Te Encontrei
Era melhor deixar pra lá...
Aí eu deixei...
Tempo passou.. mundo girou..
E quem eu encontrei?
Rala bebê... já deu ..já foi...cansei..
Agora quem não quer nada..sou eu
Teu abraço era pra ser o meu refúgio... uma pena que sempre encontrei a porta fechada .... tantas vezes eu quis fugir pro teu mundo .. mas encontrei muros , invés de estrada ...
Quis tanto fazer morada em ti.. mas encontrei portas fechadas.. então peguei minhas malas e parti... virei viajante, andarilha , virei cigana , nomade, virei hippie.. depois disso não mais enraizei, pois não encontrei por aí solos férteis.. aprendi a ser livre, feito passarinho voei e cá pra nós. Foi o melhor que fiz !!!
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Eu encontrei uma razão para mudar quem eu costumava ser, uma razão para começar de novo e a razão é você.
Foi no dia 3 de março que o encontrei pela primeira vez, seu sorriso e seu jeito eufórico me chamaram a atenção, nunca tinha visto um garoto como ele, acabei me apaixonando sem perceber...
Dono dos meus sonhos...
Em meio ao caos do meu coração eu te encontrei como uma fogueira acessa em um noite fria e estrelada, você aqueceu meu coração e iluminou meus dias mais obscuros , em teu singelo abraço encontrei refúgio, em tantas aventuras inconsciente e felizes eu desejei não acordar mais, Da última vez que nós se encontramos você não me disse seu nome e nem seu endereço mais tive uma breve impressão de que algum dia eu iria encontra-lo, você me curou enquanto eu dormia, você me acolheu quando meu coração havia se partido e a culpa me consumia, você estendeu a sua mão enquanto eu negava ajuda, eu me pergunto onde estarás você que apenas me cura e depois desaparece, por que só vem ao meu encontro quando eu estou infeliz, espero que algum dia a gente se encontre e que lembre de mim, mesmo não sendo um vislumbre de amor vivido mais desejado!
Coisas lindas encontrei em minhas caminhadas
Sorrisos abertos
amizades sinceras
gestos delicados
amor cultivado
respeito mútuo
Sigo observando o encanto e a magia do ser.
Vejo o toque de Deus no ser humano
Sinto o toque de Deus em mim.
No vazio de minh'alma
Encontrei a sua mão
Sai da escuridão
Hoje sigo a luz
Que brilha em meu ser
E contagia o meu lindo coração
Gratidão
Paz no coração
LIBERDADE POÉTICA
Saí à rua,
Em busca de inspiração
Encontrei você, chorando,
Na esquina da desilusão.
Perguntei, por que chora?
Em resposta ouvi um longo sussurro
Depois um canto vibrante,
Melodia desconhecida
Porem afinada, sublime, celestial.
Reconheci você, nesse breve instante,
Era a liberdade, que antes chorava na esquina
E que hoje gritava em excelso pedestal.
Percebi que não preciso de inspiração
nem de musa de camões
A liberdade poética é clímax da poesia
Com ela crio meu universo
Canções e versos, sonhos, redenção.
PERFEIÇÃO ESTÉTICA
Em perfeita poesia eu vou dizer,
Dos encantos que em ti eu encontrei,
Mulher de alma grande pra valer,
Que meu coração terno arrebatou.
Teu corpo é como o sol no horizonte,
Que acalenta a alma e o ser aquece,
Tu és o sonho que me consome,
A doce fantasia da minha mente
Em teus passos vejo a beleza,
De curvas macias e sedosas pernas,
Que inspiram a mais pura sutileza,
E acende em mim as chamas sangrentas.
Musa, mulher divina, eu te louvo,
E, desfalecido, te envolvo!
Nosso sonho
Olhei, procurei, não te encontrei
Pelos cantos e trilhas do jardim
Eu queria encontrar você para mim
Procurando me perdi e não te achei.
De repente pensei que fosse o fim
Por pensar desse jeito eu chorei
Mas logo do sonho eu acordei
E te vi linda meu anjo querubim.
Te abracei e te beijei ardentemente
E você com ardência me beijou
Com um quê de senhora adolescente
Mas foi tão rápido como tudo se passou
Que a lembrança não sai da minha mente
E sua mente também não apagou.
Nildo Cordel
Ainda não encontrei o lado doce da vida.
Ainda não senti o açúcar melado.
Açúcar pelo qual faria meu paladar.
Sinto o gosto forte do amargo.
O sol nasce cinza
E se põe preto.
Não ouço a benevolência do meu pensamento,
Ouço o fúnebre alarde, um horrível barulho.
Sozinha no escuro,
Sem amparo nem ventura,
Aqui no meu quarto passando apuro,
Deitada na cama tornando-me perjura.
Em um jornal evangélico, com mais de um milhão e meio de tiragens, encontrei apenas um versículo bíblico sobre a volta de Cristo e o resto é sobre o comércio.
Foi na solitude que encontrei a mim mesma. Dentro de mim havia outras Izes que não cabiam em mim. A solitudide me uniu a mim mesma e me fez evoluir.
Renascença
Nas sombras fundas do meu próprio ser,
encontrei dores que evitei viver.
Calei segredos, chorei sem som,
buscando abrigo em mim, onde não há tom.
O peito pesado, o passo arrastado,
coração em ruínas, quase calado.
Mas entre os cacos, brilhou uma luz —
não era o fim, era a própria cruz.
Aprendi que cair não é fraqueza,
é parte crua da natureza.
E que cada lágrima que escorreu,
foi chuva fértil que me renasceu.
Hoje ergo os olhos, vejo o clarão,
não sou o mesmo da escuridão.
Sou mais inteiro, mesmo ferido,
pois cada dor me fez sentido.
