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Somente o trabalho com amor, é capaz de elevar o homem, perante a si mesmo, perante à sociedade e aos olhos de Deus!
Quanto mais observo os homens,
Mais prefiro meus livros.
Quanto mais leio livros,
Mais observo os homens.
"É suficiente que cada um cumpra seu papel"
Ficou claro para mim como devemos aceitar nossas funções e responsabilidades na vida. Em um ambiente com a capacidade de lhe fazer sentir o mais livre possível, por incrível que pareça, isso me pareceu ainda mais concreto.
Temos habilidades e capacidades únicas, sejam elas individuais ou coletivas. Não devemos nos preocupar excessivamente em tentar agradar ou reproduzir o que não está em nossa essência.
Nem tudo está sob nosso controle e que existem limitações em nossas vidas que não podemos mudar.
A inutilidade de nos compararmos aos outros, ou tentar ser algo que não é, se tornou ainda mais óbvia.
Devemos cumprir nosso papel na sociedade de maneira justa e virtuosa.
Nós, os relutantes,
liderados pelos não qualificados,
para matar os infortunados,
morrendo para os ingratos.
“Em uma sociedade onde o ruído constante das vidas ocupadas tenta sobrepor-se ao som suave do afeto genuíno, ser inesquecível não é tarefa fácil. Exige-se, antes de tudo, presença. Não apenas a presença física, mas aquela que permanece mesmo na ausência, como o perfume que insiste em ficar no ar depois que a flor se foi.”
Duas coisas que todo mundo deveria saber:
1. Você é o protagonista da sua vida.
2. Você é o protagonista SÓ da SUA vida.
Como sobreviveriam nossos jornais sem o sensacionalismo? Da mesma forma que sobrevive a nossa sociedade com a demandada intolerância. Já não sei ao certo se os excessos de notícias que exploram matérias escandalosas inibem ou acatam ainda mais a violência em nosso país.
"O Brasil de hoje não pode depender apenas da tecnologia para educar nossas crianças sobre os valores essenciais. Precisamos resgatar princípios básicos de convivência e socialização. Para isso, é crucial que professores, merendeiras, faxineiras e responsáveis compreendam a importância do amor, do carinho, do respeito, da solidariedade e de outros valores que moldam uma sociedade."
Pra mim o que chamam de doido é quem é autêntico, mantém a sua essência e não se prende a padrões comportamentais impostos por uma sociedade doentia!
O valor de uma sociedade é medida pelo tratamento que oferece aos seus idosos. Eles são os guardiões da nossa história, detentores de experiências que moldaram o presente, e merecem ser honrados e respeitados
O mundo se torna perigoso ao olhar dos derrotados que estavam promovendo o caos e não mais terão espaços para transviar a sociedade.
O "cônjuge" que configura muito sua "privacidade", não esta mais em um #casamento, mas em uma #sociedade.
Na superfície dura e fria do espelho, o reflexo embaçado de um rosto me encara de volta.
É uma visão turva de uma expressão duramente composta, criada com o propósito de aparentar uma natureza distante daquela que atormenta o meu íntimo.
Uma caricatura do eu, imagem vendida por mim e aceita pelos outros.
Mandíbula cerrada, sorriso composto, postura altiva e determinada. É o suficiente. Embalagem perfeita para a vitrine da vida, mais uma na prateleira de objetos inanimados esperando receber qualquer estímulo externo, ou ganhar vida.
Combatemos a pornografia enquanto mastigamos ou celebramos, desavisados, como se reféns de um acordo tácito, a pornofonia em palavras e canções.
As pessoas falam muito sobre autocuidado, priorizando a estética do corpo para se encaixar nos padrões da sociedade.
No entanto, raramente investem na manutenção de suas qualidades internas para se tornarem seres humanos melhores.
Cultivar afeto e empatia pelo próximo também faz parte do autocuidado, pois o que está dentro de nós influencia o que está ao nosso redor.
The Vincit (Klaus)
" Viver em sociedade ou em união conjugal revela-se uma tarefa de extrema complexidade, sobretudo quando se deparam divergências de ordem cultural, de costumes, de crenças, de hábitos, de bens materiais e de razão. Por vezes, tanto o homem quanto a mulher tendem a manifestar-se de forma mais irracional do que os próprios animais. A vida, enquanto fenómeno social e jurídico, impõe uma responsabilidade inerente, sendo o respeito e a discordância elementos que caracterizam a racionalidade e a lógica do ser humano."
Lisboa, 26 de Setembro de 2024
