Tenho um ser que Mora dentro de Mim
“Ruim não está para quem está solteiro, e sim para quem se casou, amigou ou se juntou com a pessoa errada.”
DESABAFO
“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.
E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.
“Ultimamente, o segredo da minha tranquilidade é simples: não deixo que o julgamento alheio dite como devo me sentir. Escolho ignorar as críticas negativas e desejar a Luz de DEUS a quem me ataca com vãs palavras ao vento. Entendi que pessoas resolvidas e felizes não têm tempo para diminuir ninguém; elas usam sua energia para orar por quem enfrenta problemas e para encorajar e ajudar.”
"O verdadeiro cristão remido não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, e a luz que precisa sair do museu para iluminar o caminho."
"A autoconsciência aniquila a pressa pela aprovação alheia. Quem não enriquece a sua jornada não deveria ter o poder de ditar o seu valor."
"Dizer que a cota racial é uma reparação é, no fundo, o mais refinado ato de segregação. Ao institucionalizar caminhos distintos baseados na cor da pele, o próprio sistema assina uma confissão velada: a de que uns precisam de degraus mais baixos para alcançar o mesmo topo. É a ironia suprema da 'igualdade' que necessita da desigualdade para se afirmar.
Aqueles que aplaudem essa divisão olham para o reflexo no espelho e, em vez de enxergarem o próprio potencial infinito, escolhem aceitar uma muleta invisível. Defender que um indivíduo carece de concessões estatais para competir é o mesmo que decretar a sua própria incapacidade mental e intelectual.
Afinal, a verdadeira evolução humana recusa o rótulo da fragilidade. Ela floresce quando percebemos que a mente não tem cor -- e que a capacidade de voar depende da força das próprias asas, e não do tamanho da gaiola que o sistema constrói."
John Rabello de Carvalho
#jrabellodecarvalho
Se um dia perguntasse o que és pra mim, te responderia que és mais um capitulo acabado da minha historia. Aquele capitulo que o lobo mau TENTOU COMER a capeuzinho vemelho, mas não conseguiu e por isso ela NUNCA mais quer voltar aquele velhor bosque.
Você é um Sol.
Eu amava seu sorriso,
Mas já não sorri para mim.
Será que perdi a graça, ou será que perdi foi você?
Quanto solidão suporta o amor ?
Minha primavera não te faz florescer,
Nem meu verão te aquece.
Eu que me agarrei até a última folha de sentimento, no seu outono,
Agora sinto o frio do inverno sozinha.
Depois das quatro estações do amor ,
O que nos resta é aceitar,
Que desde o começo, as estações seguem o curso da rotação da terra.
Nascem e findam, se renovam,
mas nunca são as mesmas flores,
a mesma neve, as mesmas folhas caídas.
Sempre é o mesmo sol.
Do amor veio a dor
Uma dor insuportal
No peito aquele amor
Um dia tão amado
Fizeste de mim uma flor
Para tua vida perfumar
É hoje repete a dor
Que há muito tinha
Curado
Vives em me
A tua imagem
Perfeita que
Um dia meu peito guardou
Para nunca
Mais esquecer
Teu lindo jeito de ama
Tira me essa dor
Que me fazes sangrar o peito
Para que não se machuque
Pois lá estais dentro dele
Quando um simples brilho de um olhar, fizer você se lembrar de mim, você enfim saberá, o que é a dor de uma saudade.
Sem pensar um minuto
Volto a mim
Logo eu, que estive por ai
Me perder de novo?
Preciso me lembrar de meu lugar
Lembrar onde preciso estar
O que merece ou não meu tempo
Dar um pouco mais de atenção a meus pensamentos
Do contrário, quem escreverá esses poemas bobos?
Quem será o coração mole da casa?
Quem é que chora calado e morre por um adeus?
Adoçado no mel e na água
Um coração enorme e com esperança de amor
Com fogo por dentro, mas não pra queimar
Pra proteger e manter se movendo
Com lembrança de quem foi e medo de voltar
Voltar a pedir pelo que deve vir ao acaso
Voltar a oferecer o que não foi pedido
Se perder e não saber o caminho
Me fiz luz, pra brilhar e de longe ser visto
Pra servir de resgate
E pra se fazer encontrado
Pra iluminar ate o dia mais nublado.
Céu apático sobre mim
Um vislumbre finito no azul marinho
E com excesso de carinho
Estrelas morrem assim
Céu quebrado sobre mim
Contanto que eu viva
Serei parte de ti
Mesmo que eu perca o que eu tinha
Céu retrátil sobre mim
Não me tire esse privilegio
Você mergulhada em jasmim
Não me reduza a tédio
Céu apático sobre mim, eu lhe peço
Não me julgue como réu
Não pense que eu sou o único culpado
Pois dividimos o mesmo céu
Sou um pouco de cada coisa, porém, nada demais... Faço de mim uma colcha de retalhos, vou levando um pedacinho de cada canto e de cada gente que cruza meu caminho. Misturo pedaços das terras que visito, carrego comigo as palavras preciosas das mulheres e dos homens sábios, sou fruto desta grande troca com cada ser humano. Vou guardando tudo na bagagem da vida. Tenho um pouco de todos que vivi em mim. Me vejo em cada um que aqui habita e me permeia.
Sou esta mistura mesmo, meio vira-lata e não importam as credenciais, me veem como a todos vejo, com simplicidade. Me visto de amor, escrevo com minha emoção e iluminação divina enquanto fizer por merecê-la. Sou apenas isto e vocês sempre me encontrarão em textos e canções...
"Tudo o que eu queria um dia pra mim,
vi em você desde o começo,
verão e primavera encontraram-se enfim,
virando o inverno pelo avesso"
Autor: Carlos Alberto de Oliveira Gonçalves
Vinhedo SP
POETETRAS É UM ESTILO VERSÁTIL DE FAZER VERSOS OU POEISAS, CRIADO POR MIM
NORMA APARECIDA SILVEIRA DE MORAES
RECANTO DAS LETRAS
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