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"Pensamentos de um amante solitário"
Sentado em uma mesa de baralho
Solitário eu começo a perceber que o vazio toma conta de mim,
O tempo não passa e tudo se torna monótono
À como eu queria estar ao lado de minha amada,
E em seus braços macios poder esquecer-se do tempo
Sonhando, amando, vivendo o presente intensamente
Mas, pobre de mim mortal, pensamentos vão além do que eu posso fazer,
Por isso me consolo solitário em uma mesa de baralho,
Esperando o tempo passar,
Para ao cair à noite meus pensamentos tornarem-se realidade e poder sentir mais uma vez o calor envolvente do seu corpo
Tal corpo que outrora trocava carícias com o meu.
A luar está cheia
num mar seu olhar
sua face cheia de duvidas
ouvi sua voz nos meus pesadelos
você pode me ouvir estou sobre as nuvens
sinto onda de vento forte me chamando
poderia estar calmo com som da morte
que paira sobre lugar que deixei minha paixão
em teu rosto a mar que naveguei entre
covas da tua alma encontrei um chamado,
num espaço de espíritos somos algo bonito,
estou sozinho sem sua ajuda...
no rastro tantas ilusões... salve dessa morte.
podemos dormir profundamente,
através da chuva eu poderia ouvir você chorar.
Um balanço mesmo sem ninguém pra balançar não deixa de ser um balanço.
Uma pessoa mesmo sem alguém pra amar, não deixa de ser alguém que ama"
horizonte negro
simbolismo cruel
terror sem sentido,
dia apos dia
exclamações da tristeza,
forte solitude
branda magia esquecida,
minhas lagrimas
são absorvidas
pelo tempo...
Ser ou não ser
o caos do do ser
seus crimes o condenaram
pois seu crânio está minhas mãos.
Nunca o esqueça
no que caminhamos
esteja na escuridão
de nossos pesadelos.
Ousados pelo desespero
meros alheios e comprimido
pela dor no sentido da morte...
Caminhos tomados pela ansiedade.
aonde foste mais um pelos adores da existência...
oriundo do espírito, vegetativos
De tais sentimentos
algo imposto sobre minhas mãos sua morte...
paira pelas ventas do fel angustiante,
no silencio apenas o terror,
Ainda sois aquele que cativou as palavras...
Para os quais o próximo não ouvira mais...
o destinado pelas chagas dos flagelos
flores do amor que tanto aprofundaram
sentimento que pouco compreenderia...
Ao mesmo ao pó distinto o profundo.
Do seu nome apenas a leitura se abdica...
Sua arte atrozmente atordoa minhas memórias
adiante as melancolias desta vida...
As ilusões do amor e o infinito destino.
Meu amor está escrito na tua pele
em feridas profundas de amor,
nos laços da solidão marco...
meu amor com teu nome...
olho para profundamente a escuridão,
e ninguém compreende...
o silencio clama palavras,
dentro da minha mente grito de pavor...
as palavras escoam numa cascata
de um abismo sem fundo de uma lagrima.
neste dia que calor corroei meu espírito...
sendo as lembranças magoas profundas,
de desejo e paixão acabadas
num momento de solidão.
poderia entender por chove e o
sol ainda brilha no meu coração...
diante as lagrimas, rios de sangue,
num brilho que ninguém compreende,
o que sou diante a cada amanhã,
quem pensa que é apenas mais um momento,
entre aqueles sentimentos que deixo sangrar,
ninguém entende o vazio para caminhamos,
sinto me vivo entre momentos de morte
aonde somente curti algo que coloquei parte de minha essência,
que incendeia a magia que cobre a morte com um sorrido :)
ninguém realmente liga estamos vivos apenas somos seguidos,
num antro o resquício lamentável,
e um coração expressa a ironia...
a fome deixa percepção igual ao delírio
drogas tão fanática digo leve como ar,
tempo passa preciso respirar,
a dor no peito é infinita,
para olhar o horizonte sinto um frio...
sendo a morte de meus desejos,
mais uma passagem momentânea,
diga que o amor deixou de existir,
seja mais pedaço de carne exposto,
a cidade esta vazia no meio infinito,
flores que espinhos envoltos a solidão...
oh, amanhã tão frágil,
choro sozinho na escuridão,
tento sorrir... para ter um significado para você.
romance, de vida e morte...
dias e noites beijos e adeus,
não sei que dizer, apenas chorar,
preciso sentir, ou olhar para o imenso vazio,
tento correr numa estrada que leva a lugar nenhum...
boa noite...!
deixo as lagrimas para o passado,
então esqueço que o amor,
é dor profunda que não tem como esquecer...
sou ar
e vento que suspira
no alento um beijo que morre,
desejo ser a água que mata tua sede...
no florescer da solidão...
sendo o sangue um vórtice...num rio
feito pelo declínio do desprezo,
solidão passiva... quer te amar,
simplesmente, o mar solitário,
tristeza, dizer, que tudo nunca existiu,
ainda continuar, ferindo tanto o deferir,
tanto que coração não compreende...
sendo um músculo que drena a vida...
Solidão...
Solidão que me invade
Solidão que deprime
Solidão que me amedronta
Solidão que me desfalece
Solidão... Como podes me abraçar em plena noite de luar?
Invadido pela distancia de amigos
E confundindo pela aproximação de inimigos
Sigo sozinho, buscando um abrigo
Que me esconda e me ajude com meu amor sucumbido.
Deprimido pelo abandono sofrido
Por aquele que disse: amigo!
E hoje sigo esquecido, vazio e sucumbido
Pelo amor dito e negado
Vivido e mentido
Por aquele que disse: amigo!
Medo que sentir quando você se foi
Medo de nunca mais te sentir
Ou pior, de te esquecer
Medo de ter que viver sem ti
Como viver sem ela?
Ela que me deu a luz
E quando estava com frio
Agasalhou-me
E quando estava com fome
Alimentou-me
Como esquecê-la?
Sigo desfalecido
Triste com os acontecidos
Vivendo ou morrendo
Tanto faz
Não faz diferença
Minha luz apagou
Meu ar comprimido ficou
E minha dor? Apenas me isolou!
Amor de um poeta
Ao pensar nos comparativos da vida
Na cabeça me vem
Um poeta por amor clama
Da mesma forma que um mendigo
Ao pedir um vintém.
Azul
Dizem que azul é a cor da solidão,
Ou talvez da melancolia,
Que pode tornar alguém depressivo,
Só me diga, se é assim
O que me dizes sobre o céu,
Que consola os sonhadores?
Ou o mar em sua plenitude,
Que num simples banho lava a alma?
Pois bem, para mim o azul é o conforto dos meus momentos de distração.
É o foco do meu olhar nos lampejos de pensamento,
É a minha companhia silenciosa.
Acho que por causa disso as pessoas tem esse pensamento.
Quem está absorvido por esta cor,não quer companhia.
Azul é o infinito.
Céu e mar.
E quem deixará o infinito,
Por uma tola companhia
Que irá embora?
Pequeno devaneio
A dor da desilusão,
Se não é a pior chega bem perto de ser.
Me questiono como que a pessoa que me acalmou pode agora ser uma tempestade dentro de mim?
Como que a pessoa que me fez ter esperanças de um amor sincero, levou-me ao mais profundo desolamento?
É aí que tenho a certeza, nem sempre temos a garantia ao encarar o amor..
A dor se torna calma, que por assim se transforma em dor novamente.
Sorrisos, abraços, beijos e promessas se perdem no labirinto e encontram só uma lágrima triste e solitária.
Triste e solitária, assim que me defino..
Onde todos encontram sua metade, eu só encontro a mim mesma, perdida no mundo,
No meu pequenino mundo.
Acordei no meio da tarde, E não queria me levantar fiquei encarando o teto do meu quarto escuro, só ouvia silencio e muito silencioso
naquele ambiente frio e solitario, Me levantei e me olhei no espelho -bom dia e quero te ver feliz e authentico com as pessoas. nunca sabe
se nesse dia não vou encontrar uma pessoa. Bem pura e simpatica comigo não tem medo e corajosa e ela é feliz não resmunga faz com maior privilegio
se eu to mal ela se orgulha em me ajudar é bom ouvir as palavras que só saem perfume um aroma da essencia de DEUS dentro dela... Ai acordo esta a sala vazia que se não ouve nenhum som
coração angustiado derramei lagrimas da solidão.
eu sou um sonho que consome amor,
nada particular vou ter um caminho,
vou querendo ver você num perfil falso,
absurdamente vou caminhando pela escuridão,
suas formas e diversões, cala-me tristemente,
vou ouvindo uma musica, escrevendo,
palavras que se perdem no tempo,
com consequências em que imagino
que ninguém merece um momento na solidão...
Ainda que ninguém venha me ver eu nunca estou sozinho. Toda vez que chego em casa, eu o ouço ladrar atrás da porta.
No oasis tudo e vivo
E no deserto é símbolo da esperança
acolhe e salva viajantes, animais,
dos quadrúpedes aos rastejantes
renovando a vida
Eu a tempos no deserto
definhava, já sem esperança
quando lhe encontrei
nas suas águas me banhei
matei minha sede e fiz morada
Não durou pra sempre
E não mais que derrepente
senti o calor ardente
era o sol, bem na minha frente
na boca o gosto da areia
na pele fogo ardente, vermelhidão
já seco esteva meu coração
pois aquilo era só uma ilusão
essa miragem sem dó nem perdão
sumiu na imensidão.
