Tempos
Na era da graça, orando por tempos melhores;
Pois nem sempre senhores grandes, são grandes senhores;
Chegamos aos tempos difíceis de relacionamentos pessoais; mas, a humildade nos aproxima das melhores relações sociais.
Em tempos complexos, a lucidez e a resiliência são essenciais; não podemos mais nos dar o luxo de ignorar as asperezas do caminho.
Confiar em algo maior que o próprio entendimento traz clareza em tempos complexos: Deus
by Provérbios 3:5
Talvez o sol não dourasse as lembranças, como ali, naquele momento no interstício de tempos, entre a noite e a madrugada.
MINHA MENSAGEM DE NATAL PARA TODOS.
Esta é uma reflexão para todos os tempos, dirigida ao humano que habita em cada um de nós, independentemente de crença, bandeira ou fronteira.
Nesta época em que as luzes se acendem e os presentes são trocados, fica uma pergunta incômoda: Onde é que o sagrado realmente vive?
Muitas vezes, olhamos para o céu em busca de um sinal, ou para os grandes monumentos em busca de uma verdade. Mas a provocação aqui é mais profunda e direta: e se o "Rei", o "Eterno" ou a "Vida" estiverem agora mesmo sentados na sua calçada, tremendo de frio ou escondidos sob os trapos de quem não tem nome?
O Natal celebra um nascimento, mas o que esse texto nos questiona é a nossa capacidade de reconhecer a vida no outro.
A provocação: é fácil amar um conceito. É fácil celebrar uma ideia de bondade. Mas você consegue reconhecer o valor infinito naquele que não tem nada a lhe oferecer? No estrangeiro que não fala sua língua? No doente que a sociedade prefere esquecer?
Portanto, fica o questionamento: nós perguntamos: "Quando foi que te vimos com fome ou sede?". E a resposta é um espelho: vimos todos os dias, mas escolhemos não enxergar. Estávamos ocupados demais celebrando a festa para notar o convidado de honra que batia à porta, que muitas das vezes vinha disfarçado de necessidade.
A verdadeira energia desta época não está no consumo, mas no vínculo. A filosofia aqui é simples, mas avassaladora: não existe o "outro". O que você faz ao menor dos seres, você faz ao próprio universo. O que você nega ao desconhecido, você nega à sua própria humanidade. Neste Natal, que o nosso maior presente seja a coragem de abrir os olhos. Se você quer encontrar o que é sagrado, não olhe para cima. Olhe para o lado. A vida está com fome, com sede e com frio. O que você vai fazer quando cruzar com ela hoje?
Feliz natal a todos!
Moisés Lugli.
Vivemos tempos sombrios, quando a esperança se perde em meio ao caos da maldade humana... Seres humanos?! Não sei se podemos chamar de humano, criaturas que não possuem escrúpulos, ou qualquer tipo de sentimento que se aproxime de algo semelhante!
JRNV
Mesmo com todos os contra-tempos da Vida, o que é Verdadeiro e sincero não se perde tão fácil assim .
Moncão
Em vila de Moncão eu vivi sim.
E lá estive ao Senhor servindo
Em tempos que já tiveram fim.
Nesse tempo eu estava, sorrindo.
Nesse tempo eu não era poeta,
Eu sempre pregava com ousadia,
a palavra de Deus como um profeta,
mas veio o da despedida, e saída dia.
Então, desde que sai de ti Monção,
Começei a ser poeta, com uma canção.
Mas sabe tu, que o meu tema é Deus.
Não outro assunto eu tive, para cantar,
Pois só ele eu quero sempre exaltar,
como fazia na frente de filhos teus!
TEMPOS DE CAOS
Um dia haverá tempo para o perdão,
para a reconciliação e para o amor.
Tempo para nos reencontrarmos um dia.
E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos
e que agora já não faz mais parte de nós.
Ter lembrado do mundo em meio tempestade, torna mais fácil recuar...
A tempos que extraordinário muda em uma simples reação...
Sensatez em ver que covardes sempre será covarde...
Razão paralelas de ambiguidade em tempos de linhas curtas que muda o humor relacional e torna tudo mais leve...
Avançar acaba sendo pegadas em solução do tropeço que vida alheia define-se como está?
Deus nunca me deixou, nunca foi embora nos meus tempos dificeis. Me sustentou contra o vento e contra a chuva forte de cada estação.
Gratidão meu Deus.por dar-me sempre a tua proteção.
FranXimenes
29*10*2013
"De tempos em tempos, a desilusão destrói a ilusão que vivíamos, e então percebemos que o tempo já não é o mesmo, e que nós também já não estamos no mesmo tempo".
Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.
O Lobo e a Lua
Nos vilarejos aos pés das montanhas, de tempos em tempos quando a lua cheia ilumina a primeira noite do ano, um lobo aparece e seu uivo é um canto de amor. Nesta noite o lobo solitário que cuida e protege as florestas se apaixona pelo brilho da lua que cuida dos céus e das estrelas e se apaixona pelo lobo com seus olhos castanhos.
Nesta noite o Lobo vai ao encontro da lua no alto da montanha em forma de um homem com cabelos claros como as estrelas e olhos castanhos como os lagos e a lua desce para encontrar o lobo em forma de uma linda mulher com os cabelos negros e longos como a noite e a pele branca como o próprio brilho da Lua. No calor deste encontro, a noite brilha e canta com o uivo sedendo fazendo amor.
Este encontro vive nos contos dos vilarejos que acreditam que tal amor voltará neste tempo.
Os tempos e os fatos, vão e voltam,
levados pelas almas que encontramos no caminho.
Algumas, não devemos ver nunca mais...(pesares)...
E outras.... mantê-las sempre por perto...
Um dos quereres
Já tive tempos, onde queria sucumbir,
mas hoje, deixe-me ver,
só quero viver, enquanto puder
pois, cabe a todos o partir,
embora dolorosa a vida que temos,
e ainda na felicidade e abundância,
não faz sentido viver sempre bem,
assim o requer a vida,
porque chegará uma parte dessa vida
que é retirado de nós essa tal felicidade,
dessa maneira, escolho viver
o tempo que me cabe,
mesmo com tons de felicidade e tristeza,
e findo a vida,
nem tristeza, nem felicidade
apenas paz...
