Tenho Namorado mas Penso em outro
Vejo uma lagrima cair no papel
Quando penso em teu beijo eu me lembro do gosto do mel
Quando penso em desejo eu me lembro do teu corpo suado no meu
Quando penso no perfume das rosas me lembro do seu
Quando penso em face tão linda me lembro da tua molhada pela chuva
Quando penso em amar eu me lembro do meu que se perdeu
Quando penso em te perder eu me lembro do seu olhar e choro
Quando penso em você me sinto no céu
Em noites de lua cheia...
penso no teu olhar,
como me incendeia.
Em noites de lua cheia...
penso como ter você,
agarrada na minha teia.
Em noites de lua cheia...
penso,
Como teu sorriso me clareia
Em noites de lua cheia...
sem você,
vivo um conto de lua cheia.
Nada penso, mas, penso.
Que pensar em nada já é pensar,
Por isso, concluo que nada sei,
Apenas penso que sei,
O que minhas palavras não sabem me explicar,
Muito menos te dizer...
Eu não fico calada pelo fato de ser quieta, não subestime o que eu penso. Compreenda do comum ao anormal, tenho de tudo um pouco.
Quando penso que está tudo bem, sempre aparece algo para me deixar triste. Será que a vida tem que ser assim?
Sim, só reconhecemos a felicidade depois da dor, só sabemos o quanto as coisas são importantes depois que as perdemos.
Sempre que penso em desistir, Deus vem e suavemente da um empurrãozinho e diz em meu ouvido segue em frente menina!
Dormindo sonho com ela, acordado só penso nela, na rua meus olhos só veem o rosto dela, em cada 3 palavras uma minha boca pronuncia o nome dela, meu nariz só sente o cheiro dela, meus braços só querem o abraço ela, o problema mesmo são minhas pernas, pois tenho certeza que se não tremessem tanto, me levariam correndo pra ela.
POUCO IMPORTA
Não sei, já não penso em mais nada
Mais uma vez você está magoada
Não diz nada não sei o que fiz
Eu sempre queria ver você feliz
Pouco importa o que foi que aconteceu
Se a amizade de repente morreu
Fico triste, mas sigo o meu caminho
Se te faço mal é melhor eu ficar sozinho
Levo você dentro do meu coração
A Deus eu te ofereço uma oração
Desejando que a tua felicidade
Seja inteira e não pela metade
Pouco importa saber o que foi que aconteceu
Valeu o carinho que meu coração viveu
Enquanto a nossa amizade florescia
Tão bonita e cheio de fantasia
E quando penso em você eu saio na estação
errada do metrô.
Eu me pego rindo sozinha.
EU acho graça num dia de chuva.
Eu nem fico cansada.
Só quando eu penso em você.
Às vezes penso em desistir,
Mas como desistir?
Você é meu ar, sem poluição
É meu levantar, sem chinelo
É meu deitar com coberto
É meu dormir sem pesadelos
Me diga como desistir, se você é meu tudo?
(...)
O que sou e como penso,
Aqui vai com todo o senso,
Posto que já veja irados
Muitos lorpas enfunados,
Vomitando maldições,
Contra as minhas reflexões.
Eu bem sei que sou qual Grilo,
De maçante e mau estilo;
E que os homens poderosos
Desta arenga receosos,
Hão de chamar-me tarelo,
Bode, negro, Mongibelo;
Porém eu, que não me abalo,
Vou tangendo o meu badalo
Com repique impertinente,
Pondo a trote muita gente.
Se negro sou, ou sou bode,
Pouca importa. O que isto pode?
Bodes há de toda a casta,
Pois que a espécie é muita vasta...
Há cinzentos, há rajados,
Baios, pampas e malhados,
Bodes negros, bodes brancos,
E, sejamos todos francos,
Uns plebeus, e outros nobres,
Bodes ricos, bodes pobres,
Bodes sábios, importantes,
E também alguns tratantes...
Aqui, nesta boa terra,
Marram todos, tudo berra;
Nobres Condes e Duquesas,
Ricas Damas e Marquesas,
Deputados, senadores,
Gentis-homens, vereadores;
Belas Damas emproadas,
De nobreza empantufadas;
Repimpados principotes,
Orgulhosos fidalgotes,
Frades, Bispos, Cardeais,
Fanfarrões imperiais,
Gentes pobres, nobres gentes,
Em todos há meus parentes.
Entre a brava militança
Fulge e brilha alta bodança;
Guardas, Cabos, Furriéis,
Brigadeiros, Coronéis,
Destemidos Marechais,
Rutilantes Generais,
Capitães de mar e guerra,
– Tudo marra, tudo berra –.
Na suprema eternidade,
Onde habita a Divindade,
Bodes há santificados,
Que por nós são adorados.
Entre o coro dos Anjinhos
Também há muitos bodinhos –.
O amante de Siringa
Tinha pêlo e má catinga;
O deus Mendes, pelas contas,
Na cabeça tinha pontas;
Jove quando foi menino,
Chupitou leite caprino;
E, segundo o antigo mito,
Também Fauno foi cabrito.
Nos domínios de Plutão,
Guarda um bode o Alcorão;
Nos lundus e nas modinhas
São cantadas as bodinhas:
Pois se todos têm rabicho,
Para que tanto capricho?
Haja paz, haja alegria,
Folgue e brinque a bodaria;
Cesse, pois, a matinada,
Porque tudo é bodarrada.
