Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Eu tenho um dom! O dom da fé, e mesmo que eu esteja no vale sombrios, nao temerei, pois o senhor esta comig.
Seguirei, ate que ele bata o martelo dando assim meu juizo final, pq tudo que é da
vontade dele, dói, mas é divino.

Neste mundo nada é fácil, nascer viver ou morrer, mais de uma coisa eu tenho, a certeza, existe um único Deus!

Só me dê a mão e deixe o resto por minha conta,
Tenho um dom e quero usá-lo com você, meu dom é amar,
Eu nem sei pra onde o leste aponta,
Mas todo mundo sabe, não custa nada sonhar.

Tenho um pai que é dono de tudo! Seu filho mais velho é meu advogado e já solucionou diversas causas para mim... Ando cercado de seguranças que trabalham sob ordens do Espírito Santo! Vou reclamar de quê? Nada me tem faltado...

Não tenho condição de comprar carros de luxo pra me deixar feliz, mais um simples popular com rodas cromadas e uma sonzera estalando atrás, isso já me faz feliz...

"Tenho um gosto de boca que me incendeia. Não é a minha, nem a tua. É o gosto das almas quando se encontram e molham o amor de tanta vida."

E pra um recalque forte...
eu tenho um Deus bem grande..
tudo que bate, volta..
maus olhos longe do meu alcanse...
porque eu tenho meu escudo, tenho quem me protege..
tenho tudo.. o teu mau vira o bem no meio do caminho..
te ofereco o bem... porque o bem e tudo que eu tenho...

Me de um tema que em menos de meia hora te faço um poema, eu sou assim , tenho facilidade em escrever, mais tenho dificuldade em falar.

Unica certeza que tenho que hoje virei um TRATOR que pode ajudar a terra no seu plantio como pode passar por cima de alguém me TRAIU.

Ela me manda um boa noite
e amanhã eu tenho um bom dia.

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

Tenho um coração que bate em outro corpo!

- Meu estilo e pesado
e faz tremer o chao.
Minha palavra vale um tiro
Eu tenho muita munição.

Mano Brown

Tenho medo de perder meus amigos por um vendedor de flores. E sabes por que? Porque meu discurso inteligente, minha forma de organizar as palavras podem não ser mais oportunas e convincentes que uma rosa vermelha. Nos meus argumentos só os ofereço rosas escuras e desencantadoras.
Não posso definir minhas amizades à metafísicas, pois percebo que há mais sabedoria em um bouquet de flores que em um cesto de palavras organizadas e sujas.

Em um mundo que você vale o que tem, esqueço de quem eu sou e vivo a pensar no que tenho!

Eu sou mais um gatinho......., só que tenho uma dona e sempRe presente.

Tenho esperança de que um dia a humanidade encontre definitivamente a paz; que os homens sejam menos egoístas e aprendam a dividir o dinheiro que ganham, com seus empregados.

Afinal, são os empregados que têm a missão de trabalhar a vida inteira para enriquecer seus empregadores.

Não sou um formador de opinião.
Tenho apenas ponto de vista distinto da maioria.
Se todos questionassem um pouco mais a vida, talvez não houvesse tanta hipocrisia e falsidade.

Tenho observado um verdadeiro paradoxo na lutas das minorias da sociedade e de seus simpatizantes : usa-se da intolerância em defesa da tolerância às suas causas.

Sem Deus eu não daria um passo sem cair.
Que bom que tenho Ele a me guiar.
Segurar a minha mão e me ensinar a andar de novo quantas vezes forem necessárias.
Amor que cuida e protege sempre.