Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Gosto do café quente,
do sol entrando devagar,
do silêncio que acalma.
A felicidade mora
nessas coisas pequenas
que a gente quase não percebe,
mas sente.

O que te define não é onde você mora, não é o que você come, muito menos o que você veste ou tem. Você é definido através do resultado daquilo que faz ou pensa.

Não venha falar em liberdade, mulher.
Liberdade não mora no discurso, mora nas escolhas.
A tua vida ainda está algemada no ontem,
presa a erros que você insiste em chamar de passado superado.


Hoje você abriu os olhos —
e isso não é redenção, é apenas o começo.
Ver a própria prisão dói,
mas continuar fingindo liberdade é pior.


Agora não basta enxergar.
É preciso romper, assumir, caminhar.
Porque quem acorda e não muda,
continua presa… só que acordada.


Desperta enquanto o momento é de oportunidade.
Você é livre.
Viva a vida.

Ações machucam, mas palavras é onde mora a chave... Palavras são feitiços, o verbo divino, tudo o que falam pra você é uma magia que altera sua realidade, foque sempre Nas pessoas positivas, de vibrações altas que sempre te abençoam, saia de perto daqueles que só amaldiçoam você.
Eles não fazem por Mal, mas ainda fazem.

"Enquanto tentamos controlar o amanhã, a vida passa e a paz, que mora no essencial, fica esperando no agora."

Umbigo


A ambiguidade não chega,
ela nasce conosco.


Mora no centro do corpo,
onde a vida começou
e nunca se desfez.


Entre o que somos
e o que mostramos,
há esse ponto silencioso
que tudo sente.


Ser humano
é viver assim:
ligado, rasgado
e inteiro ao mesmo tempo.

***
"O dicionário
é o palácio,
onde mora todas as palavras,
e todas elas estão disponíveis para pesquisas em todos os idiomas."


***

"de longe conheço o amor,
de perto conheço o perdão,
hoje conheço você,
que mora no meu coração"

Pai, a saudade mora aqui.
Todos os dias.
Em cada lembrança, em cada silêncio.
Te amo… e sempre vou amar.

Atrás do riso que a todos convence, mora o cansaço que ninguém vê.
O mundo aplaude quem não se rende, mas ignora o peso de se manter de pé.
Ergo muros de ferro e porcelana,
com tijolos de orgulho e de solidão.
Se a alma grita, a voz se engana, e o rosto mascara o que vai no coração.
Digo "estou bem" como quem reza, um mantra sagrado pra não desabar.
Pois ser fortaleza é a maior incerteza, um navio que afunda sem poder transbordar.
Mas por trás da armadura, o peito é ralo,
há um resto de medo pedindo um abraço.
Porque fingir ser forte é o maior gargalo, é morrer um pouco em cada passo.

Minha coragem mora no rascunho, não no diálogo.

O poder transformador mora em nossas deficiências.

⁠O amor que não tenta te consertar é o único que sabe onde mora tua alma.

Onde a emoção mora

Tudo cheira a tristeza.
É castigo, eu sei.
Mas depois percebi que tudo é questão de escutar.
É uma maestria rasante, justa,
nas conversas entre eu e você.

A emoção, quando chega às nuvens, é sagrada,
e o corpo reage.

Onde a alegria mora

Não fica assim, menina.
A extensão desta vida é incerta, e não há replay.
Tudo fica guardado na memória.

Eu sei que dói quando o rio desce, quando as lágrimas transbordam.
Mas, se doer muito, lembre-se de que um dia você foi muito feliz.

Hoje, as lágrimas ocupam um espaço que um dia foi sorriso.
E, se continuar a doer ainda mais,
me abrace e perceba que eu ainda sou seu amigo.

Amanhã, a sua manhã pode ser uma surpresa.
E, se outro sem noção aparecer, barre-o, para não permitir que ele desperte gatilhos.
Não deixe que a tempestade encontre morada na sua alegria.

Às vezes, um grande amor pode estar ao seu lado nas horas alegres —
e, principalmente, nas horas tristes.
É aquele que se enverga para que você não seja atingida;
é aquele que estende as mãos quando você já não tem forças para estender as suas;
é aquele cujos ombros lhe servem de apoio.

Me abrace e perceba que eu ainda sou seu amigo.

Amo você

Minha casa é no pé da serra, a lua eu vejo de lá, as flores eu pego no mato, mora eu e o sabiá.

Se lá tem flores, então a poesia mora lá.

Nosso verdadeiro Eu mora protegido atrás de nossos sentimentos.

Elton…
Eu já entendi filho, teu descansar não é fraqueza que mora nesse silêncio.É a pausa do tambor antes do próximo toque que move o mundo. Que te robustece! Sabe filho, teu rosto carrega a calma de quem já atravessou tempestades antigas, e ainda segue destemido, mesmo com o olhar de menino, você traz nos ossos a memória de reis que nunca se ajoelharam diante das maiores batalhas. Enquanto teu corpo repousa, tua história está de pé erguida como lança, firme como raiz em terra sagrada.Há um reino inteiro em teus olhos fechados, onde ancestrais caminham contigo, quando a vida te lapida para novas batalhas, sabe? Cada sonho seu é estratégia, cada respiro é resistência.Nobre guerreiro, tua cor não é apenas pele é armadura de sol, é noite que guarda estrelas. E mesmo quando o mundo insiste em te cansar, há uma força antiga em ti que sussurra: “levanta, filho da história, teu nome é continuidade.”Descansa, sim, porque até os mais fortes sabem que o descanso também é parte da luta.

Entre o toque e o cuidado


Às vezes, não é sobre o outro…
é sobre o preconceito que mora dentro dele —
ou dentro de quem o protege.


Eu nunca soube ver “deficiências”.


Vejo energia.
Sinto presença.


E, quando a minha energia encontra a do outro,
nasce em mim um gesto simples:
um abraço,
uma palavra,
um carinho que não pede explicação.


Mas o mundo anda na defensiva…
e o afeto, que deveria ser leve,
vira invasão aos olhos de quem tem medo.


Eu não me aproximo sem caminho.
Sempre há um antes —
uma convivência,
um silêncio compartilhado,
um laço invisível se formando devagar.


Outro dia, me disseram:
“Ela é adulta.”


E aquilo ficou em mim.


Voltei para dentro,
revisei meus gestos,
me procurei nas minhas intenções…


e encontrei o mesmo de sempre:
carinho.


Porque com todos é assim —
e de todos, o carinho voltou.


Mas, ainda me contive.
Segurei o gesto.
Guardei o abraço.


Mesmo sentindo que, às vezes,
quando o afeto não é recebido,
não é recusa…
é proteção de alguma dor.


Depois, veio a confirmação:
existia, sim, um cuidado ali,
uma história sendo tratada em silêncio.


Mas eu não desisto.
Nunca desisti de ninguém.


No Natal, prometi um abraço.
Antes que dissessem outra vez
o que ela já não era criança,
eu disse o que eu era naquele instante:


“Eu gostaria muito de receber "esse" abraço…
mas, já que não é possível,
então eu apenas dou.”


Porque amar, às vezes, é isso:
não esperar retorno,
não medir resposta,
não endurecer o gesto.


Só ser.


Talvez o mundo confunda idade com sentir.


Mas nem todo corpo acompanha a alma no mesmo tempo.


Há quem tenha trinta…
e um coração de oito,
delicado, sensível,
ainda aprendendo a confiar.


E há quem force encaixes,
rótulos, aparências —
como se crescer fosse caber
em uma forma pronta.


Mas sentir…


sentir nunca obedeceu calendário.


E eu sigo assim:
Me aproximando com cuidado,
respeitando limites,
mas nunca deixando de oferecer
o que há de mais bonito em mim —


o afeto. 🌛☀️