Te Amo por isso te Liberto

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A vida conspira a favor do encontro dos verdadeiros amantes, mesmo que para isso eles passem por outros amores.

A realeza têm o dom da beleza, não se possui, por isso se multiplica com a coereza.

Quem nos protege também necessita de proteção; isso é vida o contexto nem sempre é ilusão.

Não se necessita de nenhum mérito para semear a divisão entre os próprios subordinados; isso está ao alcance de qualquer um. Pelo contrário, é preciso possuir verdadeiro talento para coordenar esforços, estimular o zelo, utilizar as faculdades de todos e recompensar o mérito de cada um sem despertar suscetibilidades e invejas, sem perturbar a harmonia que deve existir nas relações entre as pessoas ⁠

Eu trabalhei minha autoestima.

Isso significa que passei a confiar em mim e a olhar minhas decisões com mais cuidado e carinho.

Aprendi a separar o que os outros esperam de mim do que eu mesma espero de mim.

Quando a “conta” das escolhas chegar, serei a única responsável pelo pagamento.

Ninguém tem direito de me apressar ou dar palpite.

Não espere de mim algo que você mesmo diz que é importante, porque eu não represento isso.

Todo ser humano foi criado para fazer algo. E isso é o seu destino.

É perigoso enganar a si mesmo. Deixamos isso para os políticos.

Tudo que for de verdade, sempre vai prevalecer.
Por isso deixo a porta aperta, ao fica se for por escolha, não quero ser opção.

⁠Isso é paixão, é doença, obsessão. Qualquer coisa, menos amor.

Da vida só levamos o essencial: os momentos vividos! Por isso viva a vida com alegria e com muito amor no coração."

"A vida é um sopro...daqui não levamos nada, por isso, plante somente sementes boas na sua caminhada pela vida, porque a única coisa que iremos deixar serão lembranças do que vivemos e que essas lembranças sejam as mais lindas e felizes."

Em tempos de pandemia a reflexão tomou conta de boa parte das pessoas, isso é muito bom. Bom porque as pessoas podem por seus pensamentos em seu devido lugar, rever seus erros e acertos. Refletir sobre tudo em sua vida e buscar não a perfeição, mais sim a melhora para si e para o próximo ⁠.❤

Para Você, Meu Eu do Futuro


Salvei isso, aqui, Para você, meu eu do futuro. Que um dia vai tropeçar neste áudio, Nessas palavras. Quando ouvir, espero de verdade, Que tudo esteja diferente. Que sua cabeça seja um lugar calmo, tranquilo. Que a paz que hoje busco, Você já a tenha encontrado.
Essa "lápide" não é um fim, não. É um marco zero. Um alicerce, meu ponto de partida. Um testemunho da jornada, Da escuridão à luz. Uma "lapidação" que buscou, Transformar a dor em mapa.
A paz não é um destino final. É um processo. Autoconhecimento. Prática. E, sobretudo, autocompaixão. A jornada é árdua, Mas exige gentileza.
Gravar isso, dar voz à angústia, Articular o caos, Falar com você, eu do futuro, Já foi o primeiro ato de lapidação. Um gesto de agência. A recusa de me afogar.
Que você, ao encontrar isso, Reconheça a força na minha vulnerabilidade. Que veja a semente plantada na noite fria de Curitiba Florescer. E que continue a cultivar, ativamente, Esse espaço interno. Onde a cabeça, sim, Seja um lugar cada vez mais calmo, Mais tranquilo. Onde a paz, buscada com tanta verdade, Seja uma companheira presente em sua vida.

“A vida tem prazo que só Deus conhece; por isso, conquiste o que está ao seu alcance e não desperdice o tempo —o bem mais raro que não se pode recuperar.”

“Quando visitamos o lar da tristeza, ela nos reconhece e volta a nos visitar; por isso, escolha visitar a paz e a felicidade, para que sejam elas a bater à sua porta.”

⁠Se tu não gostas de alguém, então não deverias vivenciar a vida deste. Isso só irá fomentar o ódio, alimentar a inveja, potencializar a ganância e a emulação. Dará ênfase à zelotipia, nutrirá a cupidez, a avidez e a sofreguidão.

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Incontestavelmente a educação deve ser libertadora. Para isso o mestre deve sim, requisitar a valorização profissional. Mas ao elenca- las, priorizem as outras em detrimento do dinheiro.


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Se dizer tudo "Sim", isso é falta de resistência, mas é uma indiferença; basta dizer algum "não", para respeitar os limites e valores dos outros, vai ser muito empático.

Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.


E aí teve o beijo.


Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.


Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.


Eu me senti descartável.


Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.


E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?


O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.


E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.


No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.


Agora me conta, você já se sentiu assim também?