Te Amo Filho
O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.
Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.
E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.
Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.
Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.
E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.
Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.
Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.
Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.
Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.
Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.
E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?
Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.
No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.
Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.
Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.
E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.
Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.
Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.
Não dá para esperar por Falsos Profetas, aplaudindo o filhote do encardido fingindo “pregar” o evangelho.
A história nos mostra que os falsos profetas nunca chegam anunciando a própria falsidade.
Eles vestem a linguagem da fé, citam versículos, evocam tradições e, muitas vezes, se apresentam como defensores da verdade.
O problema é que a mentira religiosa não costuma entrar pela porta da negação de Deus, mas pela janela da manipulação de Sua Palavra.
Vivemos um tempo em que a fé pode ser transformada em instrumento de poder, de lucro, de influência e de vaidade.
O Evangelho, que nasceu como anúncio de libertação, serviço e amor ao próximo, é frequentemente reduzido a slogans, plataforma ideológica ou produto de consumo espiritual.
E, quando isso acontece, não basta apontar o dedo para quem distorce a mensagem; é preciso também questionar o silêncio e a passividade de quem assiste a tudo sem discernimento.
A responsabilidade de uma comunidade de fé não é idolatrar pregadores, mas confrontar toda pregação com os valores que ela afirma defender.
Onde há arrogância, perseguição aos vulneráveis, culto à personalidade, ganância travestida de bênção ou ódio apresentado como zelo, o Evangelho já foi abandonado, ainda que o nome de Deus continue sendo descaradamente repetido.
A fé autêntica não precisa de espetáculo para convencer, nem de inimigos para se sustentar.
Ela se reconhece nos frutos: na justiça, na misericórdia, na compaixão, na honestidade e no compromisso com a verdade.
Quem fala em nome de Deus deveria ser medido menos pelo tom da voz e mais pela coerência da vida.
Talvez o maior perigo dos falsos profetas não seja o que eles dizem, mas o quanto nos acostumamos a ouvi-los.
Quando a consciência adormece, qualquer discurso eloquente parece sabedoria.
E quando a crítica desaparece, a manipulação encontra terreno fértil.
Por isso, mais do que esperar a chegada dos falsos profetas, é preciso reconhecer que eles prosperam sempre que a fé deixa de ser encontro com a verdade para se tornar instrumento de conveniência.
O desafio não é apenas identificá-los, mas recusar-lhes os aplausos que os mantêm de pé.
Afinal, a Fidelidade ao Evangelho exige discernimento, coragem e, sobretudo, a disposição de seguir a Verdade mesmo quando ela contraria os interesses dos que se apresentam como seus porta-vozes.
A criação de filhas mulheres é mais cara que a criação de filhos homens. Mulheres ficam maduras mais cedo. Por isso costumam ter mais firmeza nas decisões.
Se você é filho de mãe solteira e não pode honrar seu pai por algum motivo, sempre honre a sua mãe para que tenha uma vida próspera e feliz.
Mães virtuosas corrigem, orientam e educam, mas aceitam as opiniões divergentes dos seus filhos, pois entendem que as pessoas não são iguais, ou seja, cada pessoa é única com suas particularidades.
Na viajem desse meu sonho, vi filhos correndo na tarde bela, teu sorriso estampado refletindo o quanto me ama, vi você me dando boa sorte para mais um dia de trabalho,momentos de prazer. quero tanto dizer o quanto eu amo você, meu amor hoje eu acordei pensando em você, e decidi que quero viver o resto da minha vida com você.
Pouco tempo de vida pra muitas coisas a fazer estudar,aprender,namorar,casar,ter filhos,educa-los realmente morrer...!
Os filhos são a continuidade da nossa existência, alguém que um dia dirá:
-Meu pai me ensinou...
-Meu pai me disse...
Ser pai é ser orgulho do filho.
Tenho muito a ensinar e tenho muito a aprender.
Inteligência, carinho, atenção e força eu já tenho...ainda falta uma coisa...
OI PAI...
São tantas coisas para esses meus filhos superarem nessa vida... que eu acho que eu deviria ter registrado Nassor Oliveira Ramos e Naomy Oliveira com o nome de "Bola pra e Frente" e "Vida que Segue" .kkkk
A morte do pai tranforma a vida dos filhos, a experiencia aquirida ate a morte sera mutavel, mas o amor ao proximo sera perene.
Eu tinha tudo...
Quando criança, tinha tudo pra ser egoísta;
Filho único, ganhei sempre o que quis... mas sempre me acompanhou o aprendizado e o valor que as coisas tem;
Das mais simples, e pra falar a verdade: sempre dei mais valor a gado de osso e batata que a playmobil;
Na adolescência tinha tudo...
Tudo pra me revoltar, pra questionar
Tinha tudo pra ser um rebelde como o mundo espera
Mas também tudo me foi ofertado, para fugir a estatística e ser BOM!
A escolha sempre foi minha!!
O meu tudo sempre resulta daquilo que faço; de bom e ruim
Já homem, não sabendo o que seria tudo pra mim...
Fui atrás, busquei! corri... mas sem saber pra onde .
Sem saber onde tudo estava, onde tudo se escondia.
Mesmo assim, acredite! mesmo assim tudo que eu quis, alcancei!!
Com o tempo, buscando meu tudo...
Alcançando meu tudo...
Entendendo que tudo é difícil de se ter, mas tudo vale a pena !!!
Vivo tudo o que sinto vontade de viver;
Aprendi que posso tudo!
Aprendi que o TUDO é do tamanho do meu esforço
Que sou o responsável pelo meu TUDO
E que TUDO que tenho e sou
É de minha própria responsabilidade!!!!
E que o meu tudo pode mudar
De repente meu tudo, torna-se ser tudo pra alguém
Meu tudo pode ser pouco, pode ser muito...
Mas pra mim é TUDO!
E Hoje Deus sorriu pra mim e disse:
Filho, Eu estarei contigo em toda tua vida!
Momento algum te deixarei só'.
A herança mais benéfica que se pode deixar para um filho é a percepção do que é bom e do que ruim,se conseguires afastá-lo de certos pensamentos ou atitudes perversas conseguirás mantê-lo como uma rocha: firme,seguro e íntegro e portanto,não existirá a necessidade constante de auto-afirmar-se.
NASCE, CRESCE, FILHO DA RUA
Desde o ventre da minha mãe que conheço as ruas. Minha mãe é zungueira de profissão, já desde o ventre que tenho acompanhando-lha nas suas zungas. Presenciou as caminhadas que ela faz para nos sustentar, as muitas corridas que faz e sofre dos fiscais e os senhores policiais para não perder o negócio que nos é rentável. Outras vezes ela não escapa e é nos cassumbulado o negócio, fonte do nosso sustento. Muitas vezes chicoteada por reivindicar que até sinto a dor da chicotada.
Fui gerado na rua porque até aos nove meses a minha mãe zungava a necessidade é enorme, para completar o enxovalhe e a panela em casa não entrar em greve. Esqueceu-se do dia, mês, hora que vinha ao mundo, acabei por ser gerado na rua e assim me familiarizei com a rua.
Três, quatro mês depois comecei a gatinhar minha mãe decidiu que já era o momento oportuno de acompanhar-lha na zunga, não há dinheiro para mim, ir a creche e ela não pode ficar parada ou seja ficar em casa. Apesar de requerer ainda muitos cuidados materno, porque se não morremos de fome.
Passo toda a minha infância na rua ao lado da minha mãe, sem crianças a minha volta porque as deixei todas no bairro em que vivemos e assim vou crescendo.
Sou da rua, alimentam-me, tomo banho, vestido na rua ao céu aberto ou seja ar livre.
Deste modo vou familiarizando com a rua, conhecendo-as do musseque à cidade. Quando completo os meus 5, 6 anos. Já sei fazer o mesmo trajecto me é familiar. Conheço-o tão bem que perco o medo de andar sozinho, criança que só. Esquecendo que as ruas são tão violentas e perigosas, criança e inocente. Mas como posso ter medo se presenciei as mesmas muito antes de andar nelas, sozinho.
Com os meus 10, 12 anos as ruas adoptam-me e passo a vida a lavar carros. Os grandes jipes, carros que só via nos filmes. Hoje tenho o prazer de os lavar e ver o seu interior fico fascinado com o que vejo, lavo para ganhar algum trocado.
Se puder depois vou para à escola aprender alguma coisa, de momento aprendo mesmo aqui, na rua mal ou bem. Essa é a vida que levo, prioridade para mim, agora é mesmo kumbo. Porque tenho que ajudar a velha com as despesas no cúbico.
Tenho os meus irmãos, mas novinhos que precisam encontrar outro cenário, talvez estudem para saberem alguma coisa para contornarem o caminho que segui. Terem um futuro, destino diferente do meu. Porque se tivesse escolha talvez não é esse o destino que queria para mim.
Os seres viventes; animais, humanos, pais, mães, filhos, filhas, machos, fêmeas, que são, que não são, devem ser amados, a acepção contradiz os rótulos professados.
Nunca vi um justo desamparado
Nem seus filhos mendigarem pão
Nunca vi um político honesto
Nem governo sem corrupção !
A terra foi dada aos filhos dos homens, se hoje o mundo está como está, é porque achamos que sabíamos viver por nós mesmos.
