Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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“” Eu ainda quero encontrar alguém que faça meu tempo parar
Que sonhe comigo um futuro
Que plante e colha carinhos diários
Eu ainda quero encontrar alguém especial
E quando encontrar
Vai ser de amar
De se entregar
Totalmente e completamente
Nunca mais vamos ser sós....””

Inserida por OscarKlemz

“” Se é pra ir
Então vá
Não olhe pra trás
Nem sonhe voltar
Eu posso não estar lá...””

Inserida por OscarKlemz

“” Se eu não sou maluco, estou quase me formando...””

Inserida por OscarKlemz

“” Eu quero tanto
Que nem sei o quanto
Mas, portanto
Não vou esquecer
Se for de Deus saberei
Se for meu viverei
Se for nosso... tentarei
Eu quero tanto
Mas o pranto...””

Inserida por OscarKlemz

“” E eu que de tanto pensar
Caduquei “”

Inserida por OscarKlemz

“” Eu quero mais é brincar e ser feliz...””

Inserida por OscarKlemz

“” Não temo a solidão
A dor
Nem a saudade
Sem elas eu não teria
A intimidade que tenho
Com a poesia...””

Inserida por OscarKlemz

Fala enfim que se arrependeu
Diz que seu amor sou eu
E está morrendo de saudade
Que está com essa vontade
de voltar e se entregar

Sabe que ainda mora de mim
e aqui é mesmo seu lugar
Diz que foi apenas um momento
Que não fui um passatempo
Que não quer mais solidão

Vem cá agora e assume nosso amor
Venha cá faça o favor
De tomar o seu lugar,

Mas venha logo, alivia essa dor
O meu peito quer você
Não agüenta esperar..

Agora é o tempo de sonhar e reviver
Beijar, amar e ter poder
D dar paz pro coração

Inserida por OscarKlemz

“” Ontem eu tinha esperanças
Hoje apenas saudade...””

Inserida por OscarKlemz

Eu sonho
Um dia acordar
E ver meu sonho realizado...

Inserida por OscarKlemz

⁠Se eu não fosse daquele tipo de corrente a que chamam do antes quebrar que torcer, há muito tempo que o cerne da minha consciência já me tinha chamado de cobarde.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Parto sempre em vantagem em relação aos meus opositores, porque eu,
sou sempre eu, e eles, não sabem o que são.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Filhos...
Serão sarilhos
Cadilhos!?…
Eu sei que não!
São apenas estribilhos
Dos coros afinadinhos
Inspirados, rebeldinhos
Da nossa mais bela canção.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠É na infantilidade do meu pensar, que eu reconheço que ainda não perdi a alma de menino, a verdadeira.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Eu nunca seria um ser humano consciencioso, se não fizesse perguntas a mim próprio antes de responder aos meus semelhantes.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

É mais fácil amputarem-me as pernas que cortarem a raiz do meu pensamento e calarem a razão de eu ser assim.⁠

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se eu amanhã não tiver a esperança noutro depois, é sinal que o meu hoje anda de mal comigo e não me dá futuro.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠SAUDAÇÃO DE UM BICHO

Nunca eu vos enganei
Ó gentes do meu amar
Porque haveria eu de vos lograr
Se não sei o que sequer serei?

Tal e sempre por bem vos amarei
Com raízes espetadas no coração
Que alimentam como se fosse o pão
Vivo de esperança, ai, eu o hei!

Trago-vos vivos no meu olhar
Aqueço-vos na minha fogueira
Mesmo que ela apague a noite inteira.

É este o bicho homem a saudar
Outros da mesma massa de amassar
O pão da vida ainda por levedar...

Carlos De Castro
Finisterra, 26-05-2022.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se eu dissesse que tenho à venda o meu destino a custo zero, seriamente estaria a fazer publicidade enganosa.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O CÃO QUE CANTAVA ÓPERA

⁠Eu já tive um cão
Baixinho como eu que o sou
No destino e na pernada,
Que cantava ópera farsada
Sempre que eu dizia ao serão
Versos de dor a uma fada.
A ópera do meu cão, uivava
Numa voz tão pura de fina
Como alguma jamais encontrada
Em cantares de gente canina.
Tinha um não sei quê de magia
Saída pelos foles da garganta,
Sim, porque um cão triste canta
E encanta
No silêncio da noite vazia.
Um dia de sábado pela manhã fria
O meu cão de ópera já não operou...
Estava rígido, teso, na alcofa
Que ele tinha, meu Deus, tão fofa!...
Nem se despediu de mim
O companheiro amado...
Ele acabou o seu fado
E eu, sozinho assim
Não voltarei a dizer poemas
Porque dão azar e penas!

(Carlos De Castro, in Igreja de Argoncilhe, 22-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro