Te Curto de Montao
Não sei viver em um curto espaço de tempo no qual o meu coração não se tem o tempo de respirar as sensações do amor;
Mesmo não sentindo nada mais, esperando chegar o dia em que eu possa ter demais o que mais desejo, “O amor”;
Já me acostumei com minhas próprias leis não percebendo o lado que nunca você viu e com o correr fora o que nos restou além de um beijo tão esperado;
Curto tudo que se ascende e se apaga para enfim chamar minha atenção fazendo e acontecendo para entender minha lucidez;
Quero minha ajuda para que meu desafio de andar sozinho não seja o meu obstáculos;
Trazendo o peso da frustração que tanto fugi, buscando o amor perdido nas asas de um pássaro qual quer;
Nem sempre um sorriso curto é referencia de alegria ou que a felicidade está em um entrelaço magistral;
Mas os olhos têm uma leitura desigual, nunca mentem ou omitem a verdade;
Seus desejos onde vão parar que não deixam vestígios em um curto desabafo e nunca deixa de esconder as dores de um pobre coração;
E fazendo tempestade em copo d’água se segue ainda mais só procurando palavras de acalento que a alma precisa;
E para que o mundo não aperte tenha coragem de ascender às idéias do coração para então conseguir sorrir por algum motivo;
Meu espaço é curto para dúvidas insensatas, mas para o amor meu espaço é imenso e saúda com honra e dignidade;
O som acalentador do mar é tão inspirador que dar o toque de amar
Me enche de desejo em um curto de lhe beijar;
Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!
Existem quatro perguntas que você deve fazer para descobrir o significado da vida.
1° O que é espirito
2° Do que o espirito é feito
3° Por que nascemos
4° Por que morremos.
E todas as respostas se resumem numa só
"Amor"
Pode ficar irado como um cão raivoso da forma como as coisas acontecem... pode praguejar e amaldiçoar o destino... mas quando chega perto do fim... tem que perdoar.
Pelo fato de ter sempre o mesmo nome, os mesmos olhos e o mesmo nariz, não quer dizer que eu seja sempre a mesma mulher.
Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!
Quem é aquela dama, que dá a mão ao cavalheiro agora? Ah, ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
