Tag vida
O principio do perdão inicia em si mesmo. Ninguém perdoa o outro, perdoa se a si próprio e todo o mal e as conseqüências que deixamos macular com dor e sofrimento nossa breve existência.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
A indústria estética universal em busca da beleza instantânea da vida a qualquer preço e valor, torna se cada vez mais amoral e antiética, se baseando nos artifícios da morte e sofrimento dos pequeninos indefesos roubando lhes a juventude.
Muitas vezes o excesso de inteligência pode se tornar um grave problema para resolução de uma eminente dificuldade. Toda situação cabe solução imediata e aquele que posterga a solução, por que sabe que vai resolver depois perde credito com a vida, com as pessoas no entorno e muitas vezes gasta recursos financeiros e emocionais que poderiam ser melhores aplicados em outros objetivos para o crescimento.
O improviso pode ser imediato em resposta rápida diante do inesperado que aconteceu mas toda jornada merece um prévio planejamento, metas a serem conquistadas e avaliações mesmo que teóricas, dos objetivos.
Nenhuma palavra por si só quando pronunciada de forma universal cura ou transforma a quem escuta. Assim como nem todos os remédios na mesma composição e dosagem produzem o mesmo efeito em diferentes corpos físicos. A palavra, deve ser personalíssima para cada um, em entonação, colocação, timbre e comunicação gestual para que quando proclamada, possa surtir o efeito desejado em cada situação. A vida é o verbo.
Em qualquer ocasião e sob qualquer pretexto, sempre serei um de vocês mas de forma alguma e pela inexistência natural, qualquer um de vocês não conseguirá ser um de nós.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
Todo aquele que se posiciona categoricamente no presente por um fato que ainda não ocorreu, ou tem um relógio diferente, subestima todas as leis do universo, ou pior ainda é um idiota arrogante pois não reconhece o poder e a vontade independente de Deus.
A vida a dois, é feita de carinhos e encontros mas alimentada prazerosamente por inusitadas leves perversões.
Sintonias e vibrações espaciais. Pressinto as luzes e as boas energias quando por vida me aproximo delas.
Por maior que seja o numero de pessoas a nossa volta, em um momento único, percebemos que estamos sozinhos. Parece que o todo depende da gente mas que a gente não depende do todo. Viver bem é um ato solitário.
Preciso hoje, no amanhã e também no depois. Não vulgarizo o meu espirito livre, com relações imprecisas e cativas de momento.
O gato cobra prateado caminha silenciosamente na relva todas as noites, procurando sapos e calangos para o abate.
O único preconceito racial que tenho, é sanguíneo. Fujo de toda vida que não tenha o sangue vermelho.
Cada vez mais, não somos movidos só pelas nossas idéias, somos movidos sim pelos nossos sonhos, nossas paixões e sentimentos de amor e generosidade para com a vida e para com tudo que faz parte, dela nas diferentes dimensões.
O verdadeiro amor incomoda, o que se acomoda não é amor e sim uma tranqüila boa amizade branda e serena para se conviver.
Quão me é prospero o abandono do amor e a solidão. Parece mesmo que a saudade do amor eleva e leva a alma da gente, por caminhos infinitos antes nunca navegados.
As grandes respostas sempre estão aparentes mas poucos conseguem ver. O ser humano, viveu mais de 5.000 anos, um olhando para os olhos um do outro e com muito esforço inventaram a roda, que sempre esteve representada claramente nos olhos de todos que não conseguiam ver.
