Talvez eu Esteja Precisando de Voce
O que eu sinto, nem sempre sou.
O que eu sou, nem sempre sentirei.
Mas eu sei de algo que sempre irei sentir:
o amor.
Porque só o amor cria o meu futuro.
Eu sou uma amizade bem tranquila.
Quando alguém ganha a minha amizade ela terá tudo de melhor que eu puder proporcionar.
Eu ofereço o que eu gostaria de receber... Esse é o lema da minha vida.
E eu mereço o melhor, então dou o meu melhor. É isso.
Caso não esteja recebendo, pense no que está oferecendo.
Eu sei o valor de uma boa companhia!
Eu estou num lugar onde tudo me incomoda e irrita. A forma que falam comigo, a forma que me olham. A forma que não sou ouvida quando falo e questionada o tempo todo por cada decisão que tomo.
Agora imagina um lugar onde é possível parar tudo isso. Como um pause num filme de explosões. Nesse lugar eu paro, ouço, sou ouvida, sinto e me sinto. Não dá pra me culpar querer estar sempre nesse lugar.
Um ditado popular diz: "falem mal, mas falem de mim". Eu acrescento: é preferível ser criticado do que ser invisível.
NOSSA SENHORA APARECIDA
Eu não sou religioso!
Se me considero católico, é por conta da tradição familiar.
Mesmo assim, não levo a coisa a sério.
Conversando com um padre muito inteligente, com discurso agradável, fui perguntado sobre qual era a minha religião.
Respondi: - Sou um católico sem-vergonha!
Ele sorriu e disse: - Não existe católico sem-vergonha, meu filho! Por que você se “acha” católico sem-vergonha?
Expliquei: - Não frequento igrejas, não gosto de missas, abomino longos sermões, principalmente de casamentos, nem gosto de conversar sobre isso, entre outras coisas.
Ele me olhou com uma certa decepção, pois aquilo não estava de acordo com a nossa agradável conversa anterior, e comentou: - Sabe? Você é o primeiro católico sem-vergonha que eu conheço na vida.
Rimos e continuamos a conversa, sempre bem-humorada.
Respeitando todas as religiões verdadeiras, se não tenho uma, tenho extremo respeito também pela cultura mundial e, com muito carinho e orgulho, pela brasileira.
Como poderia um arquiteto desconsiderar o patrimônio histórico e artístico, a história, o folclore, a filosofia, as artes, contidas no universo religioso?
Entretanto, foi um texto emocionante, de uma amiga que perdeu seu filho, minha inspiração para escrever este.
Ela se reportou a recentes acontecimentos, nos quais a Basílica de Aparecida do Norte foi profanada pela estupidez, pela estultícia de ignóbeis repugnantes.
Lembrei de minha viagem a Roma e visita ao Vaticano!
A guia daquele momento da viagem disse não poder entrar conosco na Basílica de São Pedro, mas sugeriu que prestássemos atenção na escultura da Pietà, de Michelangelo, com uma pequena descrição dos detalhes da obra.
Já frente à maravilha, com cópia fiel na Catedral de Brasília, atendi à recomendação da moça e observei as mãos da Santa. A direita tenta abarcar todo o corpo do filho, como uma proteção. Parece puxar para si mesma.
A esquerda questiona o porquê daquela tragédia.
O rosto jovem demonstra sua resignação, sua dor infinita, seu irrestrito amor de mãe!
Abaixei um pouco a cabeça, sem tirar os olhos de seu semblante, mas já não era apenas reverência. Era vergonha, por ser da mesma espécie dos torturadores e assassinos.
As lágrimas correram, mas não dos olhos. Foi do coração mesmo, como diria um amigo poeta.
E o trecho de uma canção insistia em me fazer ouvi-la: “Como eu não sei rezar, só queria mostrar meu olhar, meu olhar, meu olhar”.
Nunca mais deixei de ver naquele Cristo morto todos os filhos vitimados pelas doenças curáveis, pela violência deplorável, pela estupidez das guerras.
Nunca mais deixei de ver em Nossa Senhora todas as mães flageladas pelo mesmo motivo.
Vejo também as mães aflitas, que oram pela proteção a seus filhos e aos filhos de todas as mulheres do mundo.
Salve Nossa Senhora Aparecida!
Salve-nos, Nossa Senhora Aparecida!
Sérgio Antunes de Freitas
Outubro de 2022
Quando eu escrevo, eu quero fazer o leitor se transportar para aquele local a sensação a temperatura o ar o clima o que as pessoas estão sentindo naquele momento, o sentimento em si instigar fazer se transportar para um novo mundo o mundo dos livros.
Sim, eu tenho um certo receio de barata, mas é por onde ela anda; a formiga por exemplo leva até barata.
"Eu não tenho duas palavras. Eu não tenho duas palavras. Minha palavra é AGIR (novo portal que abre o Céu para Terra). Comecem pelo óbvio e deixem o portal ir se expandindo. Um grão de areia fora do lugar deve ser arrumado. Jesus não quer mais o espírito de terceiro mundo, o imundo e a imundice." R-03
As vezes eu canso
Penso que descanso
Crio ranço
Deixo de ser Manso
.
As vezes aborreço-me
Por mais que eu reconheço
Permaneço, esclareço... recomeço...
.
Não sou perfeito, nunca fui, nunca serei...
Mas o que tenho dentro do meu peito, não tem preço...
Sou esforçado, busco o certo, fujo do errado...
Minha história um sentido buscarei...
.
Enquanto não chega meu fim...
Darei o melhor de mim...
E se eu cansar, não estiver a fim...
Descansarei, logo em seguida, continuarei...
Assim será, até quando DEUS quiser...
Até meu tempo terminar... 😉 (Cris)
Se eu sou feliz? Sim, penso que sempre fui. Até porque nunca me deparei comigo mesmo a dar gargalhadas para chamar a atenção e tentar mostrar que sou feliz.
eu deixei uma pegada voluntária para ser reconhecido como tolo para aqueles que desconhecem a verdade, os voluntários aprendem pelo descaso ocasional repreendido pela ordem, a verdadeira videira cresce com a independência e adversidades impostas pela vida, basicamente o desafio nos torna mais fortes e o objetivo lhe fornece o caminho tortuoso, cabe o desafiante superar a vida e vangloriar as conquistas no fim que apelidamos de morte.
A indecisão deixa rastros na existência como um furacão, a vida e a morte são um só sendo o caos que tanto nos preocupamos, o olho do furacão é conquistado com esforço sendo a única arma que nunca nos abandona, o espírito é formado por nossas conquistas e cabe a você triunfar nessa valsa caótica como protagonista da sua existência.
Eu vivo na escuridão do meu próprio ser, afastado da coerência habitual apenas buscando a" felicidade".
Acordo mais um dia como o habitual e deixo mais marcas de angústia em meu consciente, a vida se tornou um ciclo vicioso de responsabilidade e ambição.
Acordei no Rio que havia limpado o estiga que guardava "o fim se tornou o novo começo" era o que passava em minha cabeça.
O detentor rebobinou a fita novamente e apenas a angústia tomava seu semblante, a vida certamente voltou para seu início.
OH, PARA JÉSSICA! ("O que falta para eu entender que acabou? Que dor falta sentir?" — Tati Bernardi)
Eu aqui escrevendo sem fazer nada, pensando no meme: "Já acabou, Jéssica?" Eu tenho uma Jéssica que não acaba nunca o que começou (figura mitológica do meu desespero) que tortura meu coração. O que vem de uma Jéssica desejamos que acabe; quanto mais rápido melhor: o espancamento da vida. Por isso, todos têm uma Jéssica que lhe levará motivos para depressão. Assim, devemos estar sempre atentos às perseguições de algum rival ou superior da Jéssica, eles pode não querer acabar logo; porém se começar, não interromper a diversão dos outros, o sucesso tem um preço. A vida feliz assim é para masoquista que é também uma forma de viver. Não importa tudo mais nessa vida, contanto que as coisas sejam organizadas para uma viagem cheia de obstáculos e contratempos. Todavia, para nossos propósitos normais, vale a pena resistir às inesperadas dificuldades para ter outro tipo de vida: a suave! E os proprietários de Jéssica eduque-a para não nos machucar. Se definirmos novas prioridades, a dos masoquistas, comunicá-la-emos. Oh, mas não podemos deixar que nossas emoções desequilibradas assumam nossos objetivos. A mente desocupada é a oficina do Capiroto. A Jéssica é um anjo caído que derruba os outros.
serei eu, minha gente,
um tolo a cumprir os prazos,
se o próprio tempo, ultimamente,
tem sido fiel aos atrasos?
Ela é a poesia desse instante
Ela é a rima que não sai da cabeça
Mas eu não quero que ela seja
só mais das minhas palavras
Porque ela é que nem Chico Buarque,
dá um sossego na alma
E faz que a gente queira ficar
assim pra sempre
Que ela não se perca
(Que eu não a perca)
Na minha vã filosofia
de que tudo é poesia.
Deixa que eu te levo em casa hoje
Toma comigo um café ou uma cerveja,
o que menos te lembrar desse dia ruim
Me fala das suas ideias descabidas sobre os universos
que eu juro não vou rir
É sério
Como foi mesmo aquela vez
que tu viu extraterrestres cor de rosa?
Gosto de te assistir desconcertar
Depois que você ri e cora
me curo de todos os males
Me aceita no seu mundo, vai
Deixa eu experimentar o seu planeta
não é você que adora um alienígena?
Eu bem queria ser um cigarro barato
Só para morrer entre seus lábios
e ser a fumaça ao redor do ar que você respira.
Na real eu só quero estar perto, e se possível dentro
Mas é preciso esperar pelo menos mais um encontro
Pra eu falar das bobagens que me passam pela cabeça
Quando você me beija à meia luz.
Eu sei que estou pedindo muito
Eu quis escrever uma canção
Que chegasse ao seu coração
Minha letra não se movimenta
Se perde enquanto tenta
Para, aquieta, desiste
O caminho não existe
Mais perto você não permite
Não importa quanta poesia te cite.
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