Te quero de novo

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Da vida na se leva! Somente a vida que levamos!

Olhe para si mesmo

Sempre haverá uma fração de você em mim.
Só o tempo sabe o quanto eu me dediquei ou o tanto que eu estimulei os meus pensamentos para poder olhar para o outro lado e enxergar as coisas de uma forma diferente, mas positiva, em busca da concentração necessária para encontrar a paz e descobrir um novo mundo. A dor é uma fera difícil de ser domada, ela é comum a todos, mas podemos através dela aprender e construir expectativas que nos levem a caminhos que nos realizem.
Quantas vezes eu caí, sofri e me agarrei com a solidão? Quantas vezes eu ignorei o meu coração, ou fiz escolhas erradas!
Olhe para si mesmo, levante a cabeça, encare a sua guerra interna com coragem, de vez em quando olhe para o antes, mas foque no depois, lute, conquiste, cuide, acredite e ame a si mesmo e a quem estiver do seu lado.

Aquele que prega a palavra de Jesus e não a segue. Não acredita nele.

Cada doença pertence a um doente. Cada doente tem uma mente. Cada mente é um universo infinito.

A plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo.

Pátria minha

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação e o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade me vem de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama…
Vinicius de Moraes."

Vinicius de Moraes
Antologia Poética

Ao ensinar, o verdadeiro professor enxerga o aluno no futuro sendo maior e melhor que ele.

Na liderança de um sentimento com poder de sedução, desejos provocantes invadem corações que "aos extremos do amor" entram em delírios extasiantes inexplicáveis.

"Cada nota musical é um movimento que você dança como aquele instrumento!
Sinta a vibe naquele ritmo que pode até ser esquisito
mas é a batida que me deixa na alta estima!"

O homem sensato evita às vezes o mundo, com medo de se aborrecer.

Ouça seu coração, querida, e, por favor, procure não dar demasiada importância às coisas.

A bênção, Bahia

Olorô, Bahia
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia
Nós viemos dormir no colinho de lemanjá!

Nanã Borokô fazer um Bulandê
Efó, caruru e aluá
Pimenta bastante pra fazer sofrer
Bastante mulata para amar

Fazer juntó
Meu guia, hê
Seu guia, hê
Bahia!

Saravá, senhora
Nossa mãe foi-se embora pra sempre do Afojá
A rainha agora
É Oxum, é a mãe Menininha do Gantois

Pedir à mãe Olga do Alakêto, hê
Chamar Inhansã para dançar
Xangô, rei Xangô, Kabueci-elê
Meu pai! Oxalá, hepa babá!

A bênção, mãe
Senhora mãe
Menina mãe
Rainha!

Olorô, Bahia
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia
Nós viemos dormir no colinho de lemanjá!

O amor nada mais é do que uma troca de interesses egoístas, nada é tão atraente e sedutor do que fazer parte da vida de alguém, mas não há mal algum se esses interesses estiverem em acordo, o problema é que assim como no Universo, tudo que tem um começo, tem um fim e geralmente tudo temina em Caos.

O sábio não permite que o governem, nem tampouco pretende governar os outros; o que quer apenas é que a razão governe sozinha e sempre.

Quando estiver no fundo do poço, lembre-se de todas as vezes que vc já esteve e conseguiu sair de lá.
É só mais uma fase! Não desista!

Eu posso evoluir a cada dia. A pessoa que eu fui ontem, talvez não seja mais eu, e hoje sou uma versão melhorada de mim mesmo!

”Formiga é um ser tão pequeno que não agüenta nem neblina. Bernardo me ensinou: Para infantilizar formigas é só pingar um pouquinho de água no coração delas. Achei fácil”.

(Extraído do "Livro Sobre Nada" (Arte de Infantilizar Formigas), Editora Record - Rio de Janeiro, 1996, pág – projeto releituras)

Não espere das outras pessoas um respeito que nem você tem por si mesmo. Você estará se iludindo!

⁠Termine uma história e viva a próxima, porque a vida é cheia de bons momentos. Se você se agarra a anterior, você não vive.

“Tem sempre diante de ti o olhar dos mestres."