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Relações rasas, paixões de verão, pessoas individualistas, mais duras e mais frias, é a proposta do nosso século, por sinal muito bem aceita.
Antes o conceito de amor era o fruto de uma busca através do romantismo, da entrega, do vínculo de lealdade.
Hoje, o conceito é se sentir amado(a), é um jogo de conquista, da sensação de poder, de ter quem for a hora que quiser, é a capacidade de entrelaçar o outro, de alimentar o sentimento de ser capaz de cativar ao invés de ser capaz de amar.
Perdemos essa habilidade, por dor, por medo, por egoísmo, para elevar a estima, por isso criamos meios pra tentar sofrer menos ou mesmo, fingir que não sofremos.
Seduzir, se sentir desejado(a), dizer sentimentos irreais, sentir que alguém nos venera, tão somente para preencher nosso vazio.
Um ciclo vicioso, não há tantas outras opções, já não acreditamos em nada e ninguém, o que importa é distrair nossa própria consciência de estarmos, na verdade, solitários
As relações humanas são preciosas oportunidades de aprendizado, principalmente no campo dos sentimentos.
O mantimento das relações humanas não consistem no quanto gostamos das qualidades, no quanto nos identificamos com as pessoas. Isso é fácil. Elas se tratam do quanto conseguimos conviver com as diferenças. Até que ponto essas diferenças nos atingem e comprometem o nosso conviver com as mesmas. É a partir disso que as relações se dissipam ou não.
Não deixar que nossas vivências dirijam nossas vidas a ponto de abandonarmos a ponderação antes de julgar alguém e suas intenções. Esse é um dos grandes desafios das relações humanas.
Nunca estivemos tão tecnologicamente conectadas e tão emocionalmente desconectadas como nessa segunda década do terceiro milênio.
Foque nas coisas que te fazem bem, não seja escravo de pensamentos passados, não seja ouvinte ativo e consequentemente subjugado por pessoas que têm relações falidas, seja você mesmo; com o que tem.
Confiança, um voo audacioso entre duas pessoas, um salto de fé sobre o precipício do constante, construída com pequenas verdades partilhadas.
Na vida haverão pessoas que vão nos amar, nos respeitar, admirar quem somos, como também haverão pessoas que não gostarão de nós, algumas vão nutrir ódio e outras vão simplesmente ignorar a nossa existência.
E tudo bem, isso tudo faz parte das relações humanas!
Eu tenho tentado, dia após dia, viver amando, respeitando, admirando ou simplesmente ignorando.
Não sei se essa é a receita para felicidade, nem sei se existe uma...
Mas sei que se não me trará felicidade ao menos tem me garantido um pouco de paz!
Vejo as pessoas ao meu redor se conectando, com amizades e romances, mas relações sempre levam a complicações, comprometimento, partilha, levar a pessoa ao aeroporto.
O relações-públicas é um agente de relacionamento que constrói, fortalece e solidifica a relação com o público. Todo planejamento, gestão de imagem, reputação e plano de ação passam, antes de tudo, pelo exercício da empatia. Nunca será sobre a gente, sempre será sobre o que o público quer e espera.
Se as nossas relações fossem fáceis, a primeira pessoa do plural se chamaria "laços", ao invés de "nós". Bem mais bonito e fácil de desatar.
"Não é o tempo, mas a intensidade das sensações, o valor das relações e o calor dos sentimentos, que se incrustam na pedra angular da nossa história e se fundem na parede da memória daqueles que amamos.
Todos os versos jamais escritos de uma história de amor, são menores que o instante em que ele acontece."
Se o seu telefone não tocar enquanto você estiver enfrentando dificuldades, não atenda quando estiver ganhando.
Você não pode controlar como as pessoas irão tratar você,
mas você pode controlar o que aceita delas.
