63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento
Eu só quero todo o tempo que tiver.
Não quero desperdiçar um segundo onde você possa estar.
Quero estar aqui, segurar sua mão.
Ser melhor por mim, e também por ti
Ainda que não tenha tudo o que queria
A sua presença alegra mesmo os piores dias
O que eu daria para tê-la tão perto...
Para estar e ser o maior bem que puder
Ser o melhor para ti
E nunca te deixar sozinha
Mesmo que de longe , sempre estarei com você
Tenho medo de te chatear
De perder o controle, e chorar
De deixar o ego falar
Mas o que sinto sempre foi amor
Nessa, e em todas as nossas vidas
Você é tudo o que eu sempre quis.
O que mais quero e preciso.
Jamais aceitaria ser outra prisão pra você.
Então olha pra mim, olhe no fundo dos meus olhos
Veja o portal da minha alma
Sinta o que meu coração batendo
Ouça o que ele tem a dizer
E então, finalmente diga
O que vê, e o que eles te dizem?
Não me deixa só
Mas se tiver que ir, então venha e vá depois
Mas sempre que sentir, volte.
Se precisar, sempre estarei aqui.
Você é única, e a única pra mim
Nada é mais importante do que a sua alegria
Poder vê-la feliz
E se eu não puder te fazer feliz
Não te farei ficar
Porque acima de tudo, te quero isso mais que tudo
Mesmo que a sua felicidade possa custar a minha
Porque eu te amo, e nunca parei de te amar.
Porque eu te amo, e vou te amar até o mundo acabar.
Porque eu sempre vou te amar!
Porque eu te amei em todas as nossas vidas
E te amarei em todas as nossas próximas.
- Marcela Lobato
"Afinal, com a convivência pelo tempo, há pessoas que perdem o valor que antes tinham e, não obstante, vão-se como a correnteza."
" O tempo pode afetar as relações e fazer com que as pessoas percam o valor ou a admiração que tinham umas pelas outras. É como se a convivência prolongada pudesse desgastar a apreciação mútua, e as pessoas acabassem se afastando como a correnteza de um rio."
Carta IV — A Solidão: Reflexão sobre a solidão e o tempo
Mais oito anos haviam se passado, e as rugas no meu rosto tornavam-se evidentes; os meus ossos perdiam cada vez mais a força; o tempo revelava-me o cansaço. A solidão sufocava-me como espinhos na garganta; os meus lábios secaram como um rio sem água; a sede matava-me aos poucos.
Já não havia urina no meu organismo. Tentei beber as minhas próprias lágrimas, mas também secaram. Os ratos já não me alimentavam; agora alimentavam-se da minha carne. Meus cabelos caíam sozinhos como folhas de uma árvore, e a minha pele amolecia como mingau. Os meus olhos enchiam-se de fadiga; sofria de insónia. O corpo produziu bactérias que me corroíam por dentro.
Quis suicidar-me, mas não encontrava forças para fazê-lo. Já não restou dedo algum nas minhas mãos: devorei-os todos para terminar de vos escrever esta carta.
O fundo das paredes oferecia um profundo silêncio. Ainda assim, era meu desejo voltar a ouvir, só mais uma vez, o grito alegre das crianças na aldeia de Kandembe; o canto dos pássaros na floresta de Mayombe; o canto do galo nas madrugadas; o sorriso das senhoras quitandeiras no mercado de Kalukembe.
Infelizmente não pude concretizar esse desejo. As correntes no meu pescoço e as grades que me prendem não me permitem realizá-lo. Aliás, já não me resta muito tempo. A solidão tornou-se um vício que se alimentava da minha penúria e dos traumas da minha lembrança. Quanto mais próximo dela eu me encontrava, mais perto me sentia da morte.
Talvez…
Será que devo arrepender-me das minhas escolhas?
Será que fui ingénuo ao preservar os meus ideais?
Será este o preço a pagar por ser diferente deles?
De que vale estar livre do calabouço, se lá fora continuarei a ser escravo?
De que adianta recuperar a voz, se lá fora me haverão de retirá-la?
De que vale livrar-me destas correntes, se lá fora existirão outras algemas à minha espera?
Aqui, ao menos, ainda posso falar, pensar alto e questionar.
E lá fora?
Não me haverão de censurar por pensar?
Não me haverão de açoitar por falar?
Não me irão condenar por contestar?
Não me irão matar por questionar?
A dúvida, o ceticismo e o remorso ganharam espaço na minha mente e no meu coração.
Tentei conversar com as paredes, mas elas não possuíam ouvidos. Procurei perguntar aos espíritos daquela masmorra, mas já haviam partido. As caveiras ao meu redor exigiam silêncio. E as únicas coisas que ainda podiam dialogar comigo eram a morte e a solidão.
TANQUE DE BETESDA
Há tanto tempo espero minha bênção, quem se importará?
Todo mundo tem um motivo pra correr, resolver a própria vida, caminhar e viver… quem se importará?
Mas um dia alguém me olhou, e seu olhar em mim fitou, e enxergou em mim além daquilo que aparentemente sou.
Estendeu-me a sua mão, e me pôs de pé, e restaurou a minha vida: o homem de Nazaré.
Mas um dia alguém me olhou, e seu olhar em mim fitou, e enxergou em mim além daquilo que aparentemente sou.
Estendeu-me a sua mão, e me pôs de pé, e restaurou a minha vida: o homem de Nazaré.
CÍCERO MARCOS
A fumaça evapora e parte do tempo vai embora ou fica sem sua hora. O fogo que queima é o estrago do trago mas melhor que o amargo de cena do povo. Só quero d-novo viver o bom sopro de mente pacífica bridando com quem fica.
A gota de orvalho cai, e o sopro do vento revela que o tempo segue seu curso, um novo dia está por nascer. Ainda que a noite traga dores e o frio da madrugada nos envolva, persista. O amanhecer não apaga o passado, mas oferece a chance de recomeçar com mais sabedoria.
(Izaias Afonso)
Nunca perdemos tempo quando vivemos de verdade ,Sempre há
chance de reviver e recomeçar!
Lembre-se: existem dias ruins e dias bons. Sobreviver ao tempo é um luxo valioso.
Ela não voltou mais suave.
Voltou mais inteira.
O feminino nela não era doçura o tempo todo,
era verdade.
E a verdade, às vezes, corta.
Ela cansou de ser medida pelo quanto suportava,
pelo quanto compreendia,
pelo quanto se calava para manter algo de pé.
Isso nunca foi força.
Era ausência de si.
Quando voltou,
não foi para ser escolhida
foi para se escolher.
O corpo mudou de lugar.
A presença também.
Já não se esticava para caber,
já não diminuía para manter,
já não confundia intensidade com profundidade.
O feminino nela deixou de pedir.
Começou a discernir.
E nesse retorno
não houve anúncio,
não houve explicação,
não houve necessidade de ser entendida.
Houve um silêncio firme
de quem sabe onde pisa.
Se alguém ficasse,
seria porque sustenta.
Se alguém fosse,
ela não iria junto.
Porque o retorno dela
não é para o outro.
É para um lugar
onde ela não se abandona mais.
Algumas feridas não se resolvem com o tempo. Elas atravessam, permanecem, se manifestam em silêncio.
O que não é reconhecido não se dissolve. Se repete, se infiltra, se atualiza nas relações e nas escolhas.
A tentativa de esquecer não cura.
A negação só mantém a ferida em estado ativo.
Cicatrizar exige outra coisa.
Exige sustentar o contato com o que doeu, sem fugir, sem distorcer.
É nesse encontro que algo se desloca.
Não porque a ferida desaparece, mas porque deixa de comandar.
No fim, integrar é isso.
Não apagar a dor, mas não viver mais a partir dela.
“Basta varrer a esquerda de um país devastado para que ele se torne próspero em pouco tempo.”
(Furtado, Brunno)
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