Tenho um ser que Mora dentro de Mim
E agora ? Mais uma vez esse sentimento loco se expandiu dentro de mim. Mais uma vez ele me invadiu de um jeito que não consigo controlar. Pensando bem tenho até medo, medo sim de não poder te ver logo, medo de que isso seja mais uma vez coisa da minha cabeça, medo de que você acabe se afastando de mim, tenho medo de te perder mais uma vez.
Mas quer saber ? Vamos aproveitar por enquanto, aproveitar a paisagem do sol enquanto ele não se vai, aproveitar a chuva cair, aproveitar ficar junto até que o tempo nos permita.
Há tantos sonhos dentro de mim que o mar é pequeno
Que as flores me vestem, que o vento me aquece.
Há tantos sonhos dentro de mim... calados, solitários, ocultos.
Há tantos sonhos dentro de mim que música dança,
Dança canta, prosa é verso, poema poesia...eu, fantasia.
Há tantos sonhos dentro de mim que viajo contigo, te levo comigo,
Há tantos sonhos dentro de mim que quando te vejo é festa
Quando te olho flutuo, quando te quero te tenho.
Há tantos sonhos dentro de mim: escuro, obscuro, entendido, subtendido.
Há tantos sonhos dentro de mim que sou o que quero, o que penso.
Há tantos sonhos dentro de mim que não cabem: explode, sacode.
Há tantos sonhos dentro de mim que teu olhar me canta.
Há tantos sonhos dentro de mim que pássaros fazem seresta,
Há tantos sonhos dentro de mim que sou tua: na rua, na lua, no ar !
Ter pena dos outros é normal, mas tem dia que mergulho dentro de mim e sinto pena de mim mesmo, e isso não consigo entender se é normal.
Que a chama da fé nunca se apague dentro de mim, mas que cresça continuamente, consumindo meus pensamentos, minhas intenções e vontades. Direcionado-me a fazer a vontade de Deus, sem ser desviado pelos atrativos do mundo e de desejos egoístas. E amando meus semelhantes, motivando-me a tratá-los com dignidade e respeito.
O que eu sinto por você
não cabe dentro de mim,
é fruto do meu coração
por isso te digo assim
Quero te ver sorrindo
quando a vejo estou amando
Sinto muito estar partindo
sou como um pássaro voando.
houve uma ensinada tarde
em que a luz se esticava dentro de mim
agitava-se cruelmente longamente
e eu expandia sem parar
quando subi demasiado humano
por entre avenidas de escadas povoadas
vizualizava esquecidos sábios
quem seriam? quem serão? existirão?
depois da meditação sentado na última abóbada do planeta
descobri a diferença entre a palavra origem e proveniência
essas asas d’ouros em tudo bizarras
acorreram-me uma a uma amando o vento
retina de minha oriunda consciência
outros arrastaram o espaço do meu concreto corpo
e a profundeza do mar a avistar as feridas palavras
eis que me amarram de ponta a ponta
uma infinita espuma movida por rostos
meu coração recluso do impróprio choro doce
contempla o tempo desafinado por raros
perfumes deslizantes
dessas hirtas pétalas ligeiramente oblíquas
e noctívago danço a sinfonia em que morro loucamente
Num emaranhado dentro de mim, embrulhos dentro de embrulhos e nunca sei quando vai chegar a surpresa, cansada de tentar chegar nesse presente, minha mãos já fracas não aguentam mais desembrulhar.
Naquele dia, mais precisamente naquela tarde, eu não estava aqui. Não estava dentro de mim. Digo isso porque eu havia sofrido muito, eu lembro. Lembro também que depois de sofrer eu saí pelas ruas, atravessando todas aquelas pessoas, carros, e não havia nada dentro de mim. Não sei aonde eu estava. Não sei. Ás vezes a gente fica vazio por onta das brigas, dos desentendimentos, do ódio.
Eu me sinto tão feliz de mentira. Agindo como se estivesse feliz mas sabendo que dentro de mim habita um grande vazio e que felicidade não é como eu estou me sentindo de verdade.
Chuva lá fora
Tempestade dentro de mim.
Peito apertado, nó na garganta
Vozes
Enlouqueci.
Deixo doer, pra não sentir mais?
Enquanto chovo,
Ouço o céu chorar.
Saio de cena
Sinto aliviar.
Dia cinza de chuva
Nada me perturba
Entro dentro de mim
Me recolho pro
cantinhode luz
E ali, tudo me conduz!
Parafraseando a poetisa.
Há dentro de mim mais poesia.
Do que lágrimas a derramar.
Então sigo com meu versejar
Zenilda Ribeiro
A ESCLEROSE
Sou uma prisioneira dentro de mim,
Meu corpo é minha própria cela
E minhas grades são os meus pensamentos...
Já não reconheço minha face no espelho
E as mãos cianóticas não podem mais segurar meus sonhos.
Vivo entre grasnidos e estertores,
Embora o pulmão e a mente ainda guardem aspirações.
Meu coração é um animal selvagem,
Que entre arritmias ainda palpita por dias melhores.
Mesmo que a digestão esteja comprometida,
Não vou engolir esse sentimento de derrota e melancolia.
Mesmo cheia de sintomas, ainda cultivo uma esperança.
Uma dessas pequeninas é verdade,
Mas tão resistente, tão ectasiada,
Quanto os últimos capilares que ainda restam em meus dedos.
Essa esperança, assim como os sonhos,
São especiais, porque são para poucos.
Ela é um resultado de se saber
Que dias melhores virão,
Porque existem heróis de máscaras e aventais que lutam por mim.
E entre Raynaud e prognósticos,
Vou afastando as sombras.
E como já disse o poeta,
Não acrescento mais dias à minha vida,
Mas sim vida aos meus dias.
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