Tenho um ser que Mora dentro de Mim
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
Dias de sol no inverno são um gatilho
Um fenomeno anti natural
Um ciclo dentro de outro ciclo
Que anunciam que a minha primavera chegou, bem no meio do inverno
As borboletas voltam para o meu jardim
E eu sinto que posso ser feliz de novo
São meus dias preferidos
Os dias que me lembram que eu posso suportar tudo, pq sempre vão haver dias de sol no inverno
E nesses dias nem o sol e nem o vento gelado me machucam
A derrota é um daqueles momentos que parecem nos desmontar por dentro — ela fere o orgulho, abala a confiança e nos confronta com nossas próprias limitações. Mas, embora dolorosa, a derrota é uma mestra implacável e necessária. É ali, no chão, que descobrimos forças que não imaginávamos ter, e compreendemos o quanto ainda podemos crescer.
Ser derrotado não significa ser incapaz; significa apenas que estamos tentando, vivendo, arriscando. A derrota é o intervalo entre quem somos e quem ainda podemos nos tornar. Ela nos obriga a rever caminhos, ajustar rotas, abandonar velhos hábitos e construir novas versões de nós mesmos.
É no gosto amargo do fracasso que nasce a humildade — não aquela que se diminui, mas a que entende que grandes vitórias exigem quedas sábias. Que cair faz parte, mas permanecer caído é escolha.
A derrota também expõe a verdade: o que realmente importa para nós, o quanto estamos dispostos a persistir, e qual propósito nos move. É ela que testa nossos limites e amplia nossa coragem.
Levantar depois de perder é um ato de grandeza silenciosa. É dizer ao mundo — e a si mesmo — que ainda existe luta, sonho e chama dentro do peito. E, quando finalmente vencemos, carregamos conosco uma certeza poderosa: não foi apesar das derrotas que chegamos lá, mas por causa delas.
A raiva é um fogo que arde por dentro, capaz de nos consumir se não aprendermos a compreendê-la. Ela surge como sinal de que algo nos atingiu profundamente, que nossos limites foram tocados ou ultrapassados. Sentir raiva não é fraqueza; é humanidade. O perigo está em deixar que ela dite nossas ações, em permitir que queime pontes em vez de nos ensinar caminhos.
A verdadeira força não está em explodir, mas em transformar essa energia em clareza, reflexão e ação construtiva. É entender o que a provocou, assumir nossas emoções e decidir conscientemente como reagir. A raiva pode ser professora: nos revela injustiças, nos mostra onde precisamos colocar limites e nos desperta para mudanças necessárias.
Controlar a raiva não significa reprimi-la, mas canalizá-la. É permitir que sua intensidade seja combustível para soluções, para proteger o que amamos e para fortalecer nossa integridade.
Quando conseguimos olhar a raiva nos olhos e aprender com ela, descobrimos equilíbrio, maturidade e serenidade. Descobrimos que a paz interior não é ausência de conflito, mas a capacidade de não se deixar dominar pelo calor do momento.
A raiva, então, deixa de ser inimiga e se torna uma aliada silenciosa na construção de uma vida mais consciente e poderosa.
A vida é um sopro de tempo e energia dentro de um corpo. Saber aproveitar os momentos enquanto o tempo e a energia se canibalizam é entender a verdade do porquê estamos aqui.
SOLIDÃO INTERNA
É quando a gente imergi dentro de si mesmo
e enxerga um corredor longilíneo e afunilado
Nas paredes rebocadas de cal esmaecido…
Sonhos crivados em retratos amarelados
em nossa memória em forma de mosaico.
Em sintonia com ruídos de nossos passos
Seguimos em atos como uma peça de teatro…
"Visto a máscara do palhaço mas só eu sei o quanto doe um sorriso que por dentro é um grito aterrorizante de dor que parece não ter fim, parece não ter solução, aflição provoca afastamento e o isolamento que se agrupa com o vazio da solidão"
A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma.
A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história.
E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.
No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo.
E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A psicologia é um quebra cabeça que precisa se organizar dentro de você, cabe a você pegar cada peça e colocar no seu devido lugar.
A ansiedade é como uma tempestade dentro da nossa mente, um turbilhão de preocupações que parecem nunca se acalmar. Mas é importante lembrar: ela não define quem somos. O segredo está em aprender a respirar, a encontrar pequenos momentos de paz no meio do caos. Porque, mesmo quando o medo tenta nos consumir, temos o poder de buscar a serenidade dentro de nós.
A tua ida aos céus
Um carro preto, tão escuro quanto o céu, aconchegava dentro de si um belo casal de humanos.
Humanos estes que, a todo momento, ficavam batendo nos cantos.
Um jovem casal belissimamente lindo!
Pena que o jovem rapaz não sabia o que estava vindo…
Ao ligar o velho motor, tomou-se pela dor,
porém preferiu ignorá-la, para não tirar de sua garota o sorriso.
Garota elegante, com olhos cor de madeira e cabelo cor de petróleo,
olhava-o com certa ambiguidade em seu olhar.
Pena que o jovem não houve de notar.
À toa, o carro gastava seu óleo.
Cada hora da noite — noite esta que se assemelhava mais à eternidade — os dois, novamente, demonstravam um amor que, confesso eu, nunca antes recebi, um amor cheio de reciprocidade.
Como queria estar igual aos pombinhos, amando na flor da idade!
Continuemos…
Seguiram-se amando, trocando beijos e palavras lindíssimas.
Pena que, para o jovem rapaz, estas seriam as últimas.
O seu olhar a fitava, amava e a desejava ao seu bombeador de sangue.
A sua mão a tocava, ou melhor, tratava-a como a uma mulher.
Depois de um tempo, a viagem seguiu.
Um caminhão, maior que minha mão, foi de encontro ao carro.
Talvez para cobrar-lhe uma antiga dívida?
Pena saber que, para o jovem, o combinado custou caro.
A jovem, por sua vez, teve a sua saúde mantida.
Colocaram o jovem sobre uma caminha — acredito que se chame “maca” —
e levaram-no, com certa despreocupação, a uma salinha cujas paredes e cujo teto eram brancos e sem vida.
No lugar, não havia nada, mas isto não era um problema ao rapaz,
pois ele sabia que, ao fim, teria perto de si sua mulher.
Os dias corriam de um lado ao outro, claramente sem rumo algum.
No entanto, não havia preocupação,
porque carregava a imagem daquela detentora de seu coração.
Não se queixava de remédio nenhum.
Os olhos, ainda brilhantes, namoravam a porta.
Sempre achei aquela porta digna de ser aberta por uma linda dama
que, no momento em que estivesse eu dentro de uma ilusão, me visitasse na cama,
que segurasse, em suas mãos de coelho, uma deliciosa torta, sorrindo para mim enquanto uma fatia corta.
Desculpe, continuemos…
O tempo muito se passou,
e a moça, no prédio, nem sequer pisou.
Pelo grau do acidente, o pobre rapaz perdeu parte de sua coordenação motora da região inferior.
Se ao menos ela o visse, poderia facilmente tratar de seu caso com o seu simples amor.
Se ao menos… Se ao menos tivesse…
Aos poucos, o movimento no interior foi diminuindo…
Mesmo em sonhos, não a conseguia ver ao seu lado sorrindo.
O lugar tornou-se um velho prédio onde todos os profissionais ficaram à disposição.
Suas pernas, já saudáveis, entrelaçavam os dedos ansiosamente.
Seus dentes chocavam-se uns contra os outros de nervoso,
e seu coração se quebrava em sua totalidade. Neste momento, arrisco dizer que parte dele foi eliminada pelos sucessivos vômitos de tristeza.
Ao final de seus dias, ficava de prantos em sua pequena mesa.
Na hora de sua partida, pegou seus pertences, derrubando um oceano de mágoas pelo chão.
No instante em que deixou o hospital, olhou ao pobre e triste céu,
querendo ver novamente sua amada e cobri-la com um lindo véu.
Pobre jovem… não há nada neste mundo material para segurar sua mão.
O homem foi caminhando a um local cheio de pedras com formato de paralelepípedo.
O lugar era belo; havia uma quantidade rica de flores deixadas por aqueles que, igual a ele, sentiam as mesmas dores.
Ele, a fim de honrar o local em que estava inserido, levava consigo um lindo conjunto de rosas que, milagrosamente, deixaram-no com o peito aconchegado.
“Como eu a amo!
Como eu a vislumbrava!
Uma mulher que, durante sua vida, feliz o meu coração deixava!
Como eu a amo!”
Houve um momento em que vivi nos teus olhos, amando;
lá dentro, o tempo abriu portas e ficou a nos esperar.
Por que insistir em chamar de amor aquilo que se esconde em aparências dentro de um porta-retrato? O que ali viveu já morreu, está enterrado junto com a vergonha esquecida. Fingir é enganar a si mesmo, é viver uma realidade sem alma, enquanto o verdadeiro amor habita apenas na liberdade do ser.
E tocou uma sinfonia suave aqui dentro e de repente tudo se aquietou, e foi um silêncio profundo e meus olhos só via luz enquanto você caminhava...
Os corpos do covid-19 foram descartados plantados direto no chão, dentro de apenas um caixão, alguns também enrolados em plásticos.
Nestes terrenos, em menos de 3 anos, o chão vai afundar bem em cima dos caixões parecendo que a terra sentou, porém, foi o momento dos caixões apodrecidos desabarem.
Com as chuvas, as águas passarão pelos corpos gerando (chorumes), onde o lençol freático se encarregará inocentemente de espalhar toxinas por debaixo da terra, a todo tempo, além de resíduos hospitalares, levando facilmente contaminações até as vegetações, aos rios e a todas populações de animais e humanos, antes disto, minhocas e outras espécies que vivem sob a terra, se alimentarão destes corpos e gerarão húmus sem projeções científicas, somando em espalhar fortemente ainda mais.
Se a irresponsabilidade sem conhecimentos, ciências e boas vontades, soubessem de algo sobre estas ações ou tivessem sensibilidades, já não descartariam os corpos desta maneira, ficando a cargo das universidades através de seus cursos do campo das saúdes.
O ser humano é fantástico quando se interessa por algo e já pode até voar e inventa coisas incríveis, mas os corpos do covid foram plantados direto no chão da Natureza.
O covid recebeu trilhões de reais de doações e no que foi gasto salvou alguns, outros não, entre eles os sobreviventes, onde foi gasto zero “0” reais e umas escavadeiras para fazer buracos e descartar os corpos.
Os corpos vítimas de covid, deveriam ser enterrados através do sistema de compostagem, em um grande tanque de concreto com terra, cascas de frutas e legumes, junto de minhocas (sem retornarem para a Natureza), até passar por exames, onde tudo pode se tornar adubo, porém, ainda sem saber se poderá ser utilizado, mas a princípio, sem mais riscos de espalhar contaminações.
Para fazer um grande tanque de concreto, basta apenas uma empreiteira e ainda com o dinheirinho que se tem sobrando, estes tanques gigantes ficariam prontos em 3 dias, (os mesmos das barragen$, mas nem tão grandes).
Construir prédios de concreto para pessoas vivas, para eles é rápido, por mais que sejam muito mais complexos do que prédios para pessoas mortas, pois não teriam vontades de inserir repartições entre os corpos, por mais que necessárias também, pois cada caso é um caso, que pouco ainda se sabe.
De acordo com os ensinamentos da Natureza, é preciso apenas de manejos.
Esta maneira prática feita, para parecer estar livre, dará muito trabalho gerando limitações em geral, podendo trazer ainda mais doenças.
Uma teoria prática fora da caixa, sobre corpos vítimas de corona vírus, que talvez a escola matrix desse nota zero 0, mas não as ciências, tanto medicinais e permaculturais, por mais que seja a primeira vez a ver vibrar este assunto que oferece tal forma. Escola por favor, me prove que estou mentindo depois de tantas vezes que precisei te provar que sabia "verdades" que de nada adiantaram, pois nunca as utilizamos.
Precisamos replantar estes corpos o quanto antes, independentemente de custos financeiros, que sempre serão baixos perante as saúdes, para podermos iniciar corretamente os devidos trâmites para sanar a “crise sanitária”.
Salve.
Existe um sonho inacabado dentro de cada um de nós... É isso que nos mantém acordados todas as manhãs.
Acuda o próximo dentro de suas condições, pois um dia sempre aparecerá alguém ao seu encontro também quando mais precisar.
Rau era pequeno, mas tinha uma energia tão grande que parecia caber um sol dentro dele.
No Berçário 2, todo mundo conhecia seu jeito sapeca: quando ficava animado demais, ele dava umas “mordidinhas de brincadeira” — e saía correndo todo risonho, com os cachinhos pulando atrás dele.
As professoras diziam:
— Lá vai o Vampirinho do Coração Doce!
Mas no fundo, Rau não queria morder…
Ele só queria mostrar carinho de um jeito todo dele.
E com o tempo, aprendeu que abraços apertados e sorrisos sinceros mordem muito mais — só que por dentro.
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