Te Amo e Nao quero te Amar
Nada normal
Lareira pra acender
Um céu pra se olhar
E tudo está tranqüilo por aqui
Você vai me vencer
Eu vou me apaixonar
Não há mais o que decidir
Dos nossos lábios todas as palavras
nada dizem
Aos nossos olhos tudo que já vimos
foi vertigem
E tudo é tão real
Mas nada normal
Te lembro e já me sinto ao seu lado,
no seu mundo
Me identifico com você de um jeito
tão profundo
E é tudo tão real
Mas nada norma
Eu numa ilusão, mas preso ao chão
Tão só, náufrago e só
Me perco no que sobrou de nós
É fácil ser herói se o amor te acolhe bem
Mas não, agora não há lugar pra mim
E então, fugir eu já tentei
To preso num Replay
Lembranças vão me consumir
E então, me sufoco em sonhos vãos
O amor que era tão bom
Se volta agora contra mim
Tudo o que eu fiz, tanto que dei
De mim o que você tirou, não há como substituir
Me deu tantas visões do oásis de nós dois
E agora já não há lugar pra mim
E então, fugir eu já tentei
To preso num Replay
Lembranças vão me consumir
E então, me sufoco em sonhos vãos
O amor que era tão bom
Se volta agora contra mim
Eu to preso num replay
E então, fugir eu já tentei
E então, fugir eu já tentei
To preso num Replay
Lembranças vão me consumir
E então, me sufoco em sonhos vãos
O amor que era tão bom
Se volta agora contra mim
ALMA GÉMEA
Uma pessoa...
O que é?
Uma pessoa é um ser sensivel
Mas...um ser dividido...
Dividido...como assim?
Só tem meia alma, e meio coração
Porquê?
Penso que antigamente as pessoas
Possuiam quatro braços,
quatro pernas e duas cabeças...
Deuses infinitos achavam,
Que tais seres eram imperfeitos
E decidiram separá-los.
Mas esqueceram-se de uma coisa...
Esses seres possuiam
A mesma alma, e o mesmo coração.
Ao separar os seres
Estes ficaram como agora são.
Mas os deuses esqueceram-se de outra coisa...
Agora...cada pessoa só tem meia alma,
E meio coração!
E eu já encontrei...
A minha alma gémea...
És tu meu amor!!!
Depois que dera pelo banco, observou à frente dele, a uns vinte passos, uma mulher que passava, à qual, a principio, não deu a mínima atenção, como não dava a nenhuma das coisas que lhe passavam pela frente. Quantas vezes não lhe acontecera ir, por exemplo, para casa, e não se lembrar de maneira nenhuma do caminho que seguira para chegar até lá e pelo qual estava já acostumado a passar! Mas aquela mulher que passava tinha qualquer coisa de estranho, que saltava logo à vista, e, pouco a pouco, lhe foi prendendo a atenção... A princípio, contra a sua vontade e quase com aborrecimento, e, depois, cada vez com mais força. De súbito, sentio o desejo de averiguar concretamente o que teria aquela mulher de estranho. Em primeiro lugar devia ser muito nova; ia sem chapéu, com aquele calor, sem sombrinha e sem luvas, e movia os braços de maneira um pouco grotesca. (...) A mulher não caminhava com firmeza, curvada e cambaleando para um e outro lado. Até que por fim aquela visão acabou por atrair completamente a atenção de Raskólhnikov. Cruzara com a moça junto do banco; mas, quando chegou junto deste, ela se deixou cair numa extremidade, apoiou a cabeça no espaldar e fechou os olhos, dominada por um cansaço visível. (...) Raskólhnikov não se sentou, mas também não decidiu a retirar-se.
Pink: o que o que você quer fazer esta noite? Cérebro: A mesma coisa que fazemos todas as noites, pink, tentar conquistar o mundo.
Deite-Se Sobre Meu Peito e Ouça Meu Coração...
Você irá Notar que à Cada Batida,
Ele Sussura Seu Nome...
(...) existem sobre a terra duas raças humanas e realmente apenas essas duas: a "raça" das pessoas direitas e a das pessoas torpes. Ambas as "raças" estão amplamente difundidas. Insinuam-se e infiltram-se em todos os grupos; não há grupo constituído exclusivamente de pessoas direitas nem unicamente de pessoas torpes. Neste sentido não existe grupo de "raça pura" (...).
E eu agradeço a Deus todo instante o privilégio de te conhecer. Te conheço tão pouco e tão muito! Não preciso, nem quero explicar.
