abraço em forma de caracol
que possa te aquecer
e levar meus melhores sentimentos.

Desejo uma canção
que te faça ninar
uma paixão
que te faça feliz
um sonho
prestes a realizar
e desejo que seja
o que você sempre quis.

Quando o terror invade um povo, transforma muitas vezes um pusilânime num herói.

"Nosso videoclipe de “Waiting foi um fracasso total.A MTV não passa mais nenhum vídeo. Se tivéssemos bundas em nossos clipes, ou se tipo, o McG aparecesse, ou umas garotas balançando as bundas, quem sabe o vídeo fosse transmitido. Para falar a verdade estou me sentindo um pouco ranzinza no momento."

Quando me vem as lembranças , sinto tanta saudade e um pesar que chega a doer, dá um nó na garganta.... e sou obrigada a engolir a seco.....

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo