Te Amo por isso te Liberto
"Por isso não observo a congruência quando me pedes para me lembre de você durante o dia, pois quando temos que nos lembrar é porque em algum momento já temos esquecido, e as pessoas especiais nós não esquecemos, elas permanecem sempre ativas perambulando em nossa mente".
Re Pinheiro
ESCOLHAS E CONSEQUÊNCIAS
Se soubessemos isso lá atrás, quem dera termos a oportunidade de ter feito escolhas diferentes.
Quanto sofrimento teríamos evitado.
Iríamos perceber o par de asas invisível que temos. Não ficaríamos prostrados. Poderíamos ver lá de cima nossos problemas pequenininhos e também o arco íris depois da tempestade...
Ainda bem que chega o tempo de aprender né...Nada é por acaso.
E em cada obstáculo nos tornamos melhores. Aprendemos a oferecer abraço, ombro, carinho, pois o sofrimento nos moldou pra melhorar.
Temos mais compaixão, pois tiveram conosco. Nosso riso, sai mais fácil, pois sabemos o quanto choramos.
Já não temos pena de nós.
DEUS nos ensinou que cada fase tem um porque e tudo passa.
E em cada conquista vemos como voamos mais alto.
Que a dor, tristeza e luta de hoje não nos deixe no chão. Deus nos ensinou a voar...vamos aproveitar está oportunidade então e tocar os céus.
É mais bonito ver de cima.
Que sua Vida seja linda, leve e com muita Paz...
Beijos
Re Pinheiro
Fique certo de que, quanto mais uma alma é querida por Deus, tanto mais deverá ser provada. Por isso, coragem e sempre para frente!
O curioso não são soldados do exército pintando meio-fio, mas isso incomodar só os especialistas de uma guerra só:
a Palavrosa.
Porque há algo profundamente revelador no tipo de indignação que escolhemos cultivar.
Não é a fome que escandaliza.
Nem é o abandono.
E nem é a corrupção cotidiana que envelhece o país antes do tempo.
O que incomoda é a estética da simplicidade.
Um homem com enxada parece digno.
Um operário com uniforme parece digno.
Um gari varrendo rua parece digno.
Mas um soldado limpando praça ou pintando meio-fio vira símbolo de humilhação nacional para quem aprendeu a confundir utilidade com discurso.
Talvez porque a guerra palavrosa precise desesperadamente parecer mais importante do que é.
Existe uma elite emocional que vive da liturgia da crítica.
Não produz ponte, não recolhe lixo, não organiza fila, não constrói muro, não protege fronteira, não assenta tijolo — mas comenta tudo como se governasse o universo pela força do vocabulário rebuscado.
E, quando vê alguém executando uma tarefa simples, concreta e visível, reage com ironia, porque o concreto expõe a esterilidade do excesso de abstração.
Há gente que prefere um país perfeitamente teorizado e completamente abandonado a um país imperfeito, mas funcionando.
A tragédia moderna talvez esteja nisso: transformamos toda ação em símbolo, ideologia e todo símbolo em guerra moral.
Já não perguntamos se algo ajuda, organiza, melhora ou serve.
Perguntamos apenas se aquilo alimenta a narrativa que escolhemos.
E assim, pintar um meio-fio deixa de ser manutenção urbana e vira tese acadêmica improvisada.
Enquanto isso, o país real continua existindo longe dos debates performáticos.
Porque o país real pega ônibus cedo…
Troca de turno.
Limpa-chão.
Carrega peso.
Conserta rede elétrica.
Desentope outras.
Entrega comida.
Bate continência.
E, no fim do dia, entende uma verdade silenciosa que os sacerdotes da guerra palavrosa raramente suportam admitir:
Toda civilização depende muito mais de quem faz do que de quem só tenta diminuir quem fez.
Os Líderes Religiosos poderiam pautar demandas sociais sem politizar as igrejas, mas isso não os levaria ao Poder e ao Dinheiro.
Talvez uma das principais tragédias da fé contemporânea seja perceber que muitos púlpitos deixaram de ser lugares de consciência para se tornarem palanques emocionais.
A espiritualidade, que deveria servir para confrontar ego, vaidade e ambição, passou, em muitos casos, a ser usada justamente como combustível para essas mesmas coisas.
Existe uma diferença muito profunda entre uma liderança religiosa que orienta a sociedade moralmente e uma liderança que transforma fiéis em massa de manobra política.
A primeira desperta senso crítico, responsabilidade, compaixão e humanidade.
A segunda exige alinhamento, cria inimigos convenientes e transforma divergência em pecado imperdoável.
Igrejas poderiam — e talvez devessem — participar das grandes questões sociais.
Poderiam falar sobre pobreza, violência, abandono, vícios, solidão, corrupção, dignidade humana e justiça sem se tornarem extensões de projetos partidários.
Poderiam cobrar ética sem vender ideologia.
Poderiam ensinar valores sem sequestrar consciências.
Mas isso exige renunciar a algo que seduz quase todo poder institucional: influência irrestrita.
Porque, quando a fé deixa de buscar transformação espiritual e passa a disputar espaço político como objetivo central, o fiel deixa de ser alma e vira capital.
Capital eleitoral, financeiro e capital de influência.
E talvez o mais perverso disso tudo seja a embalagem moral.
Quase tudo pode parecer legítimo quando é feito “em nome de Deus”.
O abuso ganha verniz sagrado.
A manipulação ganha aparência de missão.
O medo vira ferramenta de fidelização.
Enquanto isso, questões reais seguem sem solução.
A miséria continua.
A violência continua.
O abandono continua.
Mas a sensação de pertencimento político dá às pessoas a impressão de que estão lutando por algo muito grandioso, quando muitas vezes estão apenas retroalimentando estruturas que dependem da própria tensão social para sobreviver.
A fé deveria libertar o indivíduo do medo e da idolatria.
Inclusive da idolatria política.
Porque, quando uma igreja se torna incapaz de existir sem um inimigo político constante, talvez ela já tenha trocado o evangelho pela estratégia.
E, quando líderes percebem que indignação mobiliza muito mais do que consciência, o caminho para o poder se torna tentador demais para ser ignorado.
No fim, a pergunta mais desconfortável talvez seja:
quando a religião entra na política para “salvar valores”, quem salva a própria religião da corrupção, da sede por dinheiro e poder?
Poesia Concreta
Poesia Concreta é isso:
o nosso amor bonito,
os dois íntimos reunidos
pela graça do destino
com verbivocovisualidade,
Um sendo o verbo
e o corpo para o outro
sem pudor e sem virtualidade.
Durma , isso não é nada
Durma isso logo passa
Durma, que tudo é só ilusão
Se alguém achou a sua estrada,
Achou-a em confusão,
Não se culpe por isso
Sua alma foi enganada.
Não há lugar nem dia
Para quem quer procurar
Nem paz nem alegria
Para quem, por amar,
Se entrega e confia.
Melhor ser realista a
Fingir dócil , sem o ser
Ficar como ficamos,
Sem pensar nem querer,
Dando o que esgotamos
Amar sem nada receber .
Político é engraçado, é sempre a mesma demagogia. Falam que vão fazer isso e aquilo pelo povo, mas, na prática, nunca fazem nada. O foco é sempre o benefício próprio e o da família deles; o povo que se lasque. Eles tratam a esperança das pessoas como mercadoria.
Se o povo tivesse a real noção do poder que tem nas mãos, esses políticos pensariam duas vezes antes de roubar. O problema é que eles apostam na nossa memória curta e na nossa desunião. Enquanto eles vivem no luxo com o dinheiro dos nossos impostos, o trabalhador luta para sobreviver. Eles pregam o bem comum, mas só praticam o bem para o próprio bolso. "O pior não é só o político ladrão, é que sempre vai ter um baba-ovo para defendê-lo. Esses são os que vivem na mamata, ganhando migalhas para proteger quem está roubando o pão do povo. Eles não têm ideologia, eles têm interesse.
Enquanto o cidadão comum sofre na fila do hospital ou paga impostos altíssimos, o baba-ovo está ali, de prontidão, para passar pano para a corrupção. Eles vendem a própria consciência por um benefício próprio e ajudam a manter esse teatro de pé. Se não fossem esses defensores de estimação, que se vendem por tão pouco, o político não teria essa audácia toda. No fundo, são tão culpados quanto quem desvia o dinheiro, porque ajudam a esconder a verdade em troca de privilégios. "O que mais revolta é ver que eles tratam a prefeitura ou o gabinete como se fosse uma herança de família. Passa pai, entra filho, e a cidade continua com o mesmo buraco na rua e a mesma falta de médico. Eles são mestres na arte de criar dificuldades para vender facilidades.
Eles aparecem na época do voto, abraçam o pobre, comem pastel na feira e tomam café em copo de plástico, fingindo que são 'gente como a gente'. Mas, assim que a urna fecha, o vidro do carro sobe, o ar-condicionado liga e eles voltam para a bolha de privilégios deles. O povo vira apenas um número, um CPF que serve para pagar o fundo partidário e os auxílios luxuosos que eles mesmos aprovam.
A maior arma deles é a nossa divisão. Enquanto o povo briga entre si defendendo 'A' ou 'B' como se fossem times de futebol, eles estão todos juntos no restaurante caro, brindando com o nosso suor. Eles não têm partido, eles têm sócios. O sistema é feito para que nada mude, porque se o povo for educado e tiver consciência, o 'teatro da demagogia' acaba."
Talvez você esteja lendo isso enquanto conta aos seus amigos, entre risos, como eu implorei para você ficar. Talvez você esteja usando essa honestidade que você jura ter, mas que nós dois sabemos ser apenas mais uma camada da sua mentira.
Eu escrevo apenas para dizer: continue sonhando.
É fascinante como é fácil para você viver nessa sua fantasia onde eu não existo e onde nada do que aconteceu te machuca. Você se esconde atrás desse sorriso, se engana achando que está tudo bem, enquanto eu sigo aqui, literalmente partido em dois. É difícil reconhecer a verdade quando o sonho é mais confortável, não é?
Você pode rir do meu choro e transformar minha dor em história de mesa de bar. Você pode tentar convencer o mundo — e a si mesma — de que jogou tudo fora por motivos nobres. Mas, no fundo, entre um sonho e outro, resta um fato que você nunca vai conseguir apagar: você nunca terá a dimensão real do quanto eu precisei de você.
Siga sua vida. Construa esse castelo de cartas onde você é a heroína da própria história. Eu ficarei aqui com a realidade, lidando com o que você fez comigo, enquanto você continua flutuando, fingindo que não sente o peso do que deixou para trás.
Durma bem. O despertar, se um dia vier, vai ser bem mais frio do que o seu sonho.
Com a amargura de quem ainda se lembra,
(Aquele que você deixou para trás)
Queria te dizer isso com toda a honestidade e carinho que sinto por ti. Nossa jornada juntos me ensinou muito, e guardo os bons momentos com muito zelo. Entendo e respeito que agora precisamos seguir caminhos diferentes para que cada um encontre o que busca. Saiba que torço genuinamente pela tua felicidade e pelo teu sucesso. Obrigado por tudo o que compartilhamos.
A lógica do sentir
Sinto muito.
Tenho essa mania de sentir demais.
Mas amar é isso, né?
Sentir mais do que se pode entender.
Não é defeito sentir além da conta.
Às vezes dói, às vezes cansa,
mas é isso que faz o amor ser vivo
não morno.
Quem ama não entende tudo:
sente primeiro,
entende depois…
quando entende.
O niilismo te diz que nada importa. O humanismo responde: "Justamente por isso, podemos escolher o que importa." A diferença entre desespero e liberdade está nessa escolha.
Gostar de segurar o grosso duma arma é uma demonstração de extrema fragilidade. Em geral, isso funciona como uma tentativa de compensar inseguranças, como um membro pequeno e flácido, a falta de força física ou outras carências pessoais.
Se você é religioso desde criança, isso não é uma escolha, mas resultado de doutrinação cultural. Apenas o ateísmo ou o agnosticismo podem ser considerados escolhas reais, pois exigem o abandono da religião!
P1. No inferno só há pecadores.
P2. Deus está em todos os lugares; isso inclui o inferno.
C. Se deus está no inferno, então ele é um pecador.
Sou contra a psicopatia, por isso jamais adoraria um deus que resolveu matar a humanidade cometendo genocídio por afogamento, que testou a obediência exigindo que um pai sacrificasse o próprio filho, que podia simplesmente perdoar pecados mas preferiu um ritual de tortura e execução pública, e que transformou sofrimento humano em método pedagógico.
