Tag resiliência
Na vida você precisa caminhar em direção daquilo que você acredita, mas sabendo que há possibilidade de você falhar, desistir ou descobrir que estava errado. O que fazer quando isso acontecer? Continue até conquistar!
Encontre pessoas capazes de dizer o que você pode fazer para se tornar melhor amanhã do que hoje, mesmo que isso não seja tão suave aos seus ouvidos.
O que separa os fracassados dos bem sucedidos é a resiliência diante dos fracassos no caminho percorrido.
O sucesso vem depois de alguns fracassos, mas nunca antes de tentativas ousadas de quem acredita que é possível.
“Compreendi finalmente qual era o significado de resiliência, assistindo diuturnamente meu pai que, vez ou outra, ensinava-me sem sequer saber que o fizera.”
Uma vida de apenas coisas boas não mostraria as nossas falhas, portanto não conseguiríamos ser purificados dos nossos erros. Se vc passa dificuldades dê Glórias a Cristo, pois por meio delas podemos vencer nosso mal caráter, indo até Cristo que nos limpa. Ame quem não merece, nós também não mereciamos e fomos amados pelo Rei da vida.
Após momentos em que a resiliência imperou, seguir-se-á o pragmatismo, essencial para identificarmos as oportunidades que surgirão, de forma sagaz e convicta
O sucesso é mais do que a simples resiliência. É uma questão de usar essa queda para nos impelir na direção oposta.
Estamos vivendo tempos difíceis, pessoas perdendo seus empregos, casais pedindo divórcio muito mais do que antes da pandemia... Escolas fechadas, mercados superlotados, igrejas vazias ou fechadas também, praias praticamente desertas, nas primeiras semanas de isolamento víamos poucos carros nas ruas, mortes e mais mortes, o que aprender em dias como estes?? Agora mais do que nunca sabemos quem é amigo, quem é família, quem se preocupa conosco, quem nos ama, mas o contrário também. 😬
Enquanto uns valorizam a família, outros a destroem mais, enquanto uns ensinam a resiliência outros propagam ódio. Enquanto uns gastam seu tempo ajudando quem precisa de alimento e afeto, outros desprezam aqueles que buscam ajudar, que tentam fazer o bem neste mundo tão necessitado. E o que a Terra precisa?? Precisa de Deus, precisa de amor! Hoje mais do que nunca nosso planeta precisa de luz, reveja sua vida, sua fala, suas ações e se pergunte: Tenho feito alguma diferença? Estou transmitindo luz ou escuridão, amor ou ódio, amizade ou inimizade?! Seja você, mas com consciência de que suas atitudes podem tornar as coisas melhores ou piores, depende da sua decisão e do que você carrega em seu ❤️
Pense nisso!!
Bom dia!
Jeny Ofemester 😘
Resiliência é a força que rege aquela vontade indômita de superação, frente a qualquer crise, com resistência às adversidades. É a fácil adaptação frente a qualquer mudança num terreno desconhecido, sempre acreditando no melhor dos desfechos. Nunca desperdiça o aprendizado de possíveis erros cometidos, pois, tem autoestima e intuições que melhoram ainda mais, com o tempo de atuação.
(teorilang)
Um dia seus olhos encontrarão um tesouro. Você terá certeza disso mesmo que tudo pareça tentar encobri-lo. Se for o seu tesouro, não há coisa suficientemente forte para te desviar do foco, nem do alcance. Aquilo que for seu, sempre será guiado para seu caminho. Siga em frente, faça as curvas, suba e desça as montanhas, atravesse os rios, lagos, riachos e cachoeiras, encontre o mar, passe pelo campo, mato, pedregulho, asfalto, terra de chão batido, vença o lodaçal, o barro, a lama e passe novamente no rio de águas claras, se banhe e espere o sol secar levando consigo toda a história. Ficarão memórias de um treinamento difícil mas necessário. De alma lavada, vestes limpas e coração repleto de amor e esperança receba seu tesouro como coroa de honra por sua fé.
Hoje só queremos te dizer que nunca é tarde para começar, direi recomeçar a viver os nossos sonhos.
Então, faça as melhores escolhas hoje, porque serão os frutos que colherá amanhã.
Faça do que te faz mal a força para lutar. Permita que a angústia dê lugar à esperança. Reconheça que os erros constroem a essência. Tenha a habilidade de reposicionar as peças do jogo. Não existe certeza, o hoje possibilita o mundo.
(Re)use sua garra.
(Re)conecte com a sua criança.
(Re)comece sempre.
(Re)afirme o seu valor.
(Re)faça o bem.
(Re)aja na crise.
(Re)mova a âncora.
(Re)faça sem reclamar.
(Re)veja os erros.
(Re)possibilite o amor.
Reinvente-se!
Permita-se!
A Revolução dorme na Periferia
Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.
O Bem e o Mal
Vibre o bem, por que quando ele ressoa, não há mal capaz de frear o teu ímpeto. Vibre sempre na dimensão do bem, por que conheço intimamente o mal e todo o seu potencial destruidor e reconheço também a sua força sobre as pessoas quando e se elas abrem a guarda. A vibração positiva emanada de consciências positivas atrai para si o melhor das pessoas e quase sempre o melhor e o pior das pessoas está na energia com que as relações sociais são evidenciadas ao se desenrolarem. O mal está em nós tão intrinsecamente impregnado quanto o bem e compõe indistintamente apenas mais uma das tantas faces que nos torna bicho ou homem.
Canção à Inoportuna
Morte e Vida se encontram
em trechos convergentes de uma mesma história,
eu te amo e te odeio vida,
eu te amo e te odeio morte.
Com sorte é a paz que encontrarás
nas lembranças que nos acalentam a alma.
Há de haver esperança
nessa trama que se desvela a vida,
enquanto vagueia a mente perdida,
sopra sombrio o vento que nos conforma a sorte.
Um adeus aos entes queridos que se foram,
que se vão de forma inesperada todos os dias.
As vezes de forma trágica, morna e ou inoportuna ( uma paixão não correspondida, uma vida cheia do mais absurdo vazio, uma queda da própria altura...).
Há de haver luz que robustença as nossas memórias,
há de haver conforto
nessas tão insuportáveis horas.
Eu te odeio e te amo vida,
eu te odeio e te amo morte,
e apesar de tanta ira em teus olhos,
aguardo-te ansioso inoportuna sorte.
Na derradeira hora venha me buscar cerimoniosa e, não se atrase.
Também não precisa acelerar demais!
Quero ouvir-te chegando lentamente,
passo a passo pisando o chão duro que me servirá de leito na noite mais escura.
Mas vá com calma!
Por que a minha alma está encomendada ao universo e o meu corpo já nem é lá grande coisa.
Liga, desliga!
Aparentemente me consome a vida,
enquanto se aproxima o fim
em cerimoniosa sorte.
E ao que parece,
caminha de braços enlaçados com a loucura.
Quem é que diz ao cérebro chega
ou rouba dos sujeitos o sopro vital?
Quem é que dá a ordem de liga ou desliga
e sopra dos corpos já moribundos
os últimos resquícios existentes de vida?
Quem é que ensina ao cérebro
a hora de parar
antes que venha a vertigem, a ânsia e a tontura
ou libera a alma do corpo pra ocupar outros corpos
e ou viver outros carmas?
Ao que parece,
tripudia a vida da minha miserável sorte,
enquanto me consome e violenta,
afaga-me e acaricia descaradamente a face
que, fria e pálida, já nem disfarça tanto descontentamento.
