Tempo Rápido
O processo na maioria dos casos, costuma ser lento, a espera aparenta ser um grande fardo, entretanto, é possível mudar um pouco esta concepção sempre que se volta para os encantos de cada fase e percebe que nenhuma delas é em vão e durarão o tempo necessário para construção de algo tão valioso e aguardado.
Todas as fases possuem seus próprios ganhos e aprendizados, surpresas benquistas, alguns sonhos realizados, recompensas após certos desagrados, alguns sofrimentos e cansaços, planos que não deram certo, tudo conectado, nada é sem fundamento por mais que este esteja claro em um primeiro momento.
A borboleta que hoje voa de forma graciosa, exibindo suas lindas asas, outrora, já precisou rastejar para sobreviver, sob o risco de várias ameaças e também foi preciso ficar isolada durante um certo período, mais focada no seu mundo, logo, não estaria voando sem ter enfrentado os empecilhos.
A dor que dói no momento em que se sente,
Esvai-se, e agora está contente novamente.
O fogo que flameja no momento em que queima
Arde, mas logo deixa de ser um dilema.
A vida que vive, e agora parece ótima,
Logo termina, essa é a última.
O que agora parece não ter importância,
Talvez seja mera ignorância.
As estrelas hoje no cosmos,
Que talvez já tenham falecido,
O brilho que agora se vê, já morreu,
Então, desaparece no breu.
O que agora, parece inevitável,
Logo, será inviável.
Respirar não funciona
1, 2, 3
O tempo passa, passa e não para
3, 2, 1
A ansiedade borbulha
O sangue ferve
3, 3, 3
Mente confusa, as pernas bambas
Grito silencioso
Vejo o choro e ouço os olhos
Quando vão me escutar ao invés de me ouvir?
Quando vão me ver?
O tempo é relativo
Relativo é o tempo, não controlar é humano?
O tempo passa, o sangue esfria
O grito silencia
As pernas estáveis, as lágrimas sedem
O relógio não para, e eu não posso controlar
Não é preciso parar, para acordar.
Em tempo de adolescência se concluiu uma grande separação. Se separou, motivo havia, ainda que familiares, causa de vida que entendo melhor resolvida pela vontade de ganhar. Não muito tempo depois, embora um tempo de velhice, uma nova separação, feita também pela liberdade, mas novamente por força bruta. Hoje, gerações à frente ainda somos perfeitamente forjados com grilhões. Gritar é pouco, cada área o seu jargão, assim desejo melhor que separar, melhor que ressignificar, seja a arte de compartilhar.
Eu dancei na chuva, fui até a borda do mundo, e decidi continuar.
Corri, e fui tão longe que nenhum outro alguém poderia me encontrar.
Me perdera, e não me encontraria novamenete.
Percebi iso quando os céus se fecharam, e não existia nada além do mais profundo silêncio.
Não existia nada que me lembrasse de quem eu era, do futuro que algum dia teve a esperança de me encontrar.
Dancei até o chão sumir, a luz se apagar, o sofrimeneto se dissipar.
Caí no mais profundo e confortável sono.
Despenquei até que meu corpo cedesse, minha mente desligasse, até que eu aprendesse a aceitar.
Dormi debaixo da chuva, caindo da borda do mundo, reconheci a minha escassez de futuro, e enfim encontrei meu lar.
Desisti das minhas ambições, do medo, e abri mão do meu coração.
Deixei tudo acabar, e finalmente, me permiti encontrar.
Não chore por perdas, elas os aprisiona no passado. Levante olhe sempre para frente e conquiste novas coisas.
Todos os dias.
“Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou [...]” – Tempo Perdido, Legião Urbana.
De maneira deveras breve e antecipada, observamos que o tempo está se esvaindo, ou passando, como preferir... de maneira rápida. Muitas vezes nos questionamos se estamos vivendo da maneira “correta”, de acordo com a sociedade ou como o nosso coração manda, desta forma nos encontramos em um grande dilema, viver para nós ou para as expectativas das pessoas?
Há algum tempo vivíamos em meio ao caos em larga escala, que foi instaurado pela pandemia e agravado pelas crises sociopolíticas espalhadas pelo globo, e em quanto tempo isso ocorreu? Em menos de quatro meses já estávamos no “fogo cruzado” nos fazendo a seguinte pergunta: onde isso vai parar? E hoje, ainda estamos com os mesmos problemas, com as mesmas situações, todavia não estamos lidando com as adversidades externas, mas com as profundezas do nosso próprio ser.
As pessoas e os problemas que nos cercam, muito apontam para nós e tentam nos direcionar para algo, porém, ao mesmo tempo o nosso coração e a nossa alma “gritam” pelas nossas próprias vontades, que muitas vezes são contrariadas. Acabamos vivendo para os outros e esquecendo do nosso próprio ser. Segundo Sartre, fomos condenados a ser livres, mas, ainda estamos nessa “audiência” lutando contra o “júri” que propõe o contrário, viver de acordo com o que terceiros acham.
No trecho, “Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou [...]”, apesar de ser uma música, de certa forma, romântica, explicita ao público que o tempo está passando rápido e está se perdendo de maneira constante e intensa, e quando menos percebemos, “nada” vivemos. E o que isso tem a ver com as nossas vontades diante o direcionamento de terceiros? Tudo.
O tempo passa e se perde no cosmos do universo e quando nos deparamos com esse fato, nos contestamos de maneira ineficaz. Temos “flashbacks” de nossas escolhas e ações, e acabamos percebendo que quase sempre, vivemos para os outros e não para nós. Sempre estando frustrados e ansiosos, mas nunca iniciando a mudança.
Devemos rebuscar a nossa própria natureza e viver os nossos sonhos, nossas metas e a própria trajetória, que ouçamos as dicas e os conselhos, mas que não os levemos como escolhas que poderão nos frustrar por ir contra os nossos ideais e planos. O politicamente e moralmente correto já se foi há muito tempo, que vivamos o hoje de acordo com nossas próprias vontades ideais, princípios e conceitos, pois somente nós enfrentaremos e sentiremos na pele com os resultados.
“ A nossa própria vontade nos levará a destinos incomparáveis”
- Flavio Rocha.
Uma nova aurora risca os céus; respira-se o ar puro de cada amanhecer; uma brisa calma e serena anuncia o colorido da nova estação; a liberdade de pensar, de expressar, de locomover-se; mesmo diante de recalcitrantes, amanhã será um novo dia, brotarão raízes de raios incandescentes; o tempo não para; a velocidade da luz anuncia um novo tempo, esplêndido e tenro; afinal, é tempo de democracia.
Qualquer previsão, semelhante às previsões do tempo, ainda não é a realidade, mas sim expectativas futuras. Não deixe o medo das nuvens escuras obscurecer a beleza do sol que brilha no presente.
Acredite: sempre há uma nova chance de amar e ser amado, leve o tempo que for preciso.
O futuro é tão fútil e volátil, pois, na realidade, ele não existe. O único tempo verdadeiro é o hoje; quando chegamos ao amanhã, ele se torna o presente novamente.
Me vejo em espirito a imagem e semelhança de Deus. Em silencio monologo intensas conversas sobre a vida e sobre a morte, como também sobre tudo que ilusoriamente, damos maior valor, por um tempo relativo que não existe. Afinal, somos eternidade.
Quando se é criança parece que os paradigmas não conseguem grudar na
nossa consciência. Nossa realidade, nessa época, nos blinda com todas as vontades que temos de conhecer o mundo, brincar e divertir-se, o quanto mais se puder - sem parar. Sem questionar muito. Não ficamos remoendo o dia-a-dia, pensando em coisas negativas. Percebeu que quando somos crianças aproveitamos o máximo do tempo presente?
O tempo não passa; somos nós quem passamos, carregando com a gente as memórias de riquezas ou prejuízos que ele nos emprestou.
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