Tag reencarnação
" Se o Espiritismo fosse uma simples teoria,um sistema,poderia ser combatido por outro sistema, mas ele repousa numa lei da Natureza, assim como o movimento da Terra. "
Allan Kardec.
Não importa se existe
Reencarnação, se a Vida é uma simulação, uma probabilidade quântica ,ou se é um percurso finito só de ida… o importante é se em qualquer dos cenários, você honestamente se esforçou para ser a sua melhor versão de si mesmo!
O ser humano é julgado por seus pares o tempo todo. Porem só existe um julgamento, o de sua própria consciência é só existe um castigo, que é o remorso. Nenhum outro julgamento é tão preciso. Nem outro castigo faz se tão persistente.
Perdoo, claro! Vai que esse lance de reencarnação seja verdade!? Neste caso, se eu não perdoar corro o risco de reencarnar junto novamente. E eu estou zero a fim de conviver com certas pessoas.
Quando na última etapa da existência, constatamos ausentes sonhos, caminhos e soluções, crer na reencarnação é o grande estímulo.
Que aventura extraordinária é estar vivo! E aterradora também, essa aventura de viver ; o dia em que o ser humano dominar o poder total da memória, ele descobrirá segredos terríveis! O esquecimento é uma benção, de fato... Refiro-me ao que acontece conosco quando, à noite, adormecemos e mergulhamos no mistério além do sono e dos sonhos!... Vem-me à memória, recordações fantásticas durante as horas de sono...Existem hospitais, por lá...Estes lugares existem e são tão reais quanto os nossos hospitais, e quando somos acolhidos ,lá, após a morte ou durante um despertar fora do corpo em alguma viagem extradimensional que o sono proporciona e não lembramos por misericórdia divina, quando somos acolhidos lá, notamos que as pessoas de lá, como aqui na Terra, às vezes com a maior boa intenção tentam nos ajudar, parece que tanto lá quanto aqui, embora hajam diferenças pontuais, lutamos para fugir de uma segunda morte
Ab ovo
Eu sei que estou aqui
Mas terei que retornar
Vim cumprir minha missão
Que é o meu melhorar
Pra quando chegar a hora
Que tiver que ir embora
A minha conta prestar.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Os atos na vida
enquanto permanência
com certeza definirão o futuro
caso uma provável pós existência
"Algo em mim me chama para um lugar onde já estive e quero estar novamente!... Vontade de viajar, de abrir as asas e desaparecer, de morrer e reviver dentro deste lugar, respirar novamente o ar glacial e me impregnar de passado!... Se eu pudesse, estaria voando agora rumo à Lappland, para junto de minhas montanhas, das minhas florestas, das minhas renas, da minha neve alva e de meus lobos uivantes!... Se eu tenho uma casa na Terra, é lá!"
Lori Damm, "Reencarnação"
"Como me sentir magoada
quando ele me olha
e me vê com a idade de seus pais
se quando eu olho para ele
o vejo com a idade de meus filhos?"
Lori Damm ("Reencarnação")
"Não foi um beijo de amor.... Foi o beijo de uma saudade. E assim descobri que aquela história de que emoção faz o coração doer é verdade. Doeu mesmo!"
Lori Damm ("Reencarnação")
"A vida é assim mesmo, reencarnação é osso: uma vez na polpa, outra no caroço!"
"A vida é assim mesmo, reencarnação é isso: uma vez no anzol, outra no caniço!"
("Pérolas" de Tito Sertão em "Reencarnação")
Ver Richard Clayderman (pianista) e Cláudia Jung (cantora), entoando juntos a canção ''Je t'Aime mon Amour'', velhinhos porém cheios de vitalidade ainda, me fez refletir... Pensamento voou longe, para trás, para o passado, e então eu me senti feliz, me senti orgulhosa, de uma alegria sem nome por ter feito parte desta força jovem dos anos 70/80/90!
Erguemos um mundo próspero, conectado pela tecnologia e pelo objetivo elevado de fraternidade interfronteiras!
Derrubamos o racismo, o machismo, o sectarismo, derrubamos muros de pedras e tirania, fomos às ruas e derrubamos a ditadura e governos corruptos!
Fizemos o que aí está está: duradouro, forte, avançando futuro a dentro para dar aos nossos filhos e netos uma vida mais digna e mais respeitosa do aquele que muitos de nós e nossos pais e avós conheceram na infância!
Meu pai não teve cadernos nem lápis, teve uma pequena e rústica lousa onde aprendeu a ler, a contar e a escrever. Eu, sua filha, tive cadernos, lápis e livros mas hoje digito meus textos em computador de última geração.
Eu fiz parte deste progresso espantoso! Procurei me inserir, aprender, usar e produzir através da tecnologia. Não é este uma motivo imenso de orgulho e felicidade?
Não foi perfeito o caminho, a perfeição ainda está a anos luz, mas fizemos o melhor possível! Doamos sangue e coração, alma e sentimento à nova vida que vislumbrávamos nascente! Destemidos, inspirados e cheios de paixão, não fomos uma geração qualquer, uma geração "xyz" ou "isso e aquilo", fomos A GERAÇÃO! Única, especial, de ouro! Verdadeiramente guerreira e imbatível, empunhando sobretudo as armas do "paz e amor"!
Defeitos? Todos os possíveis, mas todos também servindo de aguilhão à aquisição de qualidades maiores! Fugir da luta nunca foi nosso fraco!
Estamos indo embora, mas voltaremos um dia, voltaremos para reiniciar o trabalho que deixamos aqui, voltaremos para dar prosseguimento ao que as gerações que nos sucedem agora fizeram e estão fazendo de bom, e corrigir os caminhos que foram distorcidos ou interrompidos!
Voltaremos com a alma renovada de novos conhecimentos, hauridos longe daqui e traremos para a Terra, nosso cálido berço evolutivo, mais uma parcela do progresso que modificará novamente a paisagem do mundo. Seremos nós, os "velhinhos" de hoje, porém melhorados, rejuvenescidos pela reencarnação, insistindo mais uma vez no bem para corrigir equívocos, para desfazer malfeitos! Mais uma vez seremos no solo planetário a geração paz e amor entoando seus hinos de sã rebeldia, pedindo que nos deixem ser como quisermos fisicamente, cabeludos, rebeldes, roupas curtas mas podando, quem sabe as últimas arestas do passado rudimentar e propiciando, novamente, paras as gerações futuras, a oportunidade de fomentar com mais facilidade as melhorias que eles trouxeram para executar.
Voltaremos!
Abram os braços para nós, nos recebam, nos eduquem com amor, nos criem em paz! Retribuiremos amor com amor, paz com paz, mas se ainda não puder ser assim, se ainda for a dor que nos receber, retribuiremos a dor com "amor e paz", porque esta é a marca de nossa geração!
Até lá!
Lori Damm, "Reencarnação" (31/07/2021)
ANJOS SÃO PROTETORES PERMANENTES DAS CRIANÇAS
Geralmente a criança é bem protegida do mal pelos anjos (ou espíritos de luz) e a entidade ruim dela se afasta pois, se a criança morre, como tem o coração puro, ficará próxima a Deus, provavelmente também como anjo. Isso o mal não quer. Assim, quando pedimos a Deus para proteger nossas crianças, geralmente anjos são enviados para protege-las. Além disso, os anjos protetores que todos têm nunca delas se afastam. No caso do adulto, este deve procurar manter um coração puro, assim, o mal se afasta e seu anjo protetor (ou espírito protetor) estará sempre presente. Ressalve-se que, às vezes, a pessoa nasce, mas é pré-destinada, antes da concepção, a morrer ou sofrer ainda na infância, tendo isto um propósito que somente o lar espiritual, em que seu espírito vivia antes da reencarnação, saberia.
Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla
A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.
O poder de Teodora em vida
Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.
Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.
Cronograma histórico
c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.
527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.
532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.
548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.
553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.
O Concílio e a questão da reencarnação
A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.
Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.
A permanência do mito
Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.
Reflexão final
Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.
Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.
Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.
A doutrina espírita não trata da salvação em Cristo, porque a reencarnação anula toda a redenção eterna.
Se a reencarnação fosse verdadeira, então Adão, Eva, Abel e Caim teriam comunicado em família que as consequências de vidas passadas teriam sido registradas por algum médium.
O que desce à sepultura não verá a sua evolução ou o vivo a sua reencarnação, uma vez que a ressurreição dos mortos é o encerramento de sua jornada na terra e o princípio da sua eternidade.
Coitado dos espíritas, cuja fé baseia-se na reencarnação, uma vez que na carne nega a primeira ressurreição da alma sem pecados e nega no espírito a segunda ressurreição dos santos no poder de Deus.
Nenhuma família espírita consegue provar para os cristãos a missão da sua presente reencarnação; porquanto os demônios roubam-lhe a fé e a obediência aos mandamentos do Senhor Jesus Cristo.
Como pode uma religião falar em reencarnação, quando Jesus veio apenas uma só vez em carne e testemunhou que Ele mesmo é a ressurreição e a vida?
Quem consulta à médiuns, gosta de magia, ama a feitiçaria, ouve os adivinhos, lê e segue conselhos mortais, como se nada disso trouxesse uma futura vida miserável, infeliz e sem esperança, em nome da reencarnação.
Um dos maiores enganos do espírito humano é a sua alma confiar na reencarnação, quando o próprio corpo trabalha em prol da sua própria evolução sem o mínimo de obediência ou credibilidade à Palavra de Deus.
Que diferença faz uma alma acreditar na reencarnação, quando ela mesma não acredita na ressurreição proposta por Jesus?
