Talvez

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Fakenews é a foto virtual do arroz com feijão, que se fosse de papel, talvez pudesse matar a fome de alguém. Ninguém, postando mensagens, engana a fome de milhares de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza.(Walter Sasso)

Inserida por walsasso

⁠Talvez quem te perdeu nunca vá admitir o valor que você representava pra ela e a falta que você faz.

Inserida por Viniciusmagnataofici

⁠O Anjo que Me Reconheceu — Parte 2: O Retorno

Os dias passaram. Muitos. Talvez anos. Às vezes eu voltava naquele banco, como quem tenta conversar com um silêncio. Mas ela… nunca mais apareceu. Pensei que tinha sonhado. Que era só coisa da minha cabeça cansada de solidão.

Mas o que eu senti aquele dia… era real demais pra ser invenção.

Foi numa noite fria que tudo mudou. A cidade parecia coberta de névoa e ausência. Eu caminhava sem rumo, meio perdido, meio conformado. Já nem esperava mais nada.

Até que, entre as névoas, vi uma garota de pé. Era ela. Os olhos mirando o vazio, igual a mim. Mas tinha uma calma no jeito dela... tão profunda, que parecia que tudo ao redor se aquietava.

Meu coração reconheceu antes dos meus olhos.

— És tu…? — perguntei, sem coragem de falar mais.

Ela se virou devagar. Os olhos estavam mais maduros. Tristes, mas firmes. Como os de quem viu demais. E mesmo assim, não deixou de sentir.

— Voltei — disse ela. — Tu me chamou com o teu silêncio.

Eu queria chorar, mas fiquei parado. Tonto de emoção.

— Achei que tinhas ido embora pra sempre — falei baixo.

— Nunca fui embora de verdade — ela respondeu. — Fiquei onde tu guardou aquele dia: dentro do teu coração.

Ela se aproximou. Tocou minha mão, que tremia. E então falou com a voz mais doce do mundo:

— Tu ainda tem bondade, mesmo depois de tudo. Ainda procura beleza nas ruínas. E isso… isso faz de ti um anjo também.

— Eu? Um anjo? — perguntei, quase rindo de dor.

Ela assentiu.

— Tu foste meu milagre quando ninguém mais me via. Agora eu volto pra ser o teu.

E, pela primeira vez, eu chorei. Não de tristeza. Mas porque alguém me reconheceu — inteiro. Com as falhas, os cacos, e o coração cansado… ainda assim, digno de cuidado.

Ela me abraçou. As asas, agora mais fortes, nos envolveram como um casulo.

E pela primeira vez em muito tempo… eu me senti salvo.

Inserida por max_sad

Talvez tenha sido por um olhar
Talvez por um sorriso ao te ligar
Talvez tenha sido pelas palavras
Ou talvez pelos e-mails
Talvez um dia estaremos juntos
E talvez tudo será esquecido
Talvez possam existir outros momentos
E aí quem sabe nem tudo estará perdido
Amo-te de paixão, moço!
Não somente pelo que você é,
Mas pelo que sou quando, de alguma maneira, estou contigo
Obrigada paixão!
Pelos momentos deliciosos que você me proporciona.
TU é CA...rinho.

Inserida por yonnemoreno

⁠De talvez em, talvez, conquistei o seu sim.
Lembra?
🫶

Inserida por joao_galvao

⁠Jesus não disse, talvez farão.
Jesus afirmou
Que aquele que nele crê, fará também as obras que ele faz ou até mesmo outras maiores farão.

Inserida por joao_galvao

⁠Tem gente que daria tudo para ter o que você tem, talvez o seu pouco seja o muito para alguém, valorize e agradeça sempre.

Inserida por joao_galvao

o mistério de tudo... se fosse diferente talvez não fosse tão doce,
mas conversaríamos sobre qualquer banalidade
sob o calor daquelas tardes mornas
e as futilidades eram só pretextos para estarmos juntos;

por que haveria de ser diferente...
eu escreveria alguma coisa...
eu já pensava que era poeta,
mas nunca dirigi a palavra correta para a pessoa certa... meu Deus!
um colibri se perde com o néctar das flores;
por que, ou por quem se perdem os poetas...
minhas fantasias tem carnavais tão lindos;
meu coração está cheio de feriados,
de sábados e inesquecíveis domingos
mas... se fui feliz, eu não sei
felicidade é a próxima estação, ou a estação passada...
não diga mais que a vida é tão fugaz,
fugaz é essa dor de dor nenhuma...
é o teu olhar, o teu sorriso, o teu perfume,
o teu cabelo ao vento;
é este sentimento que me diz que tudo é mistério...
e no amor, mistério é tudo... mas tudo é tão fugaz.

Inserida por tadeumemoria

TALVEZ
eu nem te amo tanto assim
eu nem te amo tanto
eu nem te amo
talvez só um pouquinho ao amanhecer
quando um restia de sonho me induz
e depois só um pouquinho
porque ninguém é de ferro,
também preciso de carinho
preciso precisar o que preciso
talvez nem seja amor
mas se não for o que será ao entardecer
ao te querer por perto
o que será esse deserto
a te esconder de mim
o que será esse fim do mundo
ao não ter fim este querer
talvez eu ame mais a mim que a você
talvez eu queira mais
não ser amor este te amar enfim
eu nem te amo
eu nem te amo tanto
eu nem te amo tanto assim

Inserida por tadeumemoria

O PUPILO
comparecia; comparecia sempre, era pertinente, talvez não soubesse fazer direito, mas comparecia; era frequente como aquele aluno dedicado que estuda obstinadamente pra passar de ano. Talvez não devesse ser assim, o amor não é matemática, geografia ou uma matéria que se decora; mas era didático, exato nas suas ciências e na sua consciência; depois a brisa e as estrelas entravam pela janela e as vozes dos bichos rimavam na noite um poema pantaneiro. Eu fugia numa lembrança, um galope ingênuo de uma adolescência cambiava em cores fantástica e o rosto do namorado inesquecível que se perde no tempo, nos contratempos e em suas fragilidades, sorria por trás dalguma árvore ou galopava solitário como um fantasma perdido entre as águas e o verde divino do pantanal. Era uma lembrança boba que reprovava aquele aluno dedicado e comprometido que pela manhã encarava os jacarés em busca dos frutos que o rio oferecia, e na volta cuidava de algumas poucas cabeças de gado que rasgavam o silencio dando brilho e lógica às manhas ensolaradas e esperança de fartura às tardes chuvosas. O resto era dedicação e preocupação com o ano letivo. Quem entenderá a alma feminina; as fantasias sempre povoarão os mais inóspitos desertos; nos pântanos seus sonhos emergirão dos rios uma teimosia absurda que torna o complicado, o impossível, um sentimento resistente ao tempo e às pelejas naturais. O espectro existia, agora ostentava um bigode bem aparado e uma barba rala de uma década, a idade de Ísis a filha mais velha, que desconhece suas verdadeiras origens e diariamente brinca com Irina na escolinha da comunidade, com quem percebes-se uma amizade só explicada pelos seus laços sanguíneos. Fico as vezes olhando e imaginando, conjecturando o que poderia ter sido uma família... estivemos no lago mais jamais revelei sobre Ísis; não era mais a mesma coisa, os olhares eram outros, as palavras eram pesadas e submergia na água turva do lago afundando todos os anos de sonhos e tudo que na minha mente pudesse ser factível. Assim passei a dedicar-me totalmente ao pupilo, a admirar a sua dedicação, a sua obstinação, a frequência que me exauria, mas preenchia os vazios e tangia o passado... passava sempre, as vezes no limite, as vezes ficava em recuperação, mas se recuperava espetacularmente me surpreendendo, e agora começa a pensar que é poeta; escreve algumas abobrinhas, fala muito na Clarice e na Cecília; sei não...

Inserida por tadeumemoria

⁠O que nos acontece diariamente talvez não seja diário para outros
e a beleza que percebemos,
talvez não seja exatamente beleza para outros olhos,
felicidade é uma coisa subjetiva
e amar talvez não seja um sentimento agradável para todos...
depois disso tudo, nada vai ser diferente
porque ficar olhando as acácias trazia me as mesmas sensações
de perceber tua presença;
o mundo é tão belo quando bela é a forma de percebe-lo.
Acho que é exatamente isso,
se bem que é inexato o modo de percebermos o amor;
mas esta intensidade que me sacode todas as manhãs
quando o teu sorriso dá sentido a vida...
as acácias tem esse tom, essa cor, essa luz...
de repente é tão fácil ser feliz e as pessoas não percebem as manhãs...
ninguém jamais te possuiu assim, eu sei, como sei que um dia você vai ser minha.

Inserida por tadeumemoria

⁠Estive pensando o que é o amor, aliás vivo meditando sobre isso...
vivo matutando... talvez ele se guarde na temperatura suave das manhãs,
talvez viaje à velocidade de cometas ou meteoros como veículos de luz e calor no nosso sistema solar, talvez se esconda na solidão sob pretextos de ansiedades sob os tons cinzas de tardes chuvosas que se derramam melancolicamente nas vidraças. Talvez nas incertezas e inseguranças que constitui a alma humana nasça esse sentimento... talvez nas paixões; não naquele sentimento de possuir, de consumir e sim de perceber, de preservar, de deixar seguir, de alimentar e tornar, melhor; talvez seja esse o elo que nos dá a semelhança divina e nos traz a capacidade de amar...

Inserida por tadeumemoria

⁠Talvez não seja tão coerente ser coerente
talvez não seja feliz sermos contentes
talvez não seja humano ser gente
De vez em quando temos
que ter a presteza dos equinos
a leveza dos pássaros
a ternura dos cães...

Inserida por tadeumemoria

STRAUSS

Daqui a pouco talvez eu esqueça,
Depois dessa noite,
Depois da lua minguante,
Depois de todas as luas,
Se a magia de tudo
Ainda mantiver suspensas as estrelas,
Todos os satélites,
Se ainda existir magia...
Talvez algum dia eu esqueça,
Se eu cair e bater a cabeça,
Quem sabe uma amnésia aconteça,
Se o mundo explodir talvez eu desapareça
E comigo a lembrança da tua boca pedindo,
Das tuas mãos pegando
Das tuas pernas valsando... valsando...valsando...

Inserida por tadeumemoria

AUSÊNCIA
Não é dor de paixão
O que me faz sofrer,
Dor de amor não é não,
Talvez nem seja dor,
Talvez seja só solidão,
Talvez seja só a ausência de dor,
Que dói no coração...

Inserida por tadeumemoria

condor

O trigésimo andar me seduz
Salto livre no vazio,
Talvez me torne passarinho,
A vertigem é mais que adrenalina,
Talvez traga um crepúsculo só para mim...
O condor já foi homem um dia,
O homem um dia já foi condor,
Então se jogou do penhasco,
Flutuou até o horizonte,
E guardou o sol atrás da colina...
Na paixão o homem volta a ser condor,
Mas esquece que já não sabe voar,
E quando surgem ressentimentos com dor,
Com dor o homem não consegue flutuar,
Então esta queda no vazio,
Do azul do firmamento,
E nas estrelas do olhar da menina
Até achar o horizonte, o ocaso e a colina
E redescobrir o condor que há em mim...

Inserida por tadeumemoria

Talvez: define exatamente o que não sou...

Inserida por tadeumemoria

⁠Se fosse de outro autor talvez passaria direto, mas sendo quem escreveu, parei, li e não entendi. Só após incorporar a sensibilidade do veterano que sou, caiu a ficha, me tocou e emocionou: "Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons. Carlos Drummond de Andrade"

Inserida por giuliocesare

⁠O ser humano não está preparado para a verdade, talvez por isso tenha a necessidade de inventar identidades para si. Identidades vazias e falsas.

Inserida por Pensamentosempre

Aceitar esses trinta, mais, talvez menos reais que os políticos distribuem nas eleições, em troca de votos, não é corrupção popular. Continua sendo corrupção politica, e mesmo assim, a única chance que o povo tem, de quatro em quatro anos,de receber dos políticos algo além do desprezo e do esquecimento.

Inserida por demetriosena