Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Todos temos 2 chances de ser feliz:
Primeiro : Acreditando em nós mesmos.
Segundo: Valorizando também a nós mesmos.
por ser sempre mais fácil apontar o dedo para o próximo, a maioria das pessoas preferi procurar culpados ao invés de buscar soluções.
Seja sempre a primeira versão de você mesmo, ao invés de ser a segunda versão de qualquer outra pessoa.
Neste íntimo torpor
em que tudo parece ser,
a vida se esbate
num fingimento de existir
Tudo de belo á nossa volta
é poalha de sonho ou ilusão...
O Pássaro de Hermes
Voando livre pela escuridão
Séculos passei
Esperando ser à realidade de volta trazido
Por olhos da cor da lua
O sonho de uma noite
A prece de uma alma
O pássaro das sombras
Que ao infinito abre suas asas
O ilimitado horizonte
Que a mim nega passagem
Pois aqueles com coração de neve
São os únicos que a ele podem atravessar
“Não chore, belo pássaro.”
Diz-me o horizonte
“Os olhos que procura eu irei lhe dar”
Então o mar a mim sorriu
Transformando suas águas em mãos
Que as minhas seguraram e a
Minha alma hipnotizou
Mas que tolo fui
Ao no horizonte acreditar!
O mar minhas asas cortou
E em suas águas me jogou
Pelas correntes de gelo aprisionado
Desesperado, gritei
O mar de mim riu:
“Pobre pássaro tolo! A mim agora pertences!”
Ao mar chorei
E pela liberdade implorei
O mar a mim não deu ouvidos
E ao meu coração com barras de ferro trancou
Anos se passaram
Preso eu estava
Até que a mim sorrindo e libertando
Um estranho ser apareceu
“Quem és tu?”
Ao estranho perguntei
“Sou Hermes”
Ele respondeu
Minhas correntes por Hermes
Foram quebradas
Minha liberdade devia
Ao ser que me encontrara
“Como a ti posso agradecer?”
Hermes riu à minha pergunta ouvir
“Sejas meu, belo pássaro. Terás tua liberdade, mas a mim pertencerá”
Ao pedido eu acatei
E hoje, milênios após a armadilha do horizonte,
Ainda sou o que me tornei
No momento em que o mar deixei
Sou o pássaro de Hermes
Parece que envelhecer, ou, poeticamente, amadurecer, é perceber que nem tudo precisa ser difícil e que nem sempre o desafio se faz mais interessante.
O hábito de acumular coisas que trazem boas lembranças pode ser vicioso, mas pode também ser traço de uma compulsão, de uma dificuldade de se libertar do que passou.
Devemos nos apegar ao que somos, ao que vivemos, e não tanto ao que temos.
Mentalizar pode ser mais eficiente do que imaginamos, já que somos nós os responsáveis por nossos caminhos e podemos ser também os responsáveis por tudo o que nos cerca. Podemos sim ter um dia bom, uma vida ótima; basta ter fé no que há de positivo para acontecer, ou mesmo abraçar a paz de um dia que começa e termina sem maiores problemas, sem sustos, sem confusões, sem resposta. Fica a sensação de que podemos ir muito além e, de que tudo pode sim se acertar, até mesmo aquelas coisas que deixamos de lado.
Ter atitudes positivas auxilia nessa história, a partir do momento que você envia um tipo de sinal para o mundo, que voltará naturalmente para você. Não se trata de nenhum tipo de crença, religião ou nada parecido, trata-se de lógica, de perceber o que acontece nos seus dias. Se você se alimenta de sensações ruins, de pessimismo, nunca saberá do que se trata.
Esperança nos mistérios do tempo, nas graças da vida. Esperança no que pode, ou não, ser, acontecer. Esperança em ter a companhia de quem lhe faz bem e, assim, chegar a um lugar bom, mesmo que em meio a interferências externas que potencializam a pouca chance de um futuro feliz. Mesmo assim, bons momentos podem ser o fio de força necessário para alimentar essa tal esperança de que as coisas funcionem, cheguem onde podem (e deveriam) chegar. Sintonia não se discute, se sente. Não se nega, se aceita. São coisas como essa, raridades, que servem como prova de que um encontro, em meio a desencontros, não deve ser coisa do acaso – mesmo que esse acaso seja o responsável por presentes tão surpreendentes na rotina. Alguns momentos são presentes da vida, eles deixam os rastros de suas graças. Curam feridas, fazem renascer a tal esperança.
"Olhei para a foto dela e pensei ,ela podia ser minha pra sempre incodicionalmente , foi o que minha intuição gritou mais minha razao transborda essa intuição"
Ter auto estima não é ser Narcisista!
O narcisismo promove o desrrespeito ao outro uma vez que se acredita ser superior e não igual à todos!
Ser Humano
Autor: LCF
11 de dezembro de 2014
Na minha cama encontro-me a escrever;
Com uma amargura do tamanho do mundo.
Sabendo que cada palavra vale ouro;
A personalidade do ser revela-se no diálogo.
(E é na escrita que os sentimentos se aprofundam.)
12 de dezembro de 2014
É estranha a sensação de se estar vivo…
Como se as pessoas fossem mudar imediatamente;
Caímos na tentação de fazer algo acontecer;
Esperando uma revolução, uma nova forma de ver.
(E é na casa do amor que te chega a desilusão.)
A morte aproxima-se sem darmos conta.
Quando queremos ver a luz, já é noite.
Na proximidade do ter, deixamo-nos corromper;
Sem nos apercebemos que o fútil conquista.
(E é a partir do amargo que se desencadeia o doce.)
13 de dezembro de 2014
Só, escondido num canto, acompanhado da minha própria sombra;
Percebo que poderia ter ignorado as palavras rudes;
Mas cruciais foram os insultos para me fazer crescer.
Os momentos são elétricos, os pensamentos, frios.
(E é no beijo que tudo renasce.)
15 de dezembro de 2014
Ontem (14), eu dormia na minha escrita…
Hoje, quero elevá-la até ao infinito.
Quanta é a força dos cinco sentidos humanos!
Quanta é a beleza das paisagens naturais!
(E é no entendimento de cada letra que uma frase se constrói.)
(E é na junção do urbanismo com a natureza que o fantástico acontece.)
Eu perco-me na sensibilidade dos meus encantos;
Mas sei que a minha consciência fala quando estou a ser perigoso.
8 são os beijos oferecidos;
80 são os olhares de lado.
(E é no momento das minhas recaídas que vejo que o meu coração está a ficar sem baterias. Como carregá-las?)
(E é quando me encontro num patamar superior que percebo que o céu não é nada afinal…)
(E é vendo uma luz que sei quando agarrar uma oportunidade.)
16 de dezembro de 2014
É incrível a forma como o exterior me faz pessoa!
As roupas não deveriam passar de trapos simples…
Então, porque irei pensar naquilo que me faz feliz ou não?
Falarei por todos deste planeta se concordarem comigo.
(E é na alucinação que os meus pensamentos se conformam.)
Conto nos dedos os restos dos meus dias.
Serei aquilo que me quiseram tornar;
Ou aquilo que me tornei realmente.
Quando chegar a hora, o braço estará estendido, a mão puxar-me-á.
(E é hoje que sairei do meu esconderijo, se assim for necessário.)
(O Homem é o pássaro engaiolado que sairá em liberdade, um dia.)
(O verdadeiro amor descobre-se quando não são precisos mais cupidos e flechas.)
(As paredes do teu coração serão pintadas de acordo com a magia dos teus atos.)
(Saber o sentido da tua existência não é obrigatório…
Apenas importa o poder de criar.)
Eu mostrarei à humanidade que viver é abstrato, essencial.
E mostrarei também que a morte possui as mesmas qualidades.
Se soubesse se julgar
Se condenaria, por ser egoísta.
Porque cobra o que não faz.
Finge não ver, oque está na frente da vista.
É cúmplice do errado, mas só porque lhe pagam.
Seu chefe tá feliz e ele se sente artista.
"Então, estou satisfeito, com tudo que consegui".
"Posso bater no meu peito, dizer que tenho direito, de chegar até "aqui.
Como poderia eu, ser auto crítico, se a sociedade, me ensina contrário".
"Por isso, sigo julgando e penso só em mim mesmo, sendo eu assim, arbitrário".
A sociedade capitalista, ensina a odiar o pobre, chamando-o de vagabundo.
Mas a mesma sociedade, "cancerígena", consome do homem quase tudo.
Sua dignidade, sua moral, seus princípios verdadeiros, bebe seu sangue de canudo.
Você aí que, quer debater sobre as escolhas do povo, com seu coração de titânio.
Olha as regras que você quebra, egoísta, se serve de macarronada, o pobre nem macarrão instantâneo.
É impossível entender a fome, sem fome sentir.
É impossível entender o paraíso, se no inferno não residir.
O que melhora, na vida do povo, só quem é povo, sabe dizer.
Quem mora em castelo, cercado por altos muros, jamais ira entender.
Mas que justiça é essa, onde um empresário ganha milhões, bilhões, pagando salário minimo ao seu pobre empregado?
Se você sentisse, o que meu explorado povo senti, se sentiria um desgraçado.
Exploradores das necessidades do homem, os empresários fazem fortuna.
E surge do meio do povo, mais puxa sacos, pra se juntar a sua turma.
Você quer falar sobre democracia, e nem luta pelos direitos dos colegas?
Então, comece onde você está, revolucionando, seu filho de uma égua.
Você sabe, exatamente, como gosta de ser recebido. Receba (familiares, amigos, parceiros, fornecedores, clientes...) dessa maneira.
Admiro os que dizem que buscam a felicidade para todo o sempre, pois nunca se pode ser feliz para sempre, o que existe em nossas vidas são momentos que podem ser compostos de sentimentos felizes ou tristes, com base nesses fragmentos podemos unificar momentos bons e chamarmos de "felicidade".
“Pessoas podem ser falsas a todo tempo ,isso é humilhante não para com o próxima mas para com ela mesma”
Prazo de validade
Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar
Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.
Ivan Martins para Rev.Época
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