Tag visão
Amplia a visão, caminha, corre, anda, voa… Vai seguindo e sabendo que o que você sente durante o caminho é uma diretriz para onde deve continuar seguindo.
Fazer as coisas pela metade? Nem rola. Você só será lembrado quando alcançar o objetivo. Ex: Terminar os estudos, se formar. Chegar em uma final de campeonato, ser campeão... entre outros.
As vezes , pessoas nos julgam conforme
a visão que tem
e nem sempre essa é a verdadeira
Acredito que antes de criticar alguém,
temos que ter os olhos
limpos e alma pura para não fazer
julgamentos, pois talvez,
naquele exato momento nossa visão
esteja torta e esquecemos
de abrir a porta da alma
Temos que estar sempre atentos para
termos uma nova visão
e reavaliar antes de julgar.
Somente assim acredito que
aprenderemos a amar.
Sempre tive visão de raio x, não sei como ou porque, mas desde de menino já tinha uma percepção aprofundada das pessoas. Quase como se vise sua áurea interior, como aquela da intensa tristeza escondida atras daquele singelo sorriso. Sempre soube como as pessoas eram apenas de olhar para eles um dom ao qual sou grato, pois o mesmo me salvou de varias enrascadas e pessoas vazias de interesses mesquinhos.
“Missão sem visão é pura ilusão. Visão sem missão é outra alucinação. Não ter ambas é uma grande frustração”.
Hístórico das violências cometidas contra as minorias
Começaremos essa retrospectiva dando ênfase ao quão atrasados se encontram os seres humanos, moralmente, desde as primeiras e remotas civilizações “organizadas” das quais temos registros. É importante observar a ótica pela qual a humanidade enxerga, desde a antiga suméria, o conceito de desenvolvimento: do passado ao tempo contemporâneo, seres humanos exploram outros seres humanos para adquirir o tão almejado e ilusório equilíbrio social. É ilusório, pois que, pelo ponto de vista do conceito de justiça, não há distribuição de oportunidades justa e proporcional à condição de capacidade e circunstâncias nas quais cada um se encontra. Descartando a explícita realidade de que todos somos iguais, os que concentram o poder “espremem” cruelmente os menos favorecidos, através da exploração exacerbada, ignorando e privando essas minorias das mínimas condições dignas de sobrevivência. Fazem isso com o único intuito de conservarem seu podério e massagear seus respectivos egos. Através dessa maquina social injusta, os monstros do poder direcionaram às civilizações em avanços intelectuais, tecnológicos e arcaicamente culturais. Entretanto, prevalecendo a exploração e a desigualdade, nossa sociedade continua carente de desenvolvimento moral. O que mudou “de lá, pra cá”?
Iremos abordar, a seguir, o histórico dessa exploraçao que é cometida contra as minorias, analisando vagamente os fatos, no que tange o contexto mundial, e, dando destaque, no final, aos fatos ocorridos no Brasil. Comecemos pelo primeiro povo conhecido pela fundação de cidades-estado, construções dos primeiros templos e palácios explêndidos e, a descoberta da escrita, os sumérios. A hierarquia social era dividida entre escravos, “cidadãos” e “monarcas”, como existe ainda hoje, mascaradamente, na estrutura de alguns países. Observemos que de 6 mil anos atrás, até os tempos atuais, o sistema de exploração continua nítido, camuflado em direitos fictícios que não alcançam, na prática, os menos favorecidos. Esse pseudo-desenvolvimento das civilizações arcaicas, com base na exploração da escravidão, perpetua nas civilizações posteriores, como: Egito, Grécia, Roma etc. Ainda no desenvolvimento do início de nossa civilização contemporânea, encontramos o uso do trabalho escravo como principal fonte de rendimento das classes que concentram o poder e, de desenvolvimento das duras e básicas funções das civilizações.
Ainda no descobrimento do Brasil, observamos a exploração e dizimação dos índios. Vimos que, do Brasil colônia aos tempos atuais, ainda que abolida a escravidão, os menos favorecidos continuam atados e fadados ao trabalho duro e incessante, que mais favorece a concentração de Poder do Estado e a concentração econômica das classes dominantes, do que aos próprios trabalhadores. Nesse desfecho egoísta, de ciclo vicioso, onde o homem explora o outro homem, essa exploração continua explícita até os dias de hoje. Não seria uma pseudo-escravidão? Também devemos abordar os grupos de minorias que sofrem outros preconceitos, como os covardes crimes cometidos, ainda hoje, contra os indígenas e indigentes(moradores de rua), por concepções preconceituosas de cunho cultural e interesses econômicos possuidos pelas classes dominantes. A classe burguesa, como sempre, massacrando e oprimindo os menos favorecidos por motivos estritamente fúteis. Absurdos como estupros cometidos contra jovens moças e mulheres da classe pobre, por burgueses, também são um exemplo de violência contra as minorias, visto que em vários casos os burgueses sofrem penalidades brandas, com várias regalias, recebendo rapidamente, de volta, a liberdade para transitar livremente nas ruas e exercer suas egóicas concepções de liberdade. Vivemos a cultura do isolamento, onde, de geração em geração, os burgueses continuam em cima, e os pobres submissos, sem chances justas de ascenção econômica e cultural. Também há relatos de discriminação contra alunos que ingressaram na faculdade por meio de bolsas destinadas a estudantes de pouca renda, além de vários outros absurdos. Impera também o preconceito contra os homossexuais, como temos visto, em atos agressivos, físicos e morais, de nítida homofobia. Não devemos deixar de expor, também, a intolerância religiosa nas quais minorias lutam contra outras minorias, resultando em desastres físicos e morais. É importante enfatizar que os próprios indivíduos que fazem parte das minorias, acabam, por vezes, influenciados por ideologias que os abastecem de preconceitos e atitudes rigorosas contra outros grupos de minorias. Está expresso e saliente no contexto atual que, vítimas da ignorância que decorre da falta de oportunidades de progresso educacional, financeiro e cultural, os oprimidos e menos favorecidos tem se confrontado, ao invés de se unirem. Isso também é incentivado pela maquina parasita em que as classes dominantes transformaram o Estado, onde o sistema continua espremendo todos os recursos físicos e intelectuais das classes inferiores, a fim de preservar de forma egoísta o seu podério burguês, econômico e político. Por fim, a burguesia estruturou a sociedade de tal forma que, os pobres ficam isolados entre si e são ludibriados por pseudo-ideologias(injetadas por burgueses) que os mantém na escuridão, lutando entre si, e, indiretamente, favorecendo, engrandecendo e zelando pelo egoíco podério das classes maiores.
São flores, são caminhos,
São cores, são cativos,
São dores que me resguardam,
São sonhos que me aguardam.
Não quero dizer que estou triste ou que perigo,
Mas a felicidade é tocável e não a vejo.
Sinto como se fosse outra a causa para um eu aflito,
E enquanto a sinto, a vida eu não vicejo.
N'outro dia estava caminhando sem comoção,
Como se o própria dia não fosse relevante,
Mas pouco durou tal ingênua sensação,
Pois o dia acaba, e outro chega.
Então ali caminhando eu tomei consciência,
Perdido num paraíso, sem objetivo,
Estava vivendo a esmo, sem exigência.
Mas quis que o dia mudasse e que este então seja:
Que as flores floreassem pelos meus caminhos,
Que as cores cativassem os meus momentos,
Que as dores se resguardassem para um eu sozinho,
Enquanto os sonhos se aproximassem com o tempo.
Os flores não mudaram, nem as cores ou as dores do meu alento,
Mas meus olhos já eram outros, prontos para um dia novo e sedento.
Era eu que não mais queria, e que agora seguiria o vento,
Que aponta para onde o sol conta, as histórias de um pensamento.
Carpe Diem.
Nosso encargo é edificar uma igreja de vencedores, onde cada crente é um sacerdote, e cada casa uma extensão da igreja. Conquistando assim nossa geração para CRISTO, através de células que se multiplicam uma vez ao ano.
Quem nada vê é a sociedade, ignoram deficientes visuais, Pensando que são limitados, quando na verdade limitados somos nós, que podemos ver e não vemos coisa alguma.
As retinas navegam por campos inviáveis às papilas gustativas... O ser humano se medeia entre a amplitude e a profundidade.
Queria eu poder ver o mundo através de suas lentes. Seu eu, através do meu, por toda a eternidade. No preto, no branco, no colorido, queria eu em teu peito ver além de simples fotografias, ver sua imensa alma.
Amigo, você falhou!
Todos falham, definitivamente falham!
Porem quando falhamos, nem tudo está perdido, pois sempre temos a possibilidade de recomeçar.
Não devemos ter medo de errar, quem erra hoje, pode acertar amanhã.
O erro não é ruim, com ele nos reconhecemos aquilo que não querermos, o ruim é quando nós culpamos após errar, e com medo de errar de novo, ficamos presos à este erro.
Não! Não deixe ele o segurar, e limitar sua plena visão. Por quê? Por quê está tão focado é dando tamanha atenção para ele? Por quê esta tão agitado em seus pensamentos e se remoendo pelo seu erro? Veja não são os outros que o culpam, é você mesmo que se culpa. Respire! Escute o silêncio! Ele não o culpa! O silêncio lhe dá liberdade. Olha! Ele aponta caminhos! Veja como o espaço é ilimitado, e a infinidade de possibilidades que há em sua frente. Você só não consegue ver pois está com a mente dentro do problema, apenas pare de olhar, respire, e sinta a imensidão de possibilidades que há quando você para de pensar, e repousa no silêncio.
Ser advogado não é apagar um erro. É acendê-lo ao ponto de incomodar a vista e fechar os olhos. Sobrando apenas a imaginação.
“Uma mente, dois olhos, várias direções, múltiplas lentes!”
“Muitas mentes, múltiplos olhos, somente um olhar, uma direção, uma lente e uma visão!”
Reflexo
Vejo um sujeito que se veste do meu corpo
e ergue as mãos ao rosto
como se eu fosse.
E assim como um verme 'imundo'
que se arrasta nos rincões da imensidão
desse ou de outros mundos, vive a replicar-me.
À frente do espelho, o miserável acena-me
com um pisco nos olhos, provoca-me
revidando o meu descaso frente à tua presença.
Como uma doença incurável, incansável
segue a afrontar-me vida afora
sua impertinência me incomoda.
Mas,por algum motivo,vejo muito dele em mim
e, por isso, já não olho mais no espelho
já não anseio olhar.
Não por medo do reflexo dele, onde me vejo
e sim, por medo da face do sujeito oculto nas sombras
que não vejo refletida quando me tiram o espelho.
Não importa a quantos seja dada a mesma oportunidade,o que ti fará diferente nesse mercado é justamente a tua capacidade de olhar e não te deixar limitar por essa mesma visão.
