Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Mora tanta intensidade em mim que desconfio que sou mar de imensidão, oceano de infinitas possibilidades.....
Acordo cedo, coração em chamas,
Teu nome ainda mora em mim, nas manhãs calmas.
Na tela, a esperança de uma mensagem tua,
Mas o silêncio responde, e a saudade continua.
Nos dias que vivemos, o riso era música,
Teu olhar, meu refúgio, tua voz, minha bússola.
Nos abraçávamos na noite, no calor da cumplicidade,
Agora só resta o eco dessa saudade.
Te vejo nos sinais que o mundo espalha,
Como se o destino insistisse em traçar nossa trilha.
E mesmo que tu não acredites no reencontro,
Meu coração não desiste, segue te querendo tanto.
Sinto falta dos beijos, das carícias serenas,
Das promessas ditas entre lençóis e estrelas pequenas.
Falta da amizade que era tão nossa,
Do companheirismo que o tempo não destroça.
Hoje não falamos, e meu peito aperta,
Preocupação é meu guia, meu afeto desperta.
Ainda te guardo, mesmo que distante,
Teu nome é meu mantra, teu amor, constante.
"Se não sabe respeitar o anjo que vive em mim, vai ter que lidar com o inferno que mora atrás dele."
🌻DA MULHER QUE MORA EM MIM🔥
Da mulher que mora em mim
Da querência de menina
Trago sonhos inacabados
Trago a esperança e o fulgor.
Da mulher que mora em mim
A ânsia por me apaixonar
Dessas que nos tiram o fôlego
E fazem os olhos brilhar, flutuar, velejar.
Da mulher que mora em mim
A sempre esperada gôndola de Veneza
Com firmes mãos a segurar-me o queixo
Para um quente e terno beijo.
Da mulher que ainda me resta
Renovar, a cada dia, o desejo primitivo
E o sonho de reencontrar esse amor
Seja em que tempo for.
JASMIM
mora em mim
faz meu dia
chega assim
com ousadia
diz que sim
faz-se serafim
faz do léu virar dia
pinta meu hotel
uma estadia
pinta meu céu
de alegria
cheia assim
de rebeldia
cola em mim
faz meu marfim teu carmesim
das minhas alas teu jardim
de meu corpo
tua abadia
noite e dia
CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.
"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."
Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.
Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.
“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.
Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.
“Paira sobre meu túmulo vazio...”
Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.
E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.
“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.
Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.
A sutileza mora em mim... meu toque é leve, é suave... sempre tive medo de machucar. Com palavras, gestos ou mesmo com o olhar. A força fica com quem é rude, com quem não sabe tocar... Minhas mãos são macias, são para acariciar. Meus atos correm do selvagem e meu olhar sempre quis ver a suavidade no outro olhar.
Ainda que não esteja bem, sei assim mesmo que toda mudança mora em mim. Decido entre ir a frente ou parar, me aventurar ou me acovardar. O mais importante é eu querer mudar.
Mora em mim muita saudade do que poderia ter acontecido... do que acabou sendo, e se foi... mas existem infinitas possibilidades no que já acontece, e no que virá. A esperança também mora em mim.
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