Tag riscos
Quando nossos prazeres viram riscos, é hora de parar com eles.
A partir do conhecimento gerenciamos os processos, gerimos os riscos e usamos melhor os nossos recursos!
Quando o assunto é gestão de riscos, considere sempre a possibilidade de que o que já esteja ruim, possa piorar!
Calcular os riscos, mas sem se extremar nas antecipações dos fatos que possivelmente nunca irão acontecer!
Se a gente se protege e não aceita sair da nossa casca, não corremos riscos...vivemos com a sensação de que tudo corre muito bem...na verdade, morno... sem sal...quase sem vida mesmo. Mas se aceitamos sair, quebrar a casca, corremos riscos...podemos até sofrer...mas pelo menos temos a chance de experimentar o que existe de bom lá fora...e viver momentos felizes...de uma felicidade até mesmo plena,enquanto acontece...e viver também é isso...
Seja empreendedor dentro do seu emprego!
Ser empreendedor não está relacionado à ser empresário. Muitas vezes o seu dom não é abrir negócios e sim transformá-los!
O verdadeiro empreendedor sabe que é essencial utilizar a sua intuição no momento de decidir entre dois ou mais caminhos racionais.
O maior conhecimento reside em seu interior, a intuição humana é a sua maior aliada em busca de um diferencial e da transformação.
Trabalhe em prol dos seus objetivos, mas não se esqueça de ser feliz com o que tens hoje, pois sempre haverão novos objetivos, novos horizontes, e se você não é feliz hoje, continuará não sendo após alcançar suas metas.
Riscos do negócio
Eu não confio absolutamente em apostar minhas energias nesse momento! Não vou perder minhas energias nesse momento, mas, também não vou ganhar energias nesse momento para usar no futuro.
'quem não aposta, não perde!
Mas , também, não ganha!'
"A capacidade de integração direta da Defesa Civil com a comunidade é inversamente proporcional aos impactos do desastre e à resiliência dessa comunidade frente às adversidades."
Ignorar a Gestão de Riscos é apostar na sorte com vidas humanas, arruinar economias e negar a responsabilidade de todos sobre os Desastres.
A sua tragédia nos Desastres não pode ser atribuída meramente à natureza, mas é, em grande medida, resultado de omissões históricas e negligências sistemáticas que perpetuam vulnerabilidades e injustiças.
Uma Defesa Civil que exclui a participação ativa da comunidade, das organizações públicas, das ONGs e do setor empresarial na elaboração e operacionalização de um plano de contingência para os desastres não está cumprindo sua função essencial; está, na verdade, distanciando-se de seu propósito fundamental e negligenciando seus princípios básicos em Proteção e Defesa Civil.
Sem o conhecimento das decisões políticas, econômicas e sociais do passado, torna-se inviável buscar soluções plausíveis e sustentáveis para os desafios do presente.
