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Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Recado pro espelho

Vamos lá, Maria Paula. Aguenta o tédio, só mais hoje. Levanta dessa cama, pare de existir e recomece a viver. Vamo, vamo, tem tanta coisa lá fora. Aguenta o desastre da rotina, só hoje. Amanhã talvez ele te ligue, ou talvez você consiga não querer que ele te ligue. Talvez você ganhe na mega-sena semana que vem, ou pelo menos comece a jogar. Aguenta até lá. Só mais um dia, mais uma semana. Não desiste. Pisa lá fora, fica firme. Daqui a pouco acontece alguma coisa bem bonita e poderosa pra te fazer feliz. Mas enquanto isso você precisa aprender a sorrir de graça. Vem, não custa nada. Sorri pra mim. Não há nada a perder, e abandonar o mundo não é opção. E de qualquer modo, você sabe que as coisas sempre se resolvem. Então, vamos em frente, vem logo, você não tem escolha. É isso ou desistir de você mesma, não dê razão aos que já fizeram isso, não te abandona, só mais hoje. Amanhã tudo pode acontecer. Mas enquanto nada acontece, você precisa aprender a sorrir de graça. Sorri pra mim. - E eu sorrio, e continuo passando o batom.

Pois toda felicidade não é mais, talvez, que felicidade de expressão.

- Por favor, uma passagem!
- Para qual destino, senhor?
Qual destino ele quer saber. Talvez onde as pessoas deitem em suas camas cansadas de lutar por seus sonhos, e simplesmente, dormem e não aqui onde as pessoas são tristes, e simplesmente, deitam. Queria ir para um lugar onde a boca fosse pequena para o sorriso da minha alma, onde o coração ficasse pequeno por tanto amor, um lugar em que as pessoas dessem importância, dessem carinho, dessem sorrisos. Queria ir para um lugar onde as pessoas se cansam do dia e não do amor, não dos amigos, não dos relacionamento, não da vida.

A vida sem verdade é impossível. A verdade é, talvez, a própria vida.

Amar talvez seja dar atenção ao outro, não precisar de palavras para saber como ele está o que se passa, talvez seja dar sem querer nada em troca, pensar não apenas em um futuro próximo juntos sim em uma vida toda. Saber que vocês estão ali para tudo um pelo outro e pelos dois. Amar talvez seja ter vontade de estar sempre perto, de passar horas ali sem se preocupar com nada, morrer de saudades após cinco minutos, saber pedir desculpas sem precisa de um bom motivo. Amar talvez seja saber à hora certa de chegar juntinho e também de recuar, se preocupar literalmente com a outra pessoa. Amar talvez seja saber que você sempre terá uma pessoa que vai te dar apoio, que vai chorar a cada perda sua, que vai sofrer a cada briga, que vai sorrir a cada palavra ou gesto, que vai saber te perdoar, que vai sempre achar que você é o melhor, mesmo que você não tenha feito nem metade do que é capaz, sempre vai te dar um sorriso toda vez que te ver. Amar talvez seja ser tudo e mais um pouco para a outra pessoa. Digo talvez pois quando a gente ama mesmo de verdade e da mesma forma é amado, tudo que sabemos do tal amor é reeditado, nossa história é reescrita e nós simplesmente evoluímos como pessoa. O que não pode haver talvez é na entrega ao amor, é em arriscar-se para vivê-lo, pois, só quando se ama é que a vida passa a ter sentido. Então sem poréns e sem talvez, Ame!

Sobre o que sinto não se é dito sobre o que penso lhe é escondido... Talvez uma defesa... Talvez um instinto...

Talvez o tempo não corra linear como água saindo de uma torneira... talvez se pareça mais com catchup saindo aos trancos das antigas embalagens de vidro. Talvez o tempo esteja se lixando pro que eu penso dele. Talvez? Certamente.

Se os mistérios da vida trazem a incerteza de tudo, então, talvez o tudo não exista.

A mudança que espera no outro talvez precise acontecer consigo mesmo.

Talvez

O talvez é uma palavra que muitas vezes pode facilitar ou dificultar a vida de alguém...
Talvez eu...; talvez eu poderia; talvez a felicidade estivesse diante dos meus olhos...; talvez eu a tenha perdido.
Em muito o talvez possa significar uma afirmação discreta, ou uma negação concreta, mas na maioria dos casos um “eu não sei”, demonstrando total confusão.
O Talvez é tão complexo que chega a ser trágico ou maluquice decifra-lo... Às vezes passa uma segurança, e no, momento seguinte desordenado, sem controle e impróprio.
Já tive “muitos talvez” em minha vida, e em quase todos foi ele o causador da frustração..., mas em um caso especifico o talvez me intrigue, por que se ele não existisse talvez conseguisse..., provavelmente eu conseguiria...
PROVAVELMENTE!???
Ah essa não!
Talvez; provavelmente; consequentemente; arbitrariamente; distantemente; infelizmente..., talvez...
Talvez o talvez faça mesmo parte de nossas vidas e talvez o mais importante seja seu propósito.
A única certeza que tenho neste momento é que talvez a minha certeza esteja errada e, o talvez, seja provável...
Parece-me agora que o talvez seja o mais certo em minha vida, pois diferente do sim ou do não, que são incógnitas e na maior parte ausentes, o talvez do contrário sempre esteve lá, ou aqui, ou talvez..., mas sempre esteve junto, companhia cativa e permanente...
Talvez... Eternamente.

Talvez hoje seja o nosso dia de suportar. Talvez hoje seja o nosso dia de tomar decisões que há muito tempo vem se arrastando. Talvez os talvezes estejam saturados e precisam não mais de indecisões, mas, de decisões precisas.
Talvez hoje seja aquele dia em que precisamos ter a coragem de ir além e buscar nosso EU que estava em algum lugar precisando ser resgatado.

Pessoas maduras dizem o que sentem, crianças como você dizem o que não sabem.

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas.

Talvez ela não seja a sua maior alegria, mas ela tenta de tudo pra não ser a sua maior decepção. Independente da imagem que outros fazem dela, ela faz de tudo pra que possa mostrar a sua beleza interior. Erra muito, chora constantemente, se decepciona, se desespera. Sonha muito, se ilude muito, mas também, se alegra muito. Aprende muito. E mesmo um pouco tímida as vezes, sabe como conquistar uma amizade. Olhar misterioso, e motivador. E mesmo às vezes um pouco criança, ela sabe a hora certa de mostrar seu lado mais infantil. Ama e demonstra. E se um dia essa menina disse que te ama. Acredite se quiser, foi a mais pura verdade. Por isso, cuidado com o que diz a ela. Porque se você tentar machucá-la, ela se decepcionará. E você perceberá que ela não era apenas especial, que em pouco tempo, ela se torna ESSENCIAL.

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada “impulso vital”. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como “estou contente outra vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.

Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de “uma ausência”. E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.

Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.

Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.

Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:
- Mastiga a ameixa frouxa. Mastiga, mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca.

Talvez tenha sido por um olhar...Talvez por um sorriso...Talvez tenha sido por aquelas palavras ou talvez aquele instante contigo.Talvez um dia estaremos juntos e talvez tudo será esquecido.Talvez possa existir outros momentos e aí quem sabe... Nem tudo estará perdido.

Quando tudo o que conseguimos ver é só a nossa dor, talvez seja aí que perdemos a visão de Deus.

Talvez o passado seja uma âncora nos prendendo.Talvez a gente tenha que abandonar a pessoa que fomos para nos tornarmos a pessoa que seremos.

Uma garota que talvez já tenha acreditado em pessoas perfeitas, momentos perfeitos. Que ouviu de muitas pessoas o que ela não queria, e que já fez muita coisa que não deveria. Uma garota que errou muito; e que já perdeu muito. Uma garota que ganhou e conquistou um mundo, mas deixou de aproveitar e acabou levando o troco. Uma garota que sabe agir, que sabe amar, e que espera de tudo alguma coisa positiva. Uma garota que já chorou muito; que já riu muito; que já pulou e correu muito. Uma garota que aprendeu a viver, que aprendeu a amar, e que aprendeu a ser feliz.

Algumas mulheres nunca serão domadas.
Talvez elas precisem ficar livres até encontrar alguém selvagem como elas.