Te Amo Mesmo você não me Amando

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Eu não amo você, Tristan. Aliás, nem gosto mais de você. Você estava lá, só isso. Estava lá.

O valor do "Eu te amo" ñ esta na frase e sim no sentimento...

Amo-te não apenas por sua bela forma de saber viver, mas também por sua bela forma de saber me dar vida.

No entanto nada me prende a nada.


Te odeio , e te amo.
Te desejo , e te esnobo.
Não entendo essa loucura , não entendo essa confusão.
Você é o ar que respiro , mais sem você sei viver muito bem.
Estou ligada a você pelas correntes do amor , no entanto nada me prende a nada.
Seja eu uma louca qualquer , já cansei de me intender , e conformo-me em pensar que essa loucura sou eu.

Sou querendo ou não um loucura inconstante.
Talvez eu devesse mudar..., é talvez devesse.
Mais não quero.
Por mais insana que seja , nunca me abandonarei.
O maior dos meus pecados entretanto é o exagero. Exagero na dor , no rancor , na alegria e no amor.

Se meus pecados são os exageros , as loucuras a inscontantidade , são estes e nem discuto.
Mas isso não muda o fato de ainda não me entender.
Debato meus problemas mais íntimos nas entrelinhas , com estranhos , desconhecidos , anónimos.
É sou maluca , e maluca vou seguindo.
Nada me prende a nada , mais meu coração só bate enquanto você quiser. <3

Soneto XVII

No te amo como se fueras rosa de sal, topacio
o flecha de claveles que propagan el fuego:
te amo como se aman ciertas cosas oscuras,
secretamente, entre la sombra y el alma.

Te amo como la planta que no florece y lleva
dentro de sí, escondida, la luz de aquellas flores,
y gracias a tu amor vive oscuro en mi cuerpo
el apretado aroma que ascendió de la tierra.

Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde,
te amo directamente sin problemas ni orgullo:
así te amo porque no sé amar de otra manera,

sino así de este modo en que no soy ni eres,
tan cerca que tu mano sobre mi pecho es mía,
tan cerca que se cierran tu ojos con mi sueño.

Pablo Neruda
NERUDA, P. Cien Sonetos de Amor. Barcelona: Seix Barral, 2011.

Nota: Versão espanhola de "Soneto XVII"

...Mais

Eu te amo mil milhões.
(Morgan Stark)

Eu ando descalça porque amo a liberdade, amo sentir onde estou pisando. Sou simples, e o simples me possui. Adoro tomar sorvete no frio, e sair que nem uma louca no meio da chuva mesmo sabendo que posso ficar resfriada. Adoro ser simples, pois sempre tive pouco, e mesmo tendo acesso ao conforto, não ligo se tiver menos. Faço de tudo uma eterna festa!

Eu amo o jeito que você me faz sentir.

Eu amo você demais para arriscar que algo ruim possa te acontecer.

“Vai passar” não me consola. “Eu te amo” não me prova nada. “Conte comigo” não quer dizer que é meu amigo. “Estou confuso” não é motivo para dar um tempo. ”Estarei com você” não me acalma. Por favor, pare de falar. Faça!

Senhor, dai-me o que amo, pois Vós me concedestes esta graça de amar.

Amiga, parceira. Quero que você saiba que você é muito especial para mim e que eu te amo, apesar das brigas que tenho, mas mesmo assim continuo te amando. Ter uma amiga que nem você é a melhor coisa do mundo. Que você continue sendo essa amiga companheira, inteligente, amável, doce, etc. Coisas boas, quero dizer. Quero que também que saiba que você mora no meu coração e que nunca vou te esquecer. Sem você não sou nada!

Olhei o rosto dela e pensei: merda, eu a amo. Que vou fazer?

Quem eu amo nem sempre está junto a mim, mas está sempre no meu coração.

Não me digas ''Eu Te Amo'' se você não me ama, não tente me iludir com suas palavras frias e interesseiras.

Você disse te amo!
Você disse te adoro!
Você disse te quero!
Você disse te desejo!
Você disse te gosto
Você disse tudo.
Mas não me fez sentir nada.

Vivemos em um mundo de palavras repetidas.Então por que não dizer pela milésima vez-EU TE AMO! e não sei viver sem você.

Não te culpo por minhas decepções e pelas dores que senti, pelo contrário, te amo por me ajudar a me tornar quem sou...

Não te Amo

Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n 'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

Almeida Garrett
GARRETT, A. Folhas Caídas. Mem Martins: Europa-América. 2ª ed. 1987

Eu estou gritando:
"Eu te amo tanto",
Mas meus pensamentos
Você não pode decodificar

Paramore

Nota: Decode