Te quero demais
Sempre quando eu te vejo,eu te sigo.
Sempre quando não te vejo fico.
Sempre quando eu quero te dizer alguma coisa,eu não consigo.
Meu pensamento só fica pensando naquilo.
E loucura não te dizer o quanto, quanto demorou para amar você.
Preciso te encontrar.
Te abraçar, te beijar.
Eu quero, eu quero
Ter você comigo nem que seja por um momento.
Em um lugar especial,perdidamente nos seus braços e loucos para namorar,enquanto o tempo não passa e eu não perco esse desejo de estar contigo.
É difícil evitar seus olhares, seus sorrisos,suas conversas, só não quero que meu coração sofra outra vez
GRATIDÃO
Senhor, quero dar-te graças
de todo o coração e falar
de todas as tuas maravilhas.
Salmos 9.1
Você já agradeceu hoje?
Agradeça pelas oportunidades
Pela experiência
Pelo conhecimento
Pelo aprendizado
Pelo que Deus ainda vai fazer
Pois Ele faz acontecer
Agradeça pela vida...
Cláudio da Cruz Francisco
Só quero esquecer todos os dias
Quanto mais quero esquecer mais lembro, cada lembrança vai esmagando meu eu. Quanta dor tem em palavras ditas, mais parece facas que entram e vai rasgando lentamente. Dói porquê você me matou meu amor ?
A verdade não é doce.O que se quer ouvir sim. Conduzo você a meu benefício, quero "ajudá-los", "meus companheiros".
Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.
Setembro-me
inteiro dentro
do teu corpo,
quero sentir
todo o teu verão,
vagarosamente
a evaporar-se
no meu corpo.
