Talvez eu Esteja Precisando de Voce
"Talvez Maria já tivesse visto Nosso Senhor realizar milagres em segredo, talvez por isso tenha rezado: ' Não tem mais vinho'. Quantos milagres não foram realizados na Terra, sob a influência de uma mãe! " A mãe que embala o berço, governa o mundo"
Reclamas de solidão! Talvez, porque não adubaste o seu convívio, as amizades e os convívios sociais são como plantas, se não regrar de vez em quando elas morrem. Amizades online é apenas um jogo de palavras cruzadas frias que causam introspecção e isolamento. Diz um velho ditado, não falte ao serviço para que não dêem conta de que você não faz falta alguma. Socializar-se é um compromisso com a própria vida.
Apenas sozinho, sem relacionamento e amigos fiéis. Apenas sentimentos guardados que talvez um dia eu possa expressá-los para alguém que eu ame, por enquanto vou seguir me cuidando e melhorando cada vez mais.
Quanto amor pode ser cultivado em um jardim? Talvez seja impossível mensurar, pois seu perfume deixa um rastro que permanece eterno.
" ACEITO "
Talvez, num outro tempo desta vida,
num paralelo cósmico formado
ou num lugar qualquer imaginado
eu seja uma alma pura, sã, despida!...
E pode ser que, então, elaborado,
o meu caminho, sem qualquer subida,
sem morros, sem ladeira a ser vencida,
se cruze outra vez mais, ao teu, centrado.
Quem sabe, sim, me vejas com paixão,
com outro olhar me dado, ali, que não
me exclua do viver te oferecido?!…
Num outro tempo, em paralelo feito,
eu seja, finalmente, então, aceito
no amor que foi tão bom termos vivido!
Sempre me perguntei qual é o sentido da vida, mesmo sabendo que não existe resposta — talvez porque não exista sentido algum. A única certeza é a morte, e ela não precisa de explicação.
Procurei o sentido da vida como quem busca luz no escuro. Mas talvez não exista luz, nem sentido. Só a morte, silenciosa e definitiva, esperando no fim de tudo.
Talvez o amor verdadeiro não seja sobre encontrar alguém, mas sobre lembrar de quem nunca se esqueceu, como se o coração já soubesse o caminho.
Talvez o maior erro tenha sido esse: me perdi no amor que te dei, me perdi na entrega sem limites. Fui tão generosa com você que esqueci de ser generosa comigo mesma. Esqueci que, por mais que eu tivesse o mundo para oferecer, também precisaria de um pouco desse mundo para mim. A empatia me fez te dar tudo aquilo que eu gostaria de receber, mas a culpa não foi tua. A culpa foi minha, que construí castelos de areia, sem bases firmes, sem perceber que eu mesma precisava de um chão seguro. Tu, com o teu jeito, sempre foste tu. Fui eu quem criei as expectativas, fui eu quem coloquei sobre ti o peso de uma imagem que não era tua. Portanto, quem errou fui eu, por não perceber que o amor verdadeiro começa dentro de mim.
Talvez seja imaturo,
Talvez seja cedo,
Talvez seja precipitado,
Talvez nada aconteça,
Talvez seja coisa da imaginação,
Talvez pense que não sinto,
Diante tantos talvez,
Só me resta uma certeza,
É de querer estar aqui nem que seja por um momento.
Um dia, no leito da minha morte, talvez alguém leia estas palavras e diga: ‘Lá se foi um bom homem.’ Porque as pessoas tendem a valorizar mais depois da perda. Mas tudo bem.
Quando esse dia chegar, só espero uma coisa: que ninguém chore. Eu sei que é quase impossível. Às vezes, choramos não por tristeza, mas pela emoção.
Ainda assim, o ideal seria que ninguém chorasse, porque este caminho está predestinado a todos nós. E eu saberei exatamente para onde estou a ir — para o seio do meu Pai. Tenho plena certeza disso.
Peço que não chorem, porque eu estarei vivo…
Vivo nas lembranças de quem me conheceu, vivo nas histórias que contei, nos abraços que dei, e eterno nas ações das pessoas que decidirem seguir os meus bons exemplos.
E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda:
“Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?”
Porque não se trata de deixar de sentir.
Se trata de aprender a ser abrigo para aquilo que, dentro de mim, transborda.
E se for pra amar, que seja com verdade.
E se for pra doer, que me ensine.
Mas que, acima de tudo, eu nunca mais ache que ser quem sou é demais.
Talvez a morte fosse mais gentil
há um limite que ninguém vê
um lugar depois do cansaço
onde a alma não pede socorro
apenas silêncio
não é desejo de fim
é desejo de paz
de não acordar com o peito em ruínas
com a alma sangrando quieta
talvez a morte fosse mais gentil
do que essa vida que me obriga a fingir
que ainda tenho chão
quando tudo em mim afunda
cansada de me reconstruir
sobre os escombros da esperança
de dizer que estou bem
quando nem sei onde estou
já não me reconheço no espelho
sou só vestígios
restos de uma mulher que sonhava
e agora apenas resiste
não quero palavras bonitas
nem fé emprestada
quero que entendam
que viver assim dói mais
do que desaparecer
e que talvez
só talvez
seria mais fácil fechar os olhos
de uma vez
do que continuar morrendo aos poucos
todos os dias
Quem bebe o vinho apenas para se embriagar não sente o sabor; e talvez embriagar-se do sabor fosse o verdadeiro sentido.
"Brasa"
Sinto? Talvez sim.
Mas não como antes.
Havia um fogo em mim,
onde cada emoção era álcool.
Bastava um toque —
e eu explodia em chamas.
Belo, mas perigoso.
Foi assim que me afoguei em fantasias,
jogando horas do meu vasto dia
em cenários que não existiam.
Romance era refúgio
(e cárcere também).
Depois, veio o silêncio.
A dor me acordou.
E o fogo… virou brasa.
Hoje, é morno.
Quase não aquece,
mas também não queima.
Estranho.
Talvez necessário.
Talvez... uma saída, proteção.
Mas sinto falta, confesso
da melancolia que me fazia poesia,
da música suave ao apreciar a vista na janela,
do cheiro da chuva,
da beleza quieta do mundo.
Agora, meus olhos molham,
mas não choram.
A lágrima não escorrega
ela apenas sussurra.
E algo, dentro de mim,
a seca.
No começo, temi.
Temi virar pedra.
Temi nunca mais sentir.
Mas talvez...
seja uma lição.
Nem sempre a vida é sentimento.
Às vezes é fé.
Às vezes é razão.
Às vezes é só... viver.
Viciada em fugas
mundos paralelos de doçura.
Mas um dia doeu tanto,
que eu fui embora dali pra sempre.
Desde então,
sinto tudo mais leve.
Até demais.
Deveria doer.
mas só pesa.
E o medo volta:
e se eu não sentir nunca mais?
Mas talvez...
só talvez...
sentir de forma calma
também seja amar, também seja sentir.
E há esperanças
uma brasa, ainda queima de maneira escaldante
quem sabe torne-se eu novamente uma amante?
dessa vez, sem impulsos
sem extremos.
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