Tarde
Poema da tarde:
Reencarnação
Lembro-me da primeira vez que te vi quando as palavras e a razão perdi,
lembro-me do primeiro beijo como foi molhado e intenso mas por um instante a morte nos separou e você se foi...
Mas a vida nos deu uma nova chance de recomeçar e nos encontrar novamente de ver teu olhar e desejar os teus abraços.
Teu sorriso tão meigo e tua fala doce foram que me fez a trair por ti,
mesmo que tenhamos brigado no passado ou ate mesmo nos afastado por um tempo nossas almas foram ligadas desde do princípio sei que a vida é frágil e dura mas nosso amor sempre nos uniu.
Veja lá fora meu amor a chuva cai e a dor se vai...
Veja que tudo passou e com você eu me completo reencarnei só para te encontrar de novo e te amar como antes.
Nossa história ainda não terá fim, viva intensamente comigo e veja que o que os outros pensam não muda nosso amor,pois nossa almas estão ligadas igual às estrelas dos céus e a imensidão do universo.
Te amarei nessa vida ou em outra pois eu sei que com você tudo é mais colorido e divertido.
Os elementos me faz me unir mais e mais a você então venha me faça unir novamente a você beije-me e olhe nos meus olhos ou simplesmente acabe de vez com essa solidão.
Invista nessa vida não espere outra, seja qual for sua decisão eu estarei nela e te farei feliz outra vez, o verão quente e forte. Siga-me e te mostrarei o paraíso nessa vida e te contarei segredos do passado.
Eu só quero dizer que eu sinto muita falta de você...
Estou na fase de querer paz.
Daquela que não exige alarde,
que não cobra explicações tarde,
nem justificativas demais.
Aprendi a ser grato aos distantes,
não por mágoa ou rancor,
mas por entender — com amor —
que há laços que não são constantes.
Liberdade é não carregar
relações que ferem, que pesam,
que não somam, só tropeçam
e não nos deixam caminhar.
Hoje escolho leveza,
o silêncio que me acalma,
a presença que enobrece a alma
e a ausência que traz clareza.
Josias Godoi
Tarde dos ventos
Tedencia abraço de uma meditação
Demasia das sensações
Ventania envolve o norte do meu ser
Onde a paz está em escutar os ventos
Singularidade do toque perfeito.
Kaike Machado
As árvores da tarde
Se arrepiava com o vento
O que será que as borboletas
Estão fazendo agora?
Talvez admirando um girassol 🌻
Nunca abandone quem ama vc este mundo não é grande demais pra isso acontecer porque mais tarde os dois caminhos se encontram
Acordando na quente tarde de Goiás! Saio da cama e o sol bate na minha cara com força, Me retrato, me amo e me odeio, Aquela presença me irrita, aquela ausência me grita, me mata, daí me odeio novamente pelas complexidades dos fatos e me amo ao mesmo tempo. Nosso sentimento é bipolar!
Silêncios, algumas cartas, dias chuvosos, mantendo a calma. Era tão tarde, eu te escrevia pedindo para voltar, quanta agonia!
Vontade de te ligar nessa madrugada só pra rirmos do que passou. Saudade dessas suas risadas, na minha agenda ainda está escrito “amor”. Depois te ouvir chorando dizendo que se arrependeu e me machucar mais uma vez, eu fingindo que não doeu.
Faria tudo pra ser seu refúgio, mas se quiser eu ainda te escuto.
Quer gritar meu nome em silêncio, como espera que eu me sinta por dentro?
É como se eu ainda tivesse te procurando, em qualquer lugar, em outros cantos. Mas como não se esforçar se só eu que estou tentando?
Todo fim de tarde me sindo assim... acompanho aquele por do sol até o céu ficar azul escurecido limpinho e o brilho nítido das estrelas.
Fim de tarde sempre bate aquela nostalgia, aquela sensação de que você está no lugar errado, com pessoas erradas e você daria tudo pra voltar naquele momento ou estar em outro acontecimento que te dará aquela sensação boa novamente, enquanto isso não acontece fica sonhando acordado se perguntando até quando?!
Era apenas um anjo
Era uma tarde fria de maio,
O sol tímido aparecia por entre as nuvens;
E uma brisa suave tocava minha pele...
Enquanto em meu corpo um turbilhão de emoções,
Perguntas vagas...
Como será seu olhar?
Tem o brilho de um céu de verão.
Isso eu já tinha certeza.
E o sorriso?
Terá bom humor?
Fiquei sem nenhuma resposta...
Apenas os minutos desacreditados da tua presença...
Apareceria um anjo naquele café ?
Aquela hora da tarde ?
Apenas para tornar real um olhar...
Um sorriso...
Uma poesia...
Um poema...
Os minutos agora eram segundos;
E as emoções viravam curiosidade;
Misturadas aos desejos já contidos de nossas
mensagens trocadas...
E o anjo apareceu;
Como se contasse cada passo meu...
Um olhar inebriante...
Um sorriso maroto...
Um humor delicioso!
Ah! isso era a verdadeira mistura,
para uma explosão de adrenalina;
O medo misturado ao desejo louco
de nem perguntar de onde saístes;
E me deixar levar por aquele toque suave,
E acreditar que eramos únicos...
E sentir você encostado em minha pele;
Como seria fácil deixar me levar pelo desejo
incontrolável que senti naquele instante...
Como poderia um desconhecido desnudar - me
a alma daquela forma?
Como senti inveja daquela xícara que
tocava teus lábios antes de mim.
Enquanto falava de você, da sua vida,
dos seus projetos... eu desenhava teus lábios
com os meus e imaginava o gosto dos beijos teus.
Com um medo enorme que você fosse mesmo um anjo
E acabasse por ler meus pensamentos...
Embora também descobrisse minha timidez
que me dominava naquele momento.
E teu sorriso encantador me convidava
as delícias dos seus mistérios,
Numa vontade louca de ser tua, sem saber a razão e o porque.
E sem saber a razão; eu senti você; senti teu calor;
tuas mãos suaves que, momentos depois tocavam meu rosto...
Como senti vontade de ser beijada por você naquele momento,para deixar gravado em minha existência
que a chama forte do amor, pode estar a qualquer distância...
Pode estar num sonho desejado
que podemos tornar realidade...
Pode estar num poema que decifra nossa alma,
ou numa poesia que encanta nosso coração...
Repare que a chamada vitima mais cedo ou mais tarde, vai acabar se aproximando do causador de traumas simplesmente pra ter um agressor por perto, essa é uma verdade infalível das pessoas que se sabotam.
Não se preocupe com a desordem da casa, mais cedo ou mais tarde estarei onde devo estar. E você também!
Parece que já é tarde demais para lhe escrever. Mas como aquela esperança estúpida ainda permanece aqui, eu resolvi me dar uma última oportunidade para lamentar da mágoa que agora vive em mim… Eu nunca quis que fosse assim. Todo o meu interior sempre gritou por ti, tamanha era a necessidade que sentia por você. Como se todas as minhas expectativas se baseassem em um futuro ao teu lado. E o meu erro, meu único erro, foi não viver de possibilidades. Pois eu não era capaz de me imaginar feliz ao lado de alguém que não fosse você. Eu não estava aberta à opções. Era você, ou você. Não parecia existir outra possibilidade. E você sabia disso. Sempre soube que era o único capaz de me arrancar sorrisos e suspiros. Um lado teu até se gabava disso… Eu tinha planos, sabia? E todos esses planos incluíam você. Incluíam nós. Vez ou outra eu era capaz de nos imaginar velhinhos. Com 70 e poucos anos, sentados numa varanda ensolarada, falando sobre nossos netos e nossa tão adorada juventude. Eu nunca quis nada diferente disso. Você sempre foi minha primeira e única opção. Porém, não era assim pra você. Via as coisas diferente do meu ponto de vista. Mas eu nunca te culpei. Porque sabia que deveria ser até errado amar alguém como eu te amo. Sempre me pareceu exagerado demais o amor que eu sentia por ti. Era como se eu fosse capaz de me atirar na frente de uma bala por você. E talvez toda esta intensidade tenha te assustado e você simplesmente partiu por saber que não seria capaz de me oferecer todo o amor que eu sempre te dei. Porém, mesmo que este seja o único motivo que tenha feito você ir embora, não deixa de ser uma das piores sensações que senti até hoje. Nem quando você disse que não daríamos certo, doeu tanto assim. A tua partida abriu uma ferida em mim. Ferida esta, que não se fecha, que não se cura. Por mais que eu tente procurar novos motivos para sorrir, sei que jamais será como antes. Nunca ninguém vai despertar em mim, o que você despertou. Não falo só do amor. Falo também desta necessidade de cuidar de alguém, mais do que cuida de si mesmo… E todos os dias eu me pergunto se poderia ter sido diferente. Me pergunto também em qual parte da nossa história nós nos perdemos. Porque eu sei que em algum lugar disso tudo, o amor foi recíproco. E mesmo ele estando ali, não foi o suficiente para você. Porque a verdade é que você sempre teve medo do “nós”. Sabia que uma hora ficaria tão dependente quanto eu. E não queria isso. Pois não é dó tipo que abandona sua felicidade nas mãos de outra pessoa. Mas eu fiz isso. Deixei minha felicidade com você. Para que cuidasse bem dela. E veja só o que aconteceu. Você partiu, mas esqueceu de devolver a minha felicidade. Talvez nem tenha esquecido. Talvez ela simplesmente tenha resolvido ficar com você, porque até ela sabe que o lugar dela sempre será contigo. Assim como eu sei que sempre precisarei de alguém como você. Mas não se engane, eu não estou aqui implorando para que volte, até porque isso não fará diferença pra ti. Eu só quero que saiba o tamanho da tua importância na minha vida. Só quero te fazer entender que eu sou aquela que mais te amou. Que mesmo quando você desistiu de mim, eu ainda desejava você do meu lado. E por mais que doa, eu terei que conviver com este latejar deplorável de todas essas feridas. E rezar todas as noites, para que um dia você acorde e decida que está disposto a me amar, tal como eu sempre te amei. E se isso nunca acontecer, eu só quero que saiba que eu nunca desistirei de nós.”
Tudo arde.
Queima o estômago,
queima o esôfago,
queima a tarde.
Precisava mesmo era do bálsamo líquido dos seus beijos.
Fluidos seus
que curam corpo
e alma meus.
Naufragado em pensamentos. Entre a sessão da tarde e a vila dos confins apenas realidades insossas, verdades amareladas.
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O vento da tarde me penteava os cabelos
Eu seguia pelas veredas sinuosas da vargem do Piancó.
Monjolos, juás e malícias me afastavam
do pensar no gado.
Pragas invencíveis, sobreviventes às enxadas e venenos..
O suor escorria inundando todos os meus olhos.
O sol de fogo cozinhando meus miolos.
Divagava pelos anos passados sob meus pés:
Vacas e novilhas nascidas, vendidas;
Bezerrada desmamada, marcada, descornada...
Eu olhava minhas botinas velhas e seguia adiante.
Mais um pouco pra antiga sede.
Uma pinguela de aroeira caída sobre
O córrego, umas braças mais de quintal.
Virei menino nesse sendeiro.
Fui buscar uma foice emprestada..
Emprestei também pedaços de
Passado. E nuvens de lembranças das
Curvas da vida.
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