Te Amo e Nao quero te Amar
"Eu quero me impregnar nas suas belas imperfeições, me perder nesse olhar que encanta, no teu sorriso que me fascina, na elegância da sua crua simplicidade, e principalmente nas nossas conversas tão inspiradoras que faz esquecer as horas"
di matioli
Quero ver nos outros a alegria no olhar, sorrisos, sentimentos positivos e naturais, felicidade plena.
@1Pensador
Às vezes eu sou bobo com você
Às vezes tenho medo de ser bobo com você
Às vezes eu quero ser bobo por você.
E tudo isso não adianta pensar muito, pois não há uma fórmula de dar certo ou errado.
Eu estou buscando o equilíbrio nisso tudo.
Senhor estou aqui !
Senhor estou aqui, preciso te ouvir,
Senhor vem mim falar, eu quero te escutar.
Senhor estou aqui, eu quero te ouvir,
Senhor vem mim falar, eu quero te escutar.
Ó vem meu Senhor, ó vem mim falar,
Que devo eu fazer ? Pra te engrdecer.
Estou aqui Senhor, precioso te ouvir,
Já é madrugada, e eu mim rendo a ti.
Me rendo a ti Senhor, meu grande Salvador, ao mundo eu falar, que Cristo vai voltar.
Eu quero me impregnar em suas belas imperfeições, me incendiar no teu olhar encantador, no teu sorriso que me fascina, na elegância da sua explícita simplicidade, nas nossas conversas tão inspiradoras que me faz esquecer que o tempo ainda existe.
Definitivamente, das verdades do passando, nada me importo!
Saborear a Vida
Viver, por si só, é raso demais.
Eu quero mergulhar.
Sentir o gosto dos dias, o sal das lágrimas, o doce dos encontros, o amargo que ensina.
Não me basta acordar e seguir.
Quero dançar com o tempo, rir com o vento, abraçar o instante como quem abraça a eternidade.
A vida não é prato feito.
É receita aberta, temperada com coragem, servida com afeto.
Saborear é estar inteiro.
É não passar batido.
É mastigar cada momento como quem sabe que tudo pode ser último — ou primeiro.
Viver para mim é pouco. Eu quero sentir. Eu quero ser. Eu quero saborear.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Valdecir Val Neves - Vila Velha - ES
Quero aqui em alguns versos
Fazer também o meu protesto
Defender o meu nordeste
Do preconceito e da discriminação
Eu escolho o cordel
Por ser a linguagem mais fiel
Que representa o sertão
Pra ser sincero
não entendo a indignação
Dessa gente infeliz
Que não sabe o que diz
E só fica aí falando mal do nosso povo
Só porque não fomos baba ovo
De um presidente que a qualquer custo queria ganhar a eleição
Mas, felizmente, essa já não é mais a questão
O fato é que o nordeste sempre foi injustiçadooo
Taxado por muitos de atrasado
Lugar de gente sem noção
Mas contra isso eu digo é não
O povo aqui é tão sabido e politizado
quanto você que mora aí do outro lado… e fica falando mal do meu sertão.
Então, meu compadre, respeite o meu nordeste pois aqui tem sim cabra da peste
E se você duvidar
Pega aí
Os cabras retados da literatura, da arte, da cultura
E vamos aqui comparar
Duvido que tem aí
No seu lugar
Um Luís Gonzaga
Um Chico Anisio
Um Jorge Amado
Ou um José de Alencar
Vou nem seguir com
a Lista
Para não te humilhar
Nem vou falar de culinária, nem das praias
Que você costuma vir aqui frequentar
Mas se você tá acostumado
Com falsidade, hipocrisia
ou até mesmo com essa sua ideologia
Dá no pé e vai cantar
em outra freguesia
Porque caráter e honestidade por aqui a gente não negocia
Também não vou te Tratar com desdém
E pode até continuar banhando em nossas praias
que a gente não faz desfeita de seu ninguém
Você pode não valer um vintém
Mas por aqui, meu Compadre, o mal se paga é com o bem
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo — desde que deixei de sentir você.
Seguro a água com a ponta dos dedos, seguro o vento e o condeno a viver dentro do meu peito, seguro o fogo mas nunca me queimo. Como me reverter ao fogo quando meu corpo foi destinado ao pó?
Seguro seus braços com medo que escape, tento segurar todo o seu corpo e mantê-lo inteiro, por perto, viva dentro de mim. Tento segurar toda a sua existência na palma da mão, e com a outra amaldiçoo minha própria existência.
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo enquanto não sinto nada. Nem você.
Seguro a angústia da sua falta, a ausência da sua voz, seguro seu fantasma sem nunca tocá-lo. Tento segurar tudo, suas memórias e o que sobrou de mim, e sempre, quase sempre, me faltam forças nos braços para carregar tanto.
Eu aceitei perder minha humanidade quando aceitei te perder. E te perder é, acima de tudo, me perder também.
Meu amor, onde você estiver, é onde eu quero estar, porque meu coração sempre te encontra. Que nossos caminhos se abracem, que nossa saudade se beije, e que o destino nos mantenha lado a lado, no amor que escolhi viver com você.
O PESO DE EXISTIR
Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.
Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?
Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?
Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?
Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.
Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.
Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.
Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.
Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.
Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.
Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.
O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
A hora certa
Antes de tocar no assunto do título eu quero contar uma história para vocês, acredito que muitos viveram essa situação ou conhecem alguém que já viveu. Você é criança ou adolescente, as aulas estão para começar e você compra um caderno, um caderno bonito de algum personagem ou tema que você aprecia.
Ao abrir o caderno se depara com uma folha cheia de adesivos, adesivos bonitos dos mais variados tamanhos e formas, mas, curiosamente não usa nenhum de imediato, ainda vai esperar o momento certo para usar.
Dias se passam, semanas e até meses e nenhum adesivo foi usado, a hora certa nunca chegou, a situação ideal nunca se apresentou. O ano letivo termina e você não usou um único adesivo, ou se usou foram poucos.
Você já deve ter se tocado que esse papo não é sobre cadernos ou adesivos, mas sobre a mania que temos de esperar o momento certo para fazer algo que queremos muito, seja uma viagem, um curso na faculdade ou uma grande outra decisão na nossa vida, o momento ideal nunca chegará. Não adianta esperar que os planetas se alinhem, os astros, as estrelas, o momento certo não existe. Sabendo disso apenas comece, as coisas irão se desdobrar, a situação vai se modificar e você faz o que deveria ter feito mesmo sendo o “momento errado”.
