Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Mesmo quando parece que não tenho nada, há algo em mim que já chama atenção. Coisas que nem eu sei medir, mais que despertam desconforto, inveja, raiva .... e tudo isso sem esforço. Agora imagina quando eu me conhecer de verdade 🤔
Não tenho respostas para te dar, já que foste tu quem aprendeu a responder por mim. Tuas palavras não estão nos meus pensamentos, e a tua resposta não saiu da minha boca.
Não tenho respostas para te dar, foste tu quem aprendeu a responder por mim.
Tua voz não habita meus pensamentos, e tuas palavras já não saem da minha boca.
As vezes me perco de mim, tenho meus momentos de não saber o que fazer, mas quando lembro que eu me basto, respiro fundo e vou à luta, sou forte o bastante para aguentar tempestades e contra tempos! Sou feita de fé e revestida de otimismo, por isso mesmo nunca desisti da menina que fui e nem da mulher que sou!
Eu não tenho medo de dizer te amo.
Não escondo o que pulsa em mim, mesmo quando a dúvida tenta se instalar, mesmo quando a incerteza se veste de silêncio.
O amor, para mim, não é cálculo nem estratégia: é entrega. É coragem de se expor ao risco, sabendo que cada palavra pode ser ponte ou abismo.
Se tudo correr ao contrário, se o destino decidir virar as páginas sem me consultar, não me calarei. Vou reagir em outra localidade, em outro espaço de mim, onde a dor não seja prisão, mas aprendizado.
Porque amar é também aceitar que nem sempre o caminho será reto. É saber que a vida pode nos deslocar, mas nunca apagar aquilo que foi verdadeiro.
E mesmo que o tempo nos leve a diferentes direções, guardarei em mim a certeza de que dizer te amo nunca foi erro, mas ato de escolha.
Em cada verso lido, em cada verso escrito, tenho em mim, os sentimentos de todas palavras que formam a poesia viva e que teimam em existir em cada respirar, em cada lágrima que rola no meu rosto, em cada sorriso que ficará perpetuado na foto da vida, cuja cor será amarelada pelo tempo, até que por fim, com meus olhos cerrados, num sono profundo, na cama eterna do túmulo, a poesia continuará, não mais em mim, mas em alguém que lerá meus versos.
Quando digo que algo me magoa, não cabe ao outro decidir onde dói em mim.
Tenho me questionado sobre tudo "Vale a pena?"
Bater em porta alheia, e tentar mostrar aos outros, onde eles erram? Se a própria pessoa não tem a dignidade de assumir onde falha e precisa melhorar?! Estar sempre com mais angustias que alegria? Pior, gente cheias de erros , que se colocam como vítimas, tentam nos colocar comos vilões,minhas palavras carregam peso da minha verdade,meu valor estar no que eu não permito
Não me importa o que pensam sobre mim,o que falam de mim,se não gostam de mim,o que tenho ,o que sou...enfim minhas verdades só interessa ao criador do céu e da terra saber e a quem devo prestar contas por me presentar com a benção da vida,e não nasci para competir nada com ninguém e nem para ser melhor que ninguém mas exatamente onde mereço está,o corpo que mereço,a vida que mereço ter de acordo com minhas necessidades e ações.
Hoje em dia tenho muito orgulho de mim, da mulher determinada que fiquei.
Não fico em lugares que não me sinto bem, e nem faço questão de estar em lugares onde sinto que não sou bem-vinda.
Sigo minha vida, sempre observando para desviar das pedras que encontro no meu caminho, o tempo todo focada se no caminho que trilho há paz, amor e o Espírito Santo.
“A Coragem de Acreditar em Mim”
Com 23 anos, tenho minha própria barbearia.
No início foi duro. Eu duvidava de mim mesmo, achava que não seria capaz de ter clientes, mesmo sabendo que meu trabalho era bom.
Ouvi várias vezes pessoas ao meu redor dizendo que não daria certo, outras dizendo que eu precisava ter mais paciência.
Minha mente ficava dividida: “Estou indo bem ou estou fracassando?”
Sou um homem trans, e a vida, às vezes, é mais dura pra gente. Mas percebi que isso não pode ser um obstáculo, porque somos humanos como qualquer outro.
Por um tempo procurei fé em religiões, tentando achar respostas fora de mim.
Esquecia de algo essencial: acreditar em quem eu realmente sou.
A ciência, Deus, qualquer coisa… mas às vezes faltava acreditar em mim mesmo.
Houve momentos em que reclamava: “Por que faço bem para todos e nunca recebo nada em troca?”
Depois de dias refletindo, entendi algo poderoso:
Fazer o bem esperando “bens” é diferente de fazer o bem de verdade.
O bem verdadeiro está em cada manhã que você acorda com saúde e tem a chance de correr atrás do seu futuro.
Os “bens”, no entanto, são comparações, a busca de ter a mesma vida que os outros.
Foi nesse momento que percebi: a felicidade não está em ter o que os outros têm, mas em valorizar o que você constrói todos os dias, acreditar em si mesmo e continuar evoluindo, mesmo quando ninguém vê.
SEDUÇÃO...
Pura sedução... Amor que me tira o fôlego...
Tenho partes de ti em mim como uma profecia
Entre tu e eu há arroubos nos momentos de paixão...
Hoje perdi a quietação da vida no instante em que
Teus braços me circundam... Apertam...
Atraem-me para teu corpo... Enlouquecem-me...
Trago no fundo de minha taça de vinho o mistério do teu
Enigmático sorriso... Vejo-te... Deslumbrada...
Extasiada... Fascinada... Seduzida...
Lábios que me beijam deflorando-os... Sangrando-os
Olhos profundos que penetram no meu corpo desnudo quais
Lâminas de algozes a perfurarem minha essência...
[Corpo inteiro ]
E me arrepiam... Levando-me ao céu infinito...
Levarei sempre esta minha inspiração no segredo
Deste amor em chamas... Neste secreto lugar...
Aonde todos os dias vivo este fantasioso delírio contigo!
Sou boa em rir da vida, rir dos problemas e rir de mim mesma. Tenho riso fácil para coisas boas que me acontecem e também para as besteiras que faço.
Sorrio abertamente para que todos possam se contagiar com a minha risada e meu jeito "meio sei lá" de ser.
Não importa o meu status. Não importa de onde eu vim, quanto eu tenho ou o que pensam sobre mim.
O que realmente importa é a minha vontade de fazer dar certo.
A vida, às vezes, nos leva por caminhos que não planejamos. As diversidades nos empurram para lugares que nunca imaginamos pisar. Mas mesmo assim, todo amanhecer carrega uma chance silenciosa de começar de novo.
Recomeçar não é voltar ao zero.
É voltar mais consciente.
Mais forte.
Mais decidido.
Hoje eu escolho não ser definido pelas circunstâncias, mas pela minha atitude diante delas.
Porque quando a vontade é maior que o medo, qualquer ponto vira partida.
Às vezes tenho a sensação de viver alguns passos atrás de mim mesmo. Caminho, falo, tomo decisões… mas meus pensamentos parecem observar tudo de longe, como se não reconhecessem totalmente as minhas próprias ações. Há um desencontro silencioso entre quem pensa e quem age dentro de mim.
Sou impulsivo. Sei exatamente os caminhos que deveria evitar, mas, ainda assim, meus pés parecem escolhê-los primeiro. É como assistir a mim mesmo atravessando portas que já sei, de antemão, que não deveriam ser abertas.
Também não sei se amo como os outros amam. Eu cuido, me preocupo, assumo responsabilidades, tento proteger quem está por perto. Faço tudo aquilo que dizem que o amor faz… mas o sentimento dentro de mim é estranho, deslocado, como se estivesse escrito em um idioma que todos entendem menos eu.
Às vezes choro em silêncio. Não por grandes tragédias, mas por pequenas falhas repetidas, por erros que eu mesmo construo com as minhas próprias mãos. Existe uma parte de mim que gostaria profundamente de ser melhor, mais claro, mais correto, mais inteiro.
E, ainda assim, carrego um peso que talvez nem seja meu. Sinto-me responsável por tudo que chega até mim: pelos problemas, pelas pessoas, pelos desencontros. Mesmo aquilo que claramente pertence ao mundo dos outros acaba encontrando um lugar dentro de mim.
Talvez por isso eu viva assim, um pouco perdido, um pouco atento demais, tentando, no meio da banalidade dos dias, encontrar algum ponto onde meus pensamentos e minhas ações finalmente decidam caminhar lado a lado.
Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.
Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.
Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.
Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.
Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.
Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.
Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.
Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!
Lembre de mim, mãe, pois lembro de ti
Guarde contigo o amor que tenho em mim
Tenho comigo tuas marcas, teus traços
Seus gostos e jeitos, os seus abraços
Forte e inquebrável é nosso laço
Te amo, mãe, sem fronteiras.
Eis que se dizia que tenho uma dor que não cabe em mim, é pesada e me faz sofrer. Todos os ecos se escondem e me acusam de comer miséria, se me tenho curvada com o rosto sério. Isso se dizia no passado, pois a alma conhece atalhos e tecem uma longa colcha de retalhos. Há no mundo todos os espaços, hora de sofrer e momento de se fazer renascer. Benditos sejam o céu e o mar, se estou feliz e inteira, e nenhuma sombra se faz sorrateira. Mas a dor tem também sua beleza de pérola, ao olhar o mundo sem prazer. E mais real se faz a sua observação. Pássaros são poemas que o voo escreve no céu. As árvores e suas grandes sombras se fazem frágeis quando são cortadas e se transformam em papel, onde escrevemos amenidades de afazeres urgentes da cidade, nas salas burocráticas. Persistem outras árvores, cujas raízes estão na densa terra vermelha. E se fazem altiveiras em sua longa jornada de crescimento. E mais abunda na cidade o cimento seco e árido e não há gratidão se folhas negras não alcançam o chão. A lua cheia se ergue em esplendor e a quietude de sua luz povoa o silêncio delicado e se escrevem versos oníricos na expressão da tarde, que deixou na pele vertiginosas alteridades. E o ser não se cabe e como os cãos latem para a lua em fotos cruas que mais banalizadas se faz do que um indigente que colhe aquilo que sobra. Um louva-a-deus se encontra no nariz de um homem que dorme sobre a luz do luar e é sempre um bom presságio entre colinas e planícies, que sustenta o chão de um grão levado pelo vento alheio que se faz certeiro ao procurar o dia e acrescentar cores nas palavras em poesia. Vive-se em estado de fantasia se cada olhar descortina uma nova realidade. E o mundo se faz vasto, nas longas horas dos vagalumes que bricam de aparecer e se esconder, em sua luz verde e um anônimo se deita na rede sem pensar em nada, e a paz se faz calada. O vento canta nos galhos das árvores e amanhã teremos alvorada e novas cores pintam os olhos de então, que se demoram em grande contemplação.
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