Tag vento

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Deitada no sofá,
Enquanto tentava organizar meu amanhã,
Nem percebi o vento chegar...

Quando dei por mim
Ele já havia tirado a cortina pra dançar...

Lembro-me de ter ficado a observar
E como não consigo mais pensar
Acho que ele trocou de par...

Amor...
Tem cheiro de alecrim!
Nasce no jardim da alma e cresce com o vento dos girassóis.
Amor brota e alastra...
E vive no solo do coração!

Não temo a ventania,
é ela que me faz voar mais alto.

O tempo e o vento às vezes nos trazem lembranças boas do passado que nos deixam pensativos e nos fazem refletir e lembrar de coisas que já se foram e que talvez não tenham mais volta, mas que nos permitem sentir um sentimento inexplicável de saudade e medo. São esses mesmos sentimentos que muitas vezes nos deixam trancados dentro de quatro paredes, com medo de nos abrir e nos declarar.

Confesse suas mágoas ao vento, aos outros só confie suas alegrias.

Sinto a brisa do mar batendo no meu rosto, é o vento dos meus sonhos soprando minhas janelas.

NOVEMBRO, soneto no cerrado

A nuvem de chuva, está prenha
A lua na noite longa enche de luz
Novembro, aos ventos ordenha
Amareladas folhas que nos seduz

Meditação, finados aos pés da Cruz
O colorido pelo seco cerrado grenha
As floreadas pelos arbustos brenha
Trovoadas, relâmpagos no sertão truz

Águas agitadas, o mês da saudade
Num véu dançante... Vem novembro!
Linhas de poema e prosa, fertilidade

Décimo primeiro, antecede dezembro
Em ti é possível notar a instabilidade:
Fogo e água, da transição é membro

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
novembro de 2016
Cerrado goiano

novembro

a nuvem de chuva está prenha
a lua na noite longa enche de luz
novembro, aos ventos, ordenha
amareladas folhas que nos seduz

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
novembro de 2016
Cerrado goiano

reflexos do desejo,
temor que se ama,
unilateral nas sobras
que remontam a luz,
na tangente o absurdo...
resumo das barbaridades humanas,
vertente gótica alma vazia...
o abraço da solidão gótica,
transparece num ato cruel,
muitas coisas compadecem,
num fundo o profundo sentido.

Um amor regado a prazer,vinho e fantasia não dura mais que uma ou duas garrafas,é como um cigarro aceso no vento.

Quando o amor chega com a força do vento forte, a princípio, ele nos desequilibra...

⁠Vivemos uma linda canção, uma letra de um poema leve, lindo e pleno. 
Somos o refrão da música, aquela parte mais legal, onde a montanha se encontra com o mar, o vento para ali e fica só uma suave brisa. 

⁠Para o vento nos guiar o tempo tende a nos levar.

⁠“Viver em uma cama de hospital é uma condição não opcional, olhar para os lados, veremos as janelas, mas com um suave ventinho de história dos mestres da filosofia, torna o ambiente menos pesado”

⁠Se a vida é um sopro, qual o problema em deixar o sopro (vento/vida) te guiar? Não se segure na arvore que achou no caminho com medo de ir para o lado errado. Tentar, arriscar e não ter medo é a chave para não se arrepender no final de tudo, pois a diferença é que ao tentar... se der errado não foi em vão, vem aprendizado junto; se der certo então foi bem sucedido. 

⁠Você pode ver a vida de várias maneiras, pode olhar pela janela e senti-la como a tranquilidade do vento ou pode senti-la como uma ventania.

E o céu se reparte em plumas espalhadas pelo vento...

Algumas pessoas são como o vento! Leve e solto! Ao lado delas tudo fica leve, fácil, possível!
Algumas pessoas são como o calor do sol! Intenso, envolvente, inexplicável! Quando elas surgem no ar, e só aí, o dia ganha vida, cor, calor, alegria. O dia sem elas é de chuva, triste e frio.
Algumas pessoas são como a noite! Chega de mansinho, invade, inunda, inebria, toma conta da vida da gente. Faz esquecer tudo oque passou. Apaixona! Faz sonhar!
Mas assim como o vento, o sol e a noite, ninguém pode controla-las, segurar, prender. Essas pessoas são dádiva! Só se detém à quem elas quiserem que as tenha! Elas se deixam segurar, mas num piscar de olhos se esvaem entre os dedos. Elas se aninham por segundos e nos segundos que se vão parecem a eternidade. Elas dão vida, mas a levam consigo quando decidem ir.
Eu sou espectadora de tudo isso! Fico ouvindo, olhando, tentando ler em cada detalhe. Busco no tom da voz explicações, razões, sentimentos...Procuro no jeito delas uma brecha para agarrar, pra possuir. Mas são elas quem decidem a quem querem se deixar ter, a quem merece lhe possuir!

Sopra o Teu vento aqui
Toma o Teu trono, vem reinar
Nós queremos Te ouvir

⁠Quando abro as janelas
da vida e numa bela visão,
avisto teus poemas nós varais do tempo, agitados pelo vento da tua doce inspiração.
Ah, quanta alegria
em viajar na tua poesia,
salvei várias delas pra decorar,
o teto do meu quarto, 
e num espanto,
observei os versos teus descendo
e me abraçando
com doçura, 
aquele jeito puro
de quem ama eternamente!...
***

⁠#ESCOLHAS

Hoje, neste tempo que é meu...
Em que estrada é longa e o tempo é curto...
Aquele desejo enorme de voar...

Aquele que se senta na porta de sua casa e deixa o sol passar sobre sua cabeça, assim escolheu...

Pelo simples anseio do que é diferente...
Modificar nossos sonhos...
Renovar nossa esperança...
Uma serenidade rara...

Porque o que quase foi não pode atrapalhar o que ainda pode ser...
Sem sentido nenhum, mas a verdade é...
Feliz por nada...

Esperar a luz de um novo amanhecer...
O vento que às vezes leva é o mesmo vento que traz...
É da sorte a última palavra...
Basta um segundo passar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠"Os tolos ignoram a sabedoria e jogam palavras ao vento, Os sábios escutam as tolices e aprendem o que não deve se dito"

⁠Seu rosto
é um pedaço de música
muda
conforme o vento
mas eu o escuto
de longe, sem olvido
mesmo sem ver
e acompanho, de cor
o suspiro deste ah
mor rasgado.

⁠Esse sentimento cinza
Que me alcança formando-me vento
Quando olho para além de mim
Sigo pensando em olhar dessa mesma maneira
Pisando em lugares para além daqui
Mas então pego-me desejando outra vez
Estar tão tão distante ao oscilar-me vira e mexe
Para lugares de falso refúgio, em meus pensamentos
Sou como uma brisa de vento presa em uma gaiola
Ao mesmo tempo que sou livre, sou prisioneira da minha mente
- Sarah Cantuária⁠

⁠És vento.
E mal tiveste tempo de brilhar.
Tua cor bronze derreteu-se no calor dos dias
E não adiantou fazeres suspiro de nuvens.
Eles se derreteram e marcaram tuas pegadas pelo caminho.

Vês?
São tuas estas marcas!
Por todos os lados, mas onde estiverdes de fato?

No fundo do mar, onde habitam as canções de ninar?
Não... Não! Teu casco nem o sal tem.
Está insosso!
Houvera estado no mar, haveria maresia, nem isso tens!

Nas montanhas, onde habitam as palavras?
Não... Não! Teu rastro nem eco faz .
Está mudo!
Houvera estado nas montanhas, haveria lama sob teus pés, nem isso tens!

Na lua, onde habiam os sonhos?
Não... Não! Tua silhueta mal se vê.
Está opaca!
Houvera estado na lua, haveria purpurina em tua face, não a tens!

No vácuo, onde o tudo é nada?
Sim... Talvez, ali, estiveste!

És só miragem! Um monte de tudo, feito de nadas. Tens vestígios das areias do Saara.
Repleta e desfeita pelo vento.

És só miragem!